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Reposição de estátua do Pescador na Figueira da Foz custa 100 mil euros

A reposição da estátua do Pescador em Buarcos, Figueira da Foz, e edificação de um novo conjunto arquitectónico adjacente irá custar ao município cerca de 100 mil euros, anunciou o presidente da Câmara.

Questionado pela Lusa durante a apresentação dos reis do Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz – depois de a actriz Noémia Costa ter declamado à população presente várias quadras, uma das quais brincava, concretamente, com a situação da estátua do Pescador – Carlos Monteiro acabou por divulgar a intenção da autarquia em ter “o pescador no centro da rotunda” antes de 15 de Julho.

O monumento, inaugurado na década de 1990 e edificado numa rotunda da avenida do Brasil, junto à praia, era constituído por uma estátua em bronze colocada em cima de um conjunto em betão simbolizando as ondas e figurava um pescador a puxar as redes no mar de Buarcos, representado por um tanque com água em fundo de azulejo.

Com as recentes obras da frente marítima ali realizadas, era suposto a estátua ser relocalizada na nova rotunda construída sensivelmente no mesmo local da anterior, mas redesenhada.

Só que o pescador mantém-se no mesmo local anterior (agora na lateral da nova rotunda, junto à estrada) e com as mãos que seguravam as redes – retiradas, juntamente com o tanque de água – agora direccionadas aos carros que por ali passam.

A situação, que tem gerado alguma polémica em Buarcos, estará em vias de ser resolvida, de acordo com Carlos Monteiro, depois de “três ou quatro meses de conversações, que ainda se mantêm” com o escultor autor do monumento, para se chegar a um “equilíbrio” na nova solução proposta.

“Estamos a falar de dinheiros públicos”, argumentou o autarca, revelando então o valor de 100 mil euros – quando o custo apontava para mais de 200 mil – “que não é só para a estátua”, incluindo também uma infraestrutura “para por a parte da água a funcionar”.

A data limite de 15 de Julho, avisou Carlos Monteiro, estará, no entanto, dependente dos procedimentos de contracção pública, nomeadamente por existir nos dias de hoje “um problema de mão-de-obra” de eventuais empresas concorrentes aos trabalhos.

“Mas queremos que fique melhor do que o que lá estava”, frisou.

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