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Restaurantes da Figueira criticam recolher obrigatório às 13h00

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Os empresários da restauração da Figueira da Foz consideram que o recolher obrigatório às 13h00 nos dois próximos fins de semana representam mais uma “machadada” num sector em agonia e que resiste sem apoios estatais.

“Os tempos que correm e se aproximam são extremamente difíceis, porque além das pessoas frequentarem menos os restaurantes e haver menos gente na rua, estas medidas mais drásticas ainda vão piorar mais a situação”, anteviu Álvaro Tomás, proprietário do restaurante Bijou.

O empresário, que preside à Associação Bairro Novo (reúne restaurantes, comércio e serviços do Bairro Novo, a zona turística junto ao Casino) não augura “grande futuro em termos de restauração e de comércio local, se isto se prolongar por muito mais tempo”.

Álvaro Tomás considera “muito discutível a opção de encerrar os estabelecimentos às 13h00, sem dar a possibilidade de se trabalhar, pelo menos, os almoços, e de as pessoas não se poderem deslocar aos restaurantes depois das 13h00 para o ‘take way’”.

“Penso que há uma dualidade de critérios relativamente a outras situações. No fundo, mandam-nos encerrar e não nos deixam muitas alternativas”, salientou o dono do restaurante Bijou, que emprega nove pessoas.

“Com a conjuntura actual, o futuro não é muito risonho, a não ser que haja contrapartidas e ajudas estatais para ver se realmente nos poderemos aguentar o máximo possível”, frisou.

Para Isabel João Brites, proprietária do restaurante Picadeiro, que emprega seis pessoas, o recolher obrigatório às 13h00 “é uma machadada brutal na facturação, porque sítios como a Figueira da Foz vivem essencialmente de fins de semana nos meses fora do verão”.

“Servir refeições até às 13h00 é a mesma coisa que não abrir, porque ninguém vem almoçar antes dessa hora”, enfatizou.

A empresária mostra-se “espantada” que as áreas de restauração dos centros comerciais estejam abertas, com possibilidade de ajuntamentos, enquanto o comércio na cidade tem de fechar depois das 13h00, criticando o que considera ser “duas medidas para um só sector”.

“A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares (AHRESP) e a Federação das Câmaras de Comércio e Indústria apresentaram um documento ao primeiro-ministro no sentido de se pronunciar sobre essa questão, porque não pode haver dois pesos e duas medidas, quando o objectivo é travar ou achatar a curva desta pandemia”, defendeu Isabel João Brites.

Perante o actual cenário, o restaurante “Teimoso”, um dos mais emblemáticos da “praia da claridade”, com capacidade para 300 pessoas, vai fechar temporariamente a partir de sexta-feira, após quase um ano em que registou uma quebra de facturação entre os 50 a 60%.

“Nos meses de verão, trabalhámos a 70% do normal, o que não nos permite sequer continuar a trabalhar. Desde Setembro até agora, estivemos a pagar salários sem fazer dinheiro sequer para os pagar”, desabafou o responsável do restaurante, António Sanchez.

O empresário queixa-se de o Governo não “deixa trabalhar”, pelo que “é impossível aguentar esta situação”.

“Falam em apoios, mas ninguém ouve falar de nada, ninguém sabe de nada e a situação, da maneira que está, é insustentável, pelo que estar a contrair empréstimos para estar a pagar salários, não é viável”, sublinhou.

“Se existem excepções para ir ao supermercado, acho que, no mínimo, poderia haver uma excepção para ir ao restaurante. Eu estou a falar, porque tenho aqui uma casa com capacidade para 300 pessoas, onde gastei mais de seis mil euros a fazer divisórias entre as mesas para ter condições de segurança para trabalhar”.

Para Graça Mortágua, proprietária do restaurante Caçarola I, na rua lateral ao Casino da Figueira da Foz, o fecho às 13:00 “é um absurdo para toda a gente, porque para fechar a essa hora mais vale estar fechado o dia todo, já que não faz sentido abrir para servir almoços das 12h00 às 12h30”.

“O Governo nem permite que os clientes venham ao restaurante buscar comida, pois se quisermos temos de ser nós a ir levar ao cliente. Não sei até que ponto é que vai compensar, mas pelo menos vamos tentar levar a refeição até aos clientes habituais”, adiantou.

A empresária defende que, “pelo menos”, deviam poder abrir até às 15h00 e que, se não existirem apoios, “não há restaurante nenhum que vá resistir” à actual situação.

“Temos 15 funcionários que sustentam as famílias com os salários daqui. Em 44 anos de restaurante, felizmente sempre consegui pagar os impostos e ter tudo em dia, mas daqui para a frente temo muito pelo que vai acontecer a mim e aos meus funcionários”, frisou Graça Mortágua.

“Se o Governo der algum apoio estou a tentar aguentar os meus funcionários sem haver despedimentos, mas isto é tudo muito incerto e estamos todos apavorados”, acrescentou.

O Governo anunciou o recolher obrigatório entre as 23h00 e as 05h00 nos dias de semana, a partir de segunda-feira e até 23 de Novembro, nos 121 municípios mais afetados pela pandemia, entre eles o da Figueira da Foz, sendo que, ao fim de semana, o recolher obrigatório inicia-se a partir das 13h00 nos mesmos 121 concelhos.

Comércio e restaurantes fechados entre as 13h00 e as 08h00 aos fins de semana

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O Governo ordenou hoje o encerramento do comércio e restauração às 13h00 nos dois próximos fins de semana e a abertura dos estabelecimentos só pode ocorrer a partir das 08h00, anunciou hoje o primeiro-ministro, António Costa.

“A regra é tudo fechado”, disse o chefe do Governo em conferência de imprensa após a reunião do Conselho de Ministros.

Os restaurantes só podem funcionar a partir das 13h00 para entrega ao domicílio, disse o primeiro-ministro.

António Costa anunciou ainda que haverá um apoio de 20% da perda de receitas dos restaurantes nos dois fins de semana face à média dos 44 fins de semana anteriores (de Janeiro a Outubro 2020).

Fora da obrigatoriedade de fechar a partir das 13h00 e de abrir a apenas a partir das 08h00 estão as farmácias, clínicas e consultórios, estabelecimentos de venda de bens alimentares com porta para a rua até 200 metros quadrados e as bombas de gasolina.

Subiu para 10 o número de mortes (acumulado) de Covid-19 na Figueira

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Segundo dados de hoje, surgiram 21 novos casos de Covid-19 no concelho da Figueira, o que totaliza, desde o início da pandemia, 660 infectados.

O número de recuperados fixa-se em 283 pessoas.

Os casos activos neste momento são de 367.

Desde o início da pandemia o concelho figueirense contabiliza 10 óbitos.

Foi ainda comunicado pelo delegado de Saúde da Figueira da Foz, a entrada em isolamento profilático de uma turma na escola Infante D. Pedro, em Buarcos, pertencente ao Agrupamento de Escolas Figueira Mar.  Sabe-se também da decisão de adoptar medidas de isolamento profilático a uma turma do Centro Escolar de S. Julião – Tavarede, pertencente ao Agrupamento de Escolas da Zona Urbana, assim como aos alunos pertencentes ao ATL do respetivo Centro Escolar.

Ribeiro Telles deixa marca na Figueira

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Foi hoje a enterrar o arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles.

Aos 98 anos desaparece assim o político, monárquico, que foi pioneiro atento do urbanismo, da ecologia e a utilização humana do espaço físico.

Na Figueira da Foz foi um dos responsáveis pelo então denominado Vale das Abadias (Parque das Abadias).

Consumo de tabaco entre os jovens continua a diminuir em Portugal, álcool aumenta

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O consumo de tabaco entre jovens até aos 16 anos tem vindo a diminuir desde 2003 em Portugal, mas o consumo de álcool aumentou ligeiramente nos últimos quatro anos.

As conclusões constam do “European School Survey Project on Alcohol and other Drugs (ESPAD)”, que permite acompanhar as tendências europeias no que diz respeito à evolução dos comportamentos aditivos entre jovens de 16 anos.  

Comparando os últimos dados de 2019 com o estudo de 2015, o relatório divulgado hoje aponta um decréscimo de três pontos percentuais no consumo de tabaco tradicional, em linha com a tendência europeia.

Também decrescente foi o consumo do tabaco electrónico, que caiu em Portugal cinco pontos percentuais ao longo do mesmo período, mais do que na média europeia (que registou menos dois pontos percentuais), sendo que Portugal é, aliás, o segundo país com menos consumidores deste tipo de cigarros.

Relativamente à média europeia, os resultados mostram descidas no consumo não só do tabaco, mas também das drogas ilícitas e do álcool, mas, em sentido contrário, Portugal registou um ligeiro aumento no consumo de álcool, invertendo o caminho descendente que vinha a percorrer desde 2007.

Entre 2015 e 2019, a percentagem de alunos de 16 anos que ingeriram pelo menos uma bebida alcoólica ao longo da vida aumentou de 71% para 77% e a prevalência de consumo ‘binge’ (uma grande quantidade na mesma ocasião) também aumentou.

Apesar do aumento, o país mantém-se abaixo da média europeia relativamente à prevalência de consumo de álcool nos últimos 30 dias, à prevalência de embriaguez também nos últimos 30 dias e ao ‘binge drinking’, destacando-se, por outro lado, na escolha das bebidas.

A seguir a Espanha, Portugal é o segundo país em que os jovens mais optaram, da última vez que beberam, por bebidas destiladas em vez de cerveja, vinho, cidra ou ‘alcopops’, sendo que a quantidade de álcool ingerido na última ocasião de consumo é a décima mais elevada entre os 35 países.

O país destaca-se também, pela negativa, pelo consumo de álcool precoce, uma vez que “a percentagem de jovens portugueses de 16 anos que iniciaram o seu consumo aos 13 anos ou menos é consideravelmente superior à média europeia”. Por outro lado, são menos os que se embriagaram tão cedo.  

A percepção da facilidade de acesso ao álcool está abaixo da média europeia, sendo que em relação ao tabaco os jovens portugueses estão entre aqueles que menos consideram ser fácil ou muito fácil comprar.

Relativamente a outros comportamentos aditivos, mais de metade dos jovens portugueses, que são dos que passam mais tempo em redes sociais ao fim de semana, admitiram ter tido problemas decorrentes da utilização da Internet em redes sociais e 24% em jogos ‘online’.

Já o jogo a dinheiro, em que participaram no último ano cerca de 22% dos jovens, à semelhança da média europeia, acontece sobretudo fora das redes, uma vez que o jogo ‘online’ foi declarado nos últimos 12 meses por 6% dos jovens portugueses, que preferem as lotarias e apostas desportivas.

Figueira da Foz com 354 casos activos

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O concelho da Figueira da Foz contém 354 casos activos de pessoas infectadas com covid-19, sendo que apareceram mais 42 novos casos, segundo o mais recente relatório de situação epidemiológica. Até à data foi registado um total de nove óbitos acumulados.

Número de espectadores nas salas portuguesas de cinema cai 82% em Outubro face a 2019

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O número de espectadores nas salas portuguesas de cinema caiu 82,1% em Outubro, face ao mesmo mês de 2019, com uma descida idêntica ao nível das receitas, revelou hoje o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA).

Enquanto em Outubro do ano passado tinham sido registados 1,39 milhões de espectadores, este ano verificaram-se 249 mil entradas nas sala de cinema, contrariando a relativa melhoria dos números de Setembro, o que representa uma quebra acumulada de 72,7% nos números de espectadores em 2020 face ao ano anterior, ou seja, menos 9,3 milhões do que em 2019.

Em termos de perdas de receitas, a percentagem é semelhante: os valores totais deste ano são uma redução de 72,3% face aos de 2019, totalizando 19,1 milhões de euros em 10 meses, quando no ano passado as exibidoras já tinham registado receitas de 68,9 milhões.

A quebra nos cinemas faz-se sentir também no número de filmes apresentados ao público: em 2020 estrearam-se 210 obras, menos 119 do que em 2019.

Na semana passada, a Associação Portuguesa de Defesa de Obras Audiovisuais (FEVIP) alertou para o risco de encerramento de mais de metade das salas de cinema, até ao final do ano, se não houver mecanismos de apoio face à pandemia da covid-19.

“Estamos a atravessar um período negro, de que ninguém tem culpa, e temos de encontrar soluções, todos, que nos permitam ultrapassar isto, sob pena de fechar”, disse então à agência Lusa o diretor-geral da FEVIP, António Paulo Santos.

Nas últimas semanas, os dois maiores exibidores nacionais (NOS e UCI) lançaram iniciativas que permitem ao público alugar uma sala para pequenos grupos de amigos ou familiares.

Qualidade do ar aumentou no confinamento devido à redução do tráfego

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A concentração de dióxido de azoto (NO2) no ar de várias cidades portuguesas diminuiu “muito significativamente” durante o primeiro estado de emergência, comprovando os efeitos nocivos do tráfego rodoviário para a qualidade do ar, defenderam especialistas.

“As percentagens de redução são significativas, muito significativas. O que se verifica é que em Lisboa 79% de redução foi devido ao estado de emergência”, afirmou Dília Jardim, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), durante a conferência “Lisboa mais verde e mais saudável: Os Desafios da Poluição Atmosférica”.

Os dados tiveram em conta uma comparação entre os valores detetados entre 20 de Fevereiro, 25 dias antes da declaração do estado de emergência (a 16 de Março), e 09 de Abril, durante o confinamento.

Além da redução de 79% verificada em Lisboa, em Coimbra a redução foi de 66%, no Porto de 62%, em Guimarães de 60%, em Braga de 49%, em Setúbal de 37% e em Aveiro de 26%, a menor redução das cidades apresentadas.

Também Sandra Mesquita, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), destacou que durante o estado de emergência e o estado de calamidade, com o confinamento, os níveis de NO2 registaram uma redução.

“Com o estado de emergência e o estado de calamidade, do confinamento e do desconfinamento, houve ali uma quebra substancial nas médias, e depois, com a retoma do tráfego rodoviário na cidade, também as concentrações subiram”, disse.

A conferência pretende efetuar um diagnóstico da cidade ao nível das políticas ambientais, avaliar o impacto do ambiente urbano na saúde, no bem-estar da população e na economia da cidade, e ainda analisar os efeitos nocivos na saúde por factores de contaminação ambiental.

Apoios para trabalhadores

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A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social disse hoje que o apoio de 438,81 euros para trabalhadores sem protecção social teve até agora 13 mil pedidos e que começará a ser pago até ao final deste mês.

“A regulamentação [da medida] foi publicada e neste momento estamos a operacionalizá-la de forma a que este apoio seja pago até ao final de Novembro”, referiu a ministra Ana Mendes Godinho na audição parlamentar conjunta com as comissões de Orçamento e Finanças e Segurança Social no âmbito da apreciação na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2021 (OE2021).

Ana Mendes Godinho disse ainda que até ao momento 13 mil pessoas submeteram pedido de acesso a este apoio, previsto no PEES (Programa de Estabilização Económica e Social) e contemplado no Orçamento do Estado Suplementar.

Em causa está um apoio extraordinário de protecção social dirigido a trabalhadores em situação de desprotecção económica e social e que não tenham acesso a qualquer instrumento ou mecanismo de proteção social (trabalhadores informais) no valor de 438,81 euros por mês, entre Julho e Dezembro de 2020.

A ministra salientou ainda que, das 13 mil pessoas que já submeteram o pedido, apenas 200 não beneficiaram ainda de nenhuma das medidas extraordinárias criadas pelo Governo em resposta à crise económica e social provocada pela pandemia de covid-19.

“Dos 13 mil pedidos ao abrigo da medida que foi regulamentada em Outubro apenas cerca de 200 pessoas não tinham beneficiado dos apoios extraordinários criados” até ao Orçamento do Estado Suplementar, precisou a ministra, em reposta à deputada do PSD Clara Marques Mendes que confrontou Ana Mendes Godinho com atrasos na concretização de algumas medidas.

Referindo que o Governo faz muitos anúncios de medidas, mas não os concretiza, Clara Marques Mendes apontou como exemplo este apoio aos trabalhadores informais e também a redução do prazo de garantia no acesso ao subsídio de desemprego – ambas previstas no OE Suplementar.

“São falhas graves do Governo”, que “anuncia” medidas sem as “concretizar” disse a deputada do PSD, instando a ministra a explicar “porque é que estes apoios não chegaram ainda às pessoas”.

Uma leitura rejeitada pela ministra que assinalou os mais de 2,2 milhões de pessoas abrangidas pelas medidas extraordinárias de resposta à crise causada pela pandemia e aproveitou para marcar a diferença de resposta que está a ser dada actualmente por comparação com a que foi dada entre 2012 e 2015.

“Tem sido um exercício de enorme complexidade”, disse Ana Mendes Godinho, sublinhando o enorme esforço que a Segurança Social tem feito para chegar às pessoas e agilizar todas as medidas extraordinárias, que somam aos milhões de respostas que os serviços dão no âmbito da sua actividade normal.

Mais de 900 queixas contra actuação das polícias chegaram à IGAI em 2019

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A Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) recebeu 950 queixas contra a actuação das forças de segurança em 2019, sendo a PSP a polícia mais visada, revelam dados enviados à agência Lusa.

Os números enviados à Lusa apenas revelam as denúncias de 2019, mas comparando com dados de relatórios de anos anteriores, disponíveis na página da internet da IGAI, constata-se que 2019 foi ano com o maior número de queixas contra a actuação das polícias desde 2012.

A PSP é a força de segurança com maior número de queixas, tendo dado entrada na IGAI 551 participações contra a actuação dos agentes da Polícia de Segurança Pública em 2019, seguindo-se a Guarda Nacional Republicana, com 306, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, com 25, e outras entidades tutelados pelo Ministério da Administração Interna (16), mostram os dados.

Relatórios de anos anteriores daquele organismo que fiscaliza a actividade das polícias indicam que, em 2012, chegaram à IGAI 817 denúncias, que subiram para 830 em 2013 e desceram para 711 em 2014.

A IGAI tem como missão assegurar as funções de auditoria, inspecção e fiscalização de todas as entidades, serviços e organismos tutelados pelo MAI.

Mensagem do Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz

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O Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, transmitiu uma mensagem ao município sobre a actual situação de Estado de Emergência.

Turismo no interior adapta oferta ao teletrabalho mas procura ainda é tímida

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Unidades hoteleiras e de alojamento local no interior da região Centro têm estado a adaptar a sua oferta para o teletrabalho de famílias que procuram sair dos concelhos do litoral do país, com a expectativa de que este tipo de procura aumente.

Aquando da primeira vaga da pandemia de covid-19 no país, alguns alojamentos adaptaram-se logo à procura de casais e famílias que optaram por ‘fugir’ do meio urbano e continuar a trabalhar à distância, a partir de uma unidade hoteleira no interior do país, menos fustigado pela pandemia.

Agora, quando os casos aumentam, mais alojamentos reajustam-se às circunstâncias e tentam atrair clientes, numa altura em que o teletrabalho passou a ser regra em 121 concelhos no país, a maioria na grande Lisboa e grande Porto.

Acesso ao local de trabalho pode ser impedido se trabalhador tiver febre

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O acesso ao local de trabalho, a serviços públicos, escolas, espaços comerciais ou desportivos passa a poder ser impedido caso haja recusa da medição de temperatura corporal ou a pessoa tenha febre, segundo o decreto que regulamenta o estado de emergência.

No caso do local de trabalho, se o trabalhador tiver um resultado superior à normal temperatura corporal, ou seja, igual ou superior a 38ºC, não poderá aceder, mas considera-se a falta justificada.

Segundo o decreto publicado em Diário da República, “as medições podem ser realizadas por trabalhador ao serviço da entidade responsável pelo local ou estabelecimento, não sendo admissível qualquer contacto físico com a pessoa visada, sempre através de equipamento adequado a este efeito, que não pode conter qualquer memória ou realizar registos das medições efectuadas”.

Permitido ir ao supermercado durante recolher obrigatório ao fim de semana

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Deslocações a mercearias e supermercados é uma das excepções na proibição de circulação na via pública nas tardes e noites dos próximos dois fins de semana, nos 121 concelhos de maior risco de contágio pelo novo coronavírus, como é o caso da Figueira da Foz.

O Governo decretou o recolher obrigatório entre as 23h00 e as 05h00 nos dias de semana, a partir de hoje e até 23 de Novembro, nos 121 municípios mais afectados pela pandemia.

José Coelho Jordão: obra recordada na Internet

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Nascido no Alqueidão em 1923, no dia 13 de Novembro, José Coelho Jordão foi o presidente da Câmara da Figueira (entre 1961 e 1970) que esteve envolvido em projectos como o Vale das Abadias, Biblioteca e Museu municipais, Vale do Galante, Bairro do Cruzeiro, entre outras obras. Agora, em digital, está o trabalho “Figueira dos anos 1960 – Vida autárquica de José Coelho Jordão” no seguinte podcast:

https://anchor.fm/figueira-josecoelhojordao

Liberdade de circulação limitada nas tardes e noites dos próximos dois fins de semana

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A circulação estará limitada nos próximos dois fins de semana entre as 13h00 de sábado e as 05h00 de domingo e as 13h00 de domingo e as 05h00 de segunda-feira na Figueira da Foz e nos outros 120 concelhos de maior risco de contágio.

Segundo anunciou o primeiro-ministro no final de um Conselho de Ministros extraordinário para tomar medidas no âmbito do estado de emergência decretado devido à pandemia de covid-19, “haverá liberdade de circulação nas manhãs de sábado e de domingo”.

A “limitação da liberdade de circulação” vigorará entre as 13h00 de sábado e as 05h00 de domingo e as 13h00 de domingo e as 05h00 de segunda-feira nos fins de semana de 14 e 15 de Novembro e de 21 e 22 de Novembro.

O Governo decretou também o recolher obrigatório entre as 23h00 e as 05h00 nos dias de semana, a partir de segunda-feira e até 23 de Novembro, nos 121 municípios mais afectados pela pandemia.

Investir na Saúde – Diz o Presidente da República

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O Presidente da República defendeu ontem que se deve acelerar “o investimento na saúde, e em particular nos seus heroicos profissionais” também no quadro do Orçamento do Estado para 2021, “com trabalho e humildade”.

Marcelo Rebelo de Sousa deixou esta mensagem numa comunicação ao país, a partir do Palácio de Belém, em Lisboa, em que anunciou um novo período de estado de emergência em Portugal e considerou que este quadro legal “apela a maior articulação, preferencialmente por acordo, entre o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e os sectores privado e social ou cooperativo, perante necessidades aumentadas no futuro próximo”.

Estado de emergência foi decretado pelo PR – início na segunda-feira

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, decretou hoje o estado de emergência em Portugal, por 15 dias, a partir de segunda-feira, para permitir medidas de contenção da covid-19.

O estado de emergência, que nunca antes tinha sido aplicado em Portugal em democracia, esteve em vigor entre 19 de Março e 02 de Maio, com duas renovações consecutivas, por um total de 45 dias.

Desta vez, ao contrário das anteriores, o decreto de estado de emergência não contempla o confinamento compulsivo, mas permite novamente restrições às deslocações, “designadamente nos municípios com nível mais elevado de risco” e “durante determinados períodos do dia ou determinados dias da semana”.

Permite também a imposição de controlos de temperatura corporal e testes de diagnóstico do novo coronavírus para acesso a determinados locais, e a mobilização de trabalhadores e das Forças Armadas e de segurança para o reforço das autoridades de saúde em inquéritos epidemiológicos e no rastreio de contactos.

Segundo o decreto do Presidente da República, poderão ser utilizados pelas autoridades públicas recursos, meios e estabelecimentos de saúde dos sectores privado, social e cooperativo, “preferencialmente por acordo” e “mediante justa compensação”, para o tratamento de doentes com covid-19 ou de outras patologias.

Em Portugal, os primeiros casos de infeção com o novo coronavírus foram detectados no dia 02 de Março e até agora já morreram 2.792 pessoas com a doença covid-19, num total de mais de 166 mil casos de infecção contabilizados, de acordo com a Direcção-Geral da Saúde (DGS).

269 casos activos de Covid-19 no concelho da Figueira

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O concelho da Figueira regista hoje 269 casos activos de Covid-19. Segundo nota da saúde pública municipal, estão em vigilância ainda mais 270 pessoas, conforme apurou O Figueirense.

O delegado de saúde local alerta para os cuidados a ter com o contágio deste vírus, apelando para que se cumpram as regras indicadas pela Direcção-Geral de Saúde.

Distrito sob aviso amarelo devido a chuva e trovoada

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O distrito de Coimbra está hoje sob aviso amarelo devido à previsão de aguaceiros, por vezes fortes, acompanhados de trovoada frequente e rajadas de vento, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O aviso amarelo vai estar em vigor até às 00:00 de sábado.

O IPMA prevê para hoje no continente céu geralmente muito nublado e aguaceiros, por vezes fortes, ocasionalmente de granizo e acompanhados de trovoada.

Está ainda prevista uma pequena subida da temperatura mínima nas regiões Norte e Centro e descida da máxima no litoral oeste.

Saúde Pública da Figueira apela a mais cuidados

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Em declarações exclusivas a’ O Figueirense, José Faria, delegado de saúde da Figueira da Foz, faz um apelo que que sejam rigorosamente cumpridas as regras da DGS no que concerne à prevenção do contágio por Covid-19.

“Os casos estão a aumentar e já há uma dispersão do vírus na comunidade”, afirma.

Cargueiro acidentado perto da Figueira está à deriva na costa portuguesa

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Um navio cargueiro, acidentado 40 milhas náuticas (74 quilómetros) ao largo da Figueira da Foz, com pavilhão de Vanuatu que transporta aço está à deriva desde a madrugada de hoje ao largo da costa portuguesa, após um alerta de entrada abrupta de água na casa das máquinas, disse à Lusa fonte da Marinha.

A mesma fonte acrescentou que os 14 tripulantes (sete turcos e sete georgianos) do acidentado Southwester foram recolhidos da balsa em que já se encontravam em meia-hora por outro navio mercante que estava por perto, o EM Hydra (pavilhão da Libéria).

“A tripulação chegou ao porto de Leixões pelas 10:30, foi observada e encaminhada – inclusivamente testada para despistar covid-19 – e vai agora prestar declarações à Polícia Marítima para se perceber o que se passou. O navio, aparentemente, ainda está a flutuar porque ainda emite o sinal de posicionamento”, explicou a fonte da Marinha.

A Marinha contactou a Força Aérea e está a ser ponderado o recurso a um meio aéreo, provavelmente um helicóptero, para recolher imagens e outras informações junto do Southwester.

Este navio mercante foi construído há 22 anos, tem 100 metros de comprimento e 16 de largura, podendo transportar até 5.400 toneladas. Dirigia-se do porto francês de Nantes (Montoir) para o porto espanhol de Sevilha.

O porto da Figueira da Foz está há 10 meses sem o salva-vidas de grande capacidade do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) Patrão Macatrão, utilizado principalmente em salvamentos a longa distância.

Um terço da população em Portugal já foi testada

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Cerca de um terço da população em Portugal já foi testada ao novo coronavírus, revelou o secretário de Estado e Adjunto da Saúde, afirmado que a capacidade de testagem foi reforçada em mais de 300% desde Março.  

Por milhão de habitantes, Portugal está a realizar em média mais de 280 mil testes à SARS-CoV-2, o vírus da doença covid-19, registando-se dias com mais de 30 mil análises.

Confinamento parcial começa hoje e vai durar até 19 de Novembro

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O confinamento parcial entrou hoje em vigor na Figueira da Foz, aplicando-se o dever de permanência em casa, excepto para deslocações autorizadas, como compras, trabalho, ensino e actividade física.

Entre as leis fixadas está especificado que os estabelecimentos de comércio encerram até às 22h00, excepto restaurantes, que têm de encerrar até às 22h30; serviços de entrega de refeições no domicílio (os quais não podem fornecer bebidas alcoólicas no âmbito dessa actividade) que devem fechar à 01h00; equipamentos culturais, que devem encerrar às 22h30; e outras excepções como farmácias, consultórios e clínicas, actividades funerárias e áreas de serviço e postos de abastecimento de combustíveis.

Figueira autoriza feiras e mercados de levante

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A autarquia autoriza a realização de feiras e mercados de levante, desde que apresentem “as condições de segurança verificadas no cumprimento das orientações definidas pela Direcção-Geral da Saúde”, segundo afirmou a’ O Figueirense o presidente da Câmara da Figueira, Carlos Monteiro.

Em palavras exclusivas ao nosso Jornal, o edil figueirense reforçou o apelo às normas que poderão contribuir para que a Figueira saia da lista dos concelhos apontados pelas autoridades sanitárias como problemáticos no crescimento dos números de casos de Covid-19.

“As medidas são necessárias para controlar a pandemia” – Diz CIM – Região Centro

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O vice-presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC) disse ontem concordar com o confinamento parcial aplicado aos municípios de Figueira da Foz e Penacova para controlar a pandemia da Covid-19.

“As medidas são necessárias para controlar e minimizar os riscos da pandemia”, disse à agência Lusa Carlos Monteiro, que é simultaneamente presidente da Câmara da Figueira.

Pintura de Artur Bual n’ O Rastro

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A galeria de arte “O Rastro” (rua da Liberdade, na Figueira da Foz) tem patente ao público uma exposição designada “”A Pintura Dilacerante”, de Artur Bual.

Nascido em 1926 em Lisboa, Artur Bual cedo se revelou um dos artistas mais dotados da sua geração, considerado um pioneiro da pintura gestual em Portugal, desde o início dos anos de 1950.

A exposição termina a 20 de Dezembro.

Aviso amarelo devido à agitação marítima e vento

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O distrito de Coimbra está sob aviso amarelo devido à agitação marítima e vento, havendo a possibilidade das apresentaram alturas entre 4 a 5 metros e de se registarem rajadas até 75 km/h, segundo a previsão do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Ainda de acordo com a informação prestada, os ventos fortes vão perdurar até ao final do dia, enquanto que a agitação marítima é prevista acalmar só na manhã do dia seguinte (4 de Novembro).

Foto de José António Teixeira

Arménio vence xadrez na Figueira

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O arménio Karen Grigoryan venceu a XIV edição do Torneio Internacional de Xadrez da Figueira da Foz Sabir Ali. “Num torneio competitivo Arménio Karen Gregoryan terminou empatado com a GM Nino Batsiashvili, da Geórgia, tendo beneficiado de melhor desempate tendo vencido assim o open figueirense que captou as atenções e redobrado interesse mundial por ter sido o único Open Internacional realizado neste dramático mês de Outubro assolado pela pandemia Covid-19”, diz a organização.

Nino Batsiashvili obteve um 2.º lugar tornando-se na primeira mulher a chegar aos prémios deste torneio com XIV anos de história. 

Universidade Sénior da Figueira suspende aulas presenciais

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O agravamento da situação epidemiológica provocada pela pandemia da Covid-19 leva a Universidade Sénior da Figueira da Foz a suspender todas as aulas presenciais a partir de hoje segunda-feira, 2 de Novembro, por um período de 15 dias, na sequência da entrada em vigor de um confinamento parcial nos concelhos de alto risco, onde se inclui a Figueira da Foz.

Segundo nota da Direcção da instituição, estão em funcionamento aulas virtuais proporcionadas pela RUTIS, através do site  https://www.seniorvirtual.pt/, cujo acesso é totalmente livre e gratuito. Se esta situação se mantiver, para além do período mencionado, a Direcção optará pelo ensino à distância, à semelhança do que aconteceu no segundo semestre do ano lectivo anterior. 

Presidente da Câmara da Figueira apela a “comportamentos correctos”

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Carlos Monteiro, em declarações a’ O Figueirense apela para que haja “comportamentos correctos”, com o objectivo a inverter a tendência deste aumento de contágio que  impõe medidas mais restritivas para alguns concelho do país, nomeadamente a Figueira da Foz.

Casino fecha às 22 horas a partir de quarta-feira

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O Casino Figueira a partir do próximo dia 4 de Novembro passa a encerrar às 22 horas, “continuando comprometido com a protecção da saúde e a segurança, mantendo um vasto conjunto de medidas e precauções para garantir a segurança e a confiança dos seus colaboradores, clientes e da comunidade em geral”, segundo nota da concessionária da Zona de Jogo da Figueira da Foz.

Assim, o Casino Figueira funciona diariamente entre as 13 e as 22 horas.

“O Figueirense” nas bancas

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A edição clássica de O Figueirense, em suporte papel, já está nas bancas.

A actualidade da Figueira e região aqui destacada na primeira página.

O Figueirense – primeira página

Figueira da Foz – concelho com novas medidas reforçadas

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Face à situação epidemiológica que se verifica em Portugal, o Governo decidiu renovar o estado de calamidade em todo o território nacional até às 23h59 do dia 15 de Novembro de 2020. Contudo, cento e vinte e um municípios portugueses – incluindo o da Figueira da Foz – vão ficar abrangidos, a partir de quarta-feira, pelo dever cívico de recolhimento domiciliário, novos horários nos estabelecimentos e teletrabalho obrigatório, salvo “oposição fundamentada” pelo trabalhador, devido à covid-19.

Para concelhos como o da Figueira da Foz, para além das leis já previamente determinadas, foi também declarado que:

Os restaurantes não poderão ter mesas com mais de seis pessoas e o seu horário de fecho passa a ser as 22h30;

Ficam proibidas as feiras e os mercados de levante, e os eventos e celebrações ficam limitados a cinco pessoas, excepto nos casos em que os participantes pertencem ao mesmo agregado familiar;

Todos os estabelecimentos de comércio a retalho e de prestação de serviços, bem como os que se encontrem em conjuntos comerciais, devem encerrar até às 22h00;

A obrigatoriedade de adoção do regime de teletrabalho, independentemente do vínculo laboral, sempre que as funções em causa o permitam, salvo impedimento do trabalhador.

Menos poupança

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Os portugueses poupam hoje três vezes menos do que há 30 ou 40 anos, sendo a poupança das famílias, em percentagem do Produto Interno Bruto (PIB), metade da registada na Alemanha, França ou Suécia, informou a Pordata.

Covid-19 sobe na Figueira

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Um surto de Covid-19 no Lar da Senhora da Encarnação, em Buarcos, infectou mais de 60 utentes. Há ainda mais utentes e colaboradores daquela estrutura da Cáritas Diocesana a aguardar resultados dos testes.

Segundo a autoridade de saúde pública local, esta sexta-feira contabilizavam-se 163 casos activos no concelho figueirense e estão mais 180 pessoas sob vigilância.

Figueira da Foz com forte ondulação

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A praia da Figueira da Foz foi alvo de uma forte e irregular ondulação no dia de ontem, avistando-se ondas com uma altura significativa durante a tarde.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) havia colocado o distrito de Coimbra sob aviso laranja devido à agitação marítima. Na sequência dos avisos, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) emitiu na quarta-feira um alerta para o agravamento excepcional das condições de agitação marítima em toda a costa ocidental de Portugal continental, sobretudo na região a norte do Cabo Carvoeiro, até às 12:00 de sexta-feira.

Figueira da Foz aderiu à campanha de vacinação gratuita

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O Município da Figueira da Foz e a Associação Dignitude assinaram o protocolo “Programa ´Vacinação SNS Local´”, criado pela Associação Nacional de Farmácias (ANF), em prol de garantir a administração gratuita da vacina da gripe aos munícipes com idade igual ou superior a 65 anos por parte das farmácias comunitárias, segundo avançou a autarquia local.

O serviço de administração das vacinas, pelas farmácias, tem um custo de 2,50€ por utente. Deste valor, o Município contribui com 90% (2,25€/utente) e a Associação Dignitude contribui com os restantes 10% (0,25€/utente), perfazendo para a autarquia uma comparticipação financeira de 11.250,00€.

O protocolo encontra-se em vigor até ao dia 31 de Março de 2021.

Surto de Covid-19 no Lar da Senhora da Encarnação em Buarcos

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Segundo O Figueirense apurou, entre utentes e colaboradores que já testados, foram detectados 61 casos positivos de Covid-19, ainda 32 negativos e aguardam-se ainda resultados de alguns testes.

PSP e GNR reforçam fiscalização para evitar deslocações entre concelhos

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A PSP e a GNR vão realizar, a partir de sexta-feira, operações de patrulhamento, sensibilização e fiscalização em todo país para garantir as regras em vigor de contenção da pandemia de covid-19 no âmbito das limitações de circulação entre concelhos.

Em conferência de imprensa conjunta, realizada no Ministério da Administração Interna, a PSP e a GNR avançaram que as operações têm essencialmente uma vertente de sensibilização e pedagogia, mas em caso de necessidade estas duas forças e segurança não hesitarão em “impor a lei”.

Além da fiscalização à circulação entre concelhos, a Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública vão também estar atentas a outras regras em vigor para conter a pandemia de covid-19, como o uso de máscara na rua e nos transportes públicos, consumo de álcool na via pública e ajuntamento de pessoas, que estão limitados a cinco pessoas.

A circulação para fora do concelho de residência vai estar limitada, entre as 00:00 de sexta-feira e as 06:00 de 03 de Novembro, existindo algumas excepções.

Foto: Paulo Novais – Lusa

Conselho Municipal de Turismo tomou posse

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O Conselho Municipal de Turismo da Figueira da Foz (CMTFF)  tem por “objectivo promover a participação e envolvimento dos sectores público e privado, sociedade civil, movimento associativo e stakeholders, nas políticas turísticas do concelho, numa perspetiva de desenvolvimento turístico, tendo como base o desenvolvimento sustentável, que vise o aumento da competitividade e da oferta, que promova a atractividade do Concelho da Figueira da Foz, segundo apurou O Figueirense.

Ontem tomou posse este órgão, numa cerimónia realizada no CAE e presidida pelo presidente autarquia, Carlos Monteiro.

Integram o CMTFF, “órgão consultivo e de estudo, a nível municipal, no domínio das políticas do turismo de âmbito concelhio”, o presidente do município  e  representantes do Turismo do Centro de Portugal, Associação Comercial e Industrial, Sociedade Figueira Praia, Porto da Figueira da Foz; ainda um representante das agências de viagem, Associação Figueira com Sabor a Mar, Associação das Colectividades, Agrupamentos de Escolas e Escola não agrupada; Escola Profissional local e um elemento da Assembleia Municipal.

Covid-19: Uso de máscara na rua obrigatório a partir de hoje

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O uso de máscara na rua passa a ser obrigatório a partir de hoje, com excepções, e o não cumprimento desta imposição é punido com multas que vão até aos 500 euros.

Segundo a Lei promulgada pelo Presidente da República na segunda-feira e publicada na terça-feira em Diário da República, a obrigatoriedade do uso de máscaras na rua, uma forma de combater a pandemia de covid-19, terá a duração de 70 dias e abrange pessoas a partir dos 10 anos para “acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”.

Contudo a Lei estabelece exceções, nomeadamente para elementos do mesmo agregado familiar, quando não se encontrem na proximidade de terceiros.

O uso de máscaras deixa de ser obrigatório também para pessoas que apresentem atestado médico de incapacidade multiúsos ou declaração médica que ateste que a condição clínica da pessoa não se coaduna com o uso de máscaras e ainda quando esta seja incompatível com a natureza das actividades que as pessoas estejam a realizar.

A fiscalização do cumprimento da Lei sobre a obrigatoriedade do uso de máscara cabe às forças de segurança e às polícias municipais, devendo estas, em primeiro lugar, sensibilizar as pessoas para a importância do uso de máscara em vias públicas.

A Lei prevê a realização de campanhas de sensibilização junto da população sobre a importância do uso de máscara em espaços e vias públicas, para incentivar a adesão espontânea das pessoas esta e outras medidas de proteção individual e colectiva contra a covid-19.

PSP da Figueira apreende centenas de objectos furtados

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A Divisão Policial da PSP da Figueira da Foz recuperou centenas de objectos furtados nos últimos meses no concelho, alguns ainda embalados, que estavam na posse de um receptador, foi hoje anunciado.

O comandante da Divisão Policial, comissário José Freitas, disse à agência Lusa que o material apreendido na margem sul do concelho da Figueira da Foz foi furtado de residências, garagens, viaturas e obras em construção.

“São centenas de objectos, que vão desde bicicletas, ciclomotores, materiais de construção, de música, ferramentas, electrodomésticos, alguns ainda embalados, como fornos e exaustores”, enumerou o oficial, mostrando-se surpreso pela “qualidade e quantidade dos objetos”, alguns também de topografia, avaliados em milhares de euros.

A apreensão do material foi feita ontem, numa acção liderada pela Divisão Policial da PSP da Figueira da Foz em colaboração com o Destacamento Territorial de Montemor-o-Velho da GNR, no âmbito de uma investigação criminal em curso.

Segundo o comissário José Freitas, através das diligências efectuadas a PSP conseguiu chegar ao receptador, um homem de 77 anos, que inicialmente não estava referenciado e que não possui antecedentes criminais “relevantes”. O comandante da Divisão Policial da Figueira adiantou que vão ser efectuadas diligências para averiguar se o homem identificado era apenas receptador ou se vendia o material a outras pessoas.

Os objectos apreendidos vão estar expostos até ao final da semana nas instalações da PSP locais para que as pessoas que tenham sido alvo de furtos possam ir reconhecer os seus pertences, que serão entregues mediante prova da sua titularidade.

No âmbito das investigações em curso, a PSP vai ainda efectuar diligências para apurar se os suspeitos já referenciados são os autores dos furtos que resultaram naquelas centenas de objectos apreendidos.

Covid-19 altera acesso a consultas e exames no Hospital da Figueira

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A pandemia pelo SARS CoV-2 (Covid- 19) “obrigou a sociedade e os prestadores de cuidados de saúde a repensar comportamentos e atitudes, adaptando-se para trabalhar com segurança e tranquilidade nas diversas especialidades”, diz um comunicado dos Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF).

Aquele estabelecimento de saúde determinou um conjunto de mudanças que visam dar garantias acrescidas de segurança aos doentes e cria um conjunto de alertas. Devem obrigatoriamente ser respeitadas as seguintes regras:

  1. Se apresentar sintomatologia suspeita de infecção COVID (febre, tosse, dificuldade respiratória, alterações do paladar e olfato, dores de cabeça e dores musculares) ou tiver contactado com um caso suspeito ou positivo, não deve comparecer para cirurgia, consulta ou exames, devendo contactar o HDFF para desmarcação.
  2. Os utentes só devem comparecer no Hospital 15 minutos antes da hora indicada na convocatória;
  3. Nesta fase deve evitar fazer-se acompanhar por terceiros, só será permitida a entrada de acompanhantes em casos excepcionais;
  4. Os utentes devem trazer máscara cirúrgica sempre que se desloquem ao Hospital;
  5. A permanência de utentes nas salas de espera deverá respeitar as distâncias mínimas de segurança;
  6. A consulta não presencial será mantida sempre que clinicamente conveniente.

Quanto a desmarcações, o hospital solicita que  “se tem uma consulta ou exame marcado e não pode comparecer, por favor avise os serviços através da APP do Hospital, do e-mail desmarcacao@hdfigueira.min-saude.pt, ou através dos seguintes números de telefone – informação geral: 233 402 000, informação sobre agendamentos de consultas e cirurgias: 808 203 812.

Obras da baixa esperam dinâmica do empreiteiro

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O empreiteiro das obras da baixa da cidade figueirense comprometeu-se a avançar com a pavimentação das ruas infraestruturadas, entre as quais a rua dos Combatentes da Grande Guerra. O executivo camarário espera que a empresa apresente até depois de amanhã o cronograma. Se a autarquia não concordar com o calendário, e se o aceitar mas os prazos não forem cumpridos, garantiu Carlos Monteiro, parte para a rescisão do contrato e o lançamento de um novo concurso. Neste cenário, poderá ser feita uma adjudicação directa só para a pavimentação das ruas, para atenuar o já longo atraso para a conclusão das obras.

Declarações do presidente da Câmara da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, ao jornalista Jota Alves do diário regional “As Beiras”,

Presidente da República promulga uso obrigatório de máscara na rua por 70 dias

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O Presidente da República promulgou hoje o decreto da Assembleia da República que determina o uso obrigatório de máscara na rua, por um período de 70 dias, sempre que não seja possível cumprir o distanciamento físico recomendado.

Esta promulgação foi hoje divulgada através de uma nota no portal da Presidência da República na Internet.

“É obrigatório o uso de máscara por pessoas com idade a partir dos 10 anos para o acesso, circulação ou permanência nos espaços e vias públicas sempre que o distanciamento físico recomendado pelas autoridades de saúde se mostre impraticável”, lê-se no diploma, que entrará em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.

O incumprimento desta obrigação – da qual estão dispensadas “pessoas que integrem o mesmo agregado, quando não se encontrem na proximidade de terceiros”, ou que apresentem declaração médica para o efeito – constitui contraordenação sancionada com coima de 100 a 500 euros.

Costa de Portugal sob aviso amarelo devido à agitação do mar

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Toda a costa de Portugal continental e da Madeira estão hoje sob aviso amarelo devido à previsão de agitação marítima, com ondas de noroeste com 4 a 5 metros, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro estão com aviso amarelo até às 00:00 de terça-feira.

Para hoje está previsto no continente períodos de céu muito nublado, tornando-se gradualmente pouco nublado nas regiões Centro e Sul a partir da tarde.

A previsão aponta também para aguaceiros fracos nas regiões Norte e Centro, em especial no litoral até meio da manhã, sendo mais prováveis nas terras altas e possibilidade de queda de neve acima de 1.200/1.400 metros até ao início da manhã.

Equipa sénior de basquetebol do Ginásio Figueirense em isolamento

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Os 12 jogadores da equipa sénior de basquetebol do Ginásio Clube Figueirense (GCF) estão em isolamento profilático, depois de terem sido confirmados dois casos de infecção pelo novo coronavírus, disse à Lusa fonte do clube da Figueira da Foz.

O isolamento profilático da equipa que disputa o campeonato da Proliga, segunda divisão do basquetebol português, foi concretizado este domingo, depois de dois jogadores terem testado positivo para o Sars-Cov-2 durante o fim de semana.

No sábado, por precaução, e já com quatro atletas em isolamento, o GCF tinha acordado com o Sampaense o adiamento do jogo entre ambos, agendado para esse dia, o que se verificou.

A presidente da direcção do GCF, Ana Rolo, disse à agência Lusa que o clube quis adiar o jogo por “estar em causa a saúde pública”, mesmo perante a recusa da federação, já que, dos quatro jogadores do grupo inicial, três treinaram com os restantes colegas na quinta e sexta-feira.

“Quer o Ginásio fosse penalizado ou não, foi o que decidimos fazer. E hoje acabamos por confirmar que foi o mais acertado”, argumentou.

A dirigente do CGF contou que um primeiro jogador – que está lesionado e foi operado à clavícula há cerca de duas semanas, no hospital distrital – jantou com três colegas após ter tido alta hospitalar.

Na sexta-feira, depois de ter perdido o olfacto (um dos sintomas de infecção pelo novo coronavírus), acabou por fazer o teste, que deu positivo, levando ao isolamento profilático do grupo.

Após mais um teste positivo no grupo inicial, cujo resultado foi conhecido este domingo, os restantes oito jogadores da equipa sénior foram também colocados em isolamento profilático.

No total, estão em isolamento 12 jogadores, com idades entre os 18 e os 46 anos, adiantou Ana Rolo.

Três jogadores – um de nacionalidade portuguesa, um britânico e um com dupla nacionalidade alemã e norte-americana -, que residem em quartos no pavilhão do clube, foram hoje transferidos para um ‘bungalow’ no parque municipal de campismo da Figueira da Foz, cedido para o efeito pela autarquia local, sendo acompanhados, ao nível da alimentação, pelo GCF e pelos serviços da Misericórdia-Obra da Figueira.

“Fundamentalmente, não havia como não ir [ajudar]. A Câmara Municipal, neste caso concreto, como noutros, tem feito tudo para que a pandemia se propague o mínimo possível”, disse à Lusa Carlos Monteiro, presidente do município da Figueira da Foz.

“Ou nós dávamos esta solução ou então estávamos a inviabilizar que dezenas ou centenas de atletas pudessem praticar desporto [no pavilhão do GCF]. Embora tenhamos de ter todos os cuidados para evitar que a pandemia se propague, também é importante que, dentro da regras da Direcção-Geral da Saúde, se continue a praticar atividade física”, argumentou o autarca.

Na segunda-feira, as instalações do Pavilhão Galamba Marques, sede do Ginásio Figueirense, serão alvo de uma ação de desinfecção, para que os atletas de várias modalidades para além do basquetebol possam regressar aos treinos “em segurança e cumprindo todas as determinações da autoridade de saúde”, acrescentou Ana Rolo.

Detidos por cumprimento do mandado de detenção

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Anteontem pelas 9h45, na Rua do Chalet na Figueira da Foz, um homem de 23 anos foi detido pela PSP, “dado pender sobre o mesmo um mandado de detenção para ser presente a autoridade judicial competente”. O detido foi acusado da prática do crime de violência doméstica. Ficou proibido de contactar o com a vítima e foi-lhe aplicado um dispositivo electrónico para monitorizar os seus movimentos.

Também no mesmo dia, cerca das 16h10 na Rua da República, um homem de 21 anos, foi detido para cumprimento de 210 dias de pena de prisão efectiva, tendo sido conduzido ao Estabelecimento Prisional de Coimbra.

O detido foi condenado por ser o autor de diversos crimes de furto, ocorridos na cidade.

Farmácias com vacinas da gripe esgotadas

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O Governo disponibilizou 10 mil doses de vacinas da gripe para os profissionais das farmácias comunitárias no início desta semana, completando assim a primeira tranche da segunda fase da campanha de vacinação contra a gripe, que incluiu o alargamento da vacinação gratuita a pessoas com 65 ou mais anos e pessoas com doenças crónicas. Contudo, esta quantidade mostrou ser insuficiente.

“A primeira tranche conteve uma quantidade inferior à de resposta necessária” – disse Rui Carvalhinho, técnico de farmácia da Farmácia Soares, ao jornal O Figueirense. Devido à pandemia e à preocupação pública com a actual época gripal, Rui Carvalhinho contou-nos que as doses que a farmácia recebeu esgotaram pouco depois de serem entregues. “Cada farmácia recebeu cerca de 30 a 40 doses de vacina contra a gripe, a procura é muito superior à oferta”, declarou o técnico de farmácia enquanto nos mostrava várias folhas com registo de inúmeras reservas para encomendas.

Andreia Santos, da Farmácia Faria, concordando com a problemática desta situação, confirmou ao nosso jornal de que também já não tinham mais doses. “Não podemos fazer nada se não esperar”, disse Andreia, referindo-se à reposição das vacinas com a segunda tranche, que apenas tomará início no próximo mês. “Até chegarem mais vacinas, não há nada que possamos fazer”.

Habitualmente, a campanha de vacinação começa apenas em 15 de Outubro, mas este ano arrancou mais cedo devido à pandemia de covid-19. O SNS comprou este ano mais de dois milhões de vacinas da gripe a duas empresas diferentes, por concurso público, mas todas as vacinas são iguais. Na primeira fase, estiveram disponíveis 350 mil doses.

Filme do Turismo Centro de Portugal vence grande prémio do Festival Art&Tur

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O filme “A Vida é Agora”, do Turismo Centro de Portugal, é o grande vencedor da competição nacional da 13.ª edição do Festival Internacional de Cinema de Turismo – Art&Tur, realizado em Viseu, foi hoje anunciado.

O filme, produzido pela Slideshow para o Turismo Centro de Portugal, venceu o grande prémio destinado à melhor produção portuguesa em competição no evento que decorreu entre terça-feira e sexta-feira.

“A Vida é Agora”, realizado por Simão Lopes e Tiago Cardoso (Slideshow), “é um sinal de esperança e renascimento, gerado em plena pandemia”, adianta o Turismo do Centro em comunicado enviado à agência Lusa.

O júri distinguiu o mesmo filme com o 1.º lugar nas categorias “Responsabilidade Social” e “Destinos – Regiões” (competição nacional) e com o 2.º lugar no grupo “Destinos – Regiões” (competição internacional).

Durante os quatro dias do Art&Tur foram exibidos 72 filmes (escolhidos entre 295 que concorreram).

Câmara da Figueira vai ser iluminada de azul em prol de campanha europeia

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A fachada da Câmara Municipal da Figueira da Foz vai ser iluminada, amanhã, dia 24 de Outubro, com a cor oficial das Nações Unidas (azul), assinalando o 75º aniversário desta organização europeia, em prol da adesão do município à campanha “Turn Europe UN Blue”.

O município da Figueira da Foz foi um de 30 municípios nacionais que aderiu a esta iniciativa, promovida pelo Centro de Informação Regional da ONU para a Europa Ocidental (UNRIC) com o apoio do subsecretário-geral da ONU Fabrizio Hochschild, conselheiro especial do secretário-geral para as Comemorações dos 75 anos das Nações Unidas, do Governo de Portugal e da Associação Nacional dos Municípios.

Uso de máscara vai ser obrigatório a partir de hoje

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O parlamento aprovou hoje um projecto-lei do PSD que impõe o uso obrigatório de máscara em espaços públicos durante pelo menos três meses, medida que poderá ser renovada.

A iniciativa do PSD surgiu na sequência da proposta de lei apresentada pelo Governo na semana passada, que pretendia tornar obrigatório quer o uso de máscara quer da aplicação informática StayAway Covid.

A fiscalização compete às forças de segurança e às polícias municipais e o incumprimento do uso de máscara constitui contraordenação, sanccionada com coima entre os 100 e os 500 euros.

Viagens entre concelhos vão ficar suspensas

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A partir da meia noite do dia 30 de Outubro até às 23h59 do dia 3 de Novembro vai ser proibida a circulação entre diferentes concelhos do território nacional, segundo uma resolução aprovada hoje pelo Governo.

IPMA: Sismo de magnitude que foi registado não deverá ter réplicas

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O sismo de magnitude 3,8 (valor actualizado posteriormente) na escala de Richter que foi sentido hoje ao final da manhã em vários regiões do centro norte do país é do tipo de sismos que normalmente não se repetem, “dada a sua baixa magnitude”, disse a’ O Figueirense a geofísica Dina Vales do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.                  

Aquele especialista acrescentou ainda que os sismos não se prevêem.

Segundo a mesma fonte, o sismo, ocorreu e foi sentido às 11h42, teve epicentro no mar a cerca de 35 quilómetros a noroeste do cabo Mondego,  e “foi sentido com intensidade máxima III/IV (escala de Mercalli modificada) em Mira e com menor intensidade nos concelhos de Anadia, Aveiro, Estarreja, Santa Maria da Feira, Ílhavo, Mealhada, Sever do Vouga (Aveiro), Cantanhede, Coimbra, Lousã, Montemor-o-Velho, Soure (Aveiro), Alcobaça, Castanheira de Pêra, Leiria (Aveiro), Gondomar, Maia, Porto, Valongo (Aveiro), Tomar (Aveiro), Tondela, Viseu e Vouzela (Viseu).

O 2.º comandante distrital de operações de socorro de Coimbra, Nuno Seixas, confirmou não ter sido registado qualquer pedido de ajuda da população, apenas pedidos de informação sobre a confirmação do sismo, ou seja este sismo não causou danos pessoais ou materiais.

“A localização do epicentro de um sismo é um processo físico e matemático complexo que depende do conjunto de dados, dos algoritmos e dos modelos de propagação das ondas sísmicas. Agências diferentes podem produzir resultados ligeiramente diferentes. Do mesmo modo, as determinações preliminares são habitualmente corrigidas posteriormente, pela integração de mais informação”.

63 casos activos de Covid – 19 no Concelho da Figueira

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O concelho da Figueira regista hoje, segundo dados apurados junto do delegado de saúde local, 63 casos activos de Covid-19.

Excepção feita à Escola Doutor Joaquim de Carvalho há, de vários agrupamentos escolares locais, seis turmas em isolamento, adianta José Faria, o responsável pela saúde pública da Figueira em declarações a’ O Figueirense.

Rota do Mondego reforça “melhor turismo” no Centro

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A Grande Rota do Mondego, um percurso com 142 quilómetros inaugurado na Figueira da Foz, pode ajudar à promoção de “melhor turismo” na região Centro, afirmou hoje a secretária de Estado que tutela o sector. “Temos de acreditar que, assim que a procura deixe de estar reprimida, ela vai surgir”, disse Rita Marques, nos Paços do Concelho locais onde decorreu a cerimónia inaugural.

A Grande Rota do Mondego é um itinerário turístico que liga Oliveira do Hospital à Figueira da Foz, passando ainda pelos municípios de Tábua, Mortágua, Penacova, Coimbra e Montemor-o-Velho.

“Temos de acautelar o presente, mas sobretudo acautelar o futuro”, defendeu a secretária de Estado do Turismo, ao recordar que, nos primeiros meses da actual pandemia da Covid-19, foi importante criar “condições para resistir”, adoptando medidas e desbloqueando apoios para salvar empresas e empregos nesta área. Depois, era necessário recuperar das dificuldades, um objectivo do Governo em que disse continuar empenhada.

Morreu Maria João Rocha

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Natural da Figueira da Foz, onde durante os anos da infância e adolescência se deixou fascinar pelos espectáculos da Companhia Rafael de Oliveira, companhia profissional de teatro itinerante que permanecia nesta cidade durante a época de Verão, Maria João Rocha acabou por fazer uma carreira ligada a esta arte.

Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mestre em Teatro-Encenação pela Escola Superior de Teatro e Cinema e com o título de Especialista em Comunicação Audiovisual e Multimédia, atribuído por unanimidade por um júri conjunto do Instituto Politécnico de Lisboa / Instituto Politécnico de Leiria / Instituto Politécnico do Porto, Maria João Rocha foi investigadora no Gabinete de Estudos de Cultura, Artes Performativas e Audiovisuais, do CLEPUL – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e integrou o grupo de trabalho que desenvolveu o projecto de investigação 25/S I Ciclo de Estudos Televisivos.

Foi realizadora de televisão (RTP) e encenadora de teatro. Desempenhou funções docentes nas áreas do audiovisual e do teatro, em diversas escolas superiores e universidades. Foi ainda professora na licenciatura em Artes Performativas da ESTAL – Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa. Em 1994 recebeu uma menção especial do júri do Festival de Teatro Televisivo do Prémio Itália pela realização de Fé, Esperança e Caridade, de Odon von Horváth.

Maria João Rocha faleceu ontem, aos 70 anos, em Lisboa, após doença prolongada.

Poluição atmosférica “custa” a cada citadino europeu 1.276 euros por ano – estudo

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A poluição atmosférica “custa” a cada cidadão europeu residente em cidades 1.276 euros por ano, de acordo com um estudo da Aliança Europeia de Saúde Pública (EPHA na sigla original) hoje divulgado.

O estudo, segundo os responsáveis o maior do género, chegou ao valor médio quantificando o valor monetário das mortes prematuras, dos tratamentos médicos, dos dias de trabalho perdidos e de outros custos de saúde causados pelos três poluentes atmosféricos que causam mais doenças e mortes, partículas em suspensão (PM), ozono (O₃) e dióxido de azoto (NO₂).

No documento hoje divulgado a EPHA salienta que o problema da má qualidade do ar se faz sentir especialmente nas cidades, onde vivem dois terços dos europeus, e diz que dois terços das cidades violam as normas de ar limpo estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O estudo examinou 432 cidades de todos os países da União Europeia (UE) e ainda do Reino Unido, Noruega e Suíça. Somados, os custos da poluição atmosférica para os residentes nessas cidades chegam a 166 mil milhões de euros por ano, cerca de 385 milhões de euros, em média, por cidade.

Os habitantes das cidades maiores e mais caras têm custos mais elevados devido à densidade populacional, rendimentos e despesas mais elevados. No entanto, cidades da Europa central e de leste estão no topo da tabela de impacto, já que apesar de níveis de rendimento mais baixos a poluição atmosférica é “particularmente má”.

Por exemplo, de acordo com o estudo, um residente de Bucareste “paga” 3.004 euros devido à poluição, enquanto um habitante de Santa Cruz de Tenerife paga 382.

Em relação a Portugal, a poluição atmosférica tem um custo para um habitante de Lisboa de 1.159 euros e custa anualmente à cidade 635 milhões de euros. No Porto as perdas são menores, passando a 950 euros anuais por pessoa e custos de 226 milhões de euros para a cidade. Em Faro os valores são ainda mais baixos, 775 euros e 50 milhões de euros, por pessoa e pela cidade, respetivamente, e em Coimbra a poluição tem um prejuízo per capita de 598 euros, mas o prejuízo anual para a cidade é de 85 milhões, mais do que em Faro.

Na lista das cidades examinadas em Portugal estão ainda o Funchal, com danos causados pela poluição avaliados em 67 milhões de euros por ano, com um valor per capita de 603 euros, Setúbal, com danos de 115 milhões, 954 euros por habitante da cidade, e Sintra, com danos de 236 milhões e um valor individual de 625 euros.

Em Milão, por exemplo, a poluição tem um custo per capita de 2.843 euros, e em Paris de 1.602 euros. Em Madrid os custos são de 1.069 euros, menos do que em Lisboa, embora os danos causados pela poluição do ar ultrapassem os 3,3 mil milhões de euros na capital espanhola.

No documento agora divulgado, a EPHA lembra, citando a Agência Europeia do Ambiente (AEA), que a poluição atmosférica é a causa número um de mortes prematuras por fatores ambientais na Europa.

Num documento divulgado na última quinta-feira a AEA afirma que o ar da Europa é hoje mais limpo do que há meio século, mas acrescenta que ainda assim as avaliações anuais da qualidade do ar na Europa “mostram consistentemente que a poluição atmosférica continua a representar um perigo para a saúde humana e para o ambiente”.

E alerta que os níveis de poluição atmosférica em muitas das cidades europeias ainda excedem tanto os limites legais da UE como as diretrizes da OMS para a proteção da saúde humana. E estima que todos os anos cerca de 400.000 europeus morrem prematuramente devido à má qualidade do ar.

Além da perda de vidas, ainda de acordo com a AEA, a poluição tem “impactos económicos consideráveis”, aumentando os custos na saúde e reduzindo a produtividade. E prejudica o solo, as culturas, as florestas, os lagos e os rios, e as próprias casas, pontes e outras infraestruturas.

De acordo com o documento as PM causam a grande maioria dos custos (82,5%) em média, seguidas de NO₂ (15% – principalmente tráfego) e de O₃ (2,5% – de combustão). As proporções variam “consideravelmente de cidade para cidade”.

Os transportes são identificados como uma importante fonte de poluição do ar urbano, mas “mesmo pequenas mudanças nos hábitos de transporte e nas políticas das cidades podem fazer uma diferença substancial nos custos”, diz a EPHA.

A organização apela a políticas governamentais para reduzir os transportes baseados no petróleo, com alternativas mais sustentáveis, como andar a pé, de bicicleta ou em veículos limpos.

Citado no documento, o secretário-geral interino da EPHA, Sascha Marschang, afirma: “Em grande parte, a situação pode ser influenciada pelas políticas de transportes e as cidades podem reduzir os custos mudando para a mobilidade urbana com emissões zero. Os governos e a União Europeia devem ter estes custos em mente na política de transportes, a fim de apoiar, e não impedir, uma recuperação saudável da pandemia de Covid-19″.

A Aliança Europeia de Saúde Pública é uma associação europeia sem fins lucrativos que trabalha na área da saúde pública, com mais de quatro dezenas de organizações com membros em 21 países.

Mais de 500 ocorrências causadas ontem pela depressão Bárbara

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A Protecção Civil registou 510 ocorrências em Portugal continental na segunda-feira, na sequência da passagem da depressão Bárbara, com Lisboa a ser o distrito mais afetado pelo mau tempo.

“Nas últimas 24 horas, que correspondem ao início do estado de alerta [da Protecção Civil] para a depressão Bárbara registaram-se 510 ocorrências”, disse hoje à agência Lusa fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC).

Estas ocorrências são, maioritariamente, “inundações, quedas de árvores, limpezas de via e quedas de estruturas”.

O distrito de Lisboa é o mais afetado pelo mau tempo, com 171 ocorrências do total contabilizado, seguido pelo de Setúbal (67), Coimbra e Guarda (ambas com 37), Leiria e Santarém (ambas com 36).

“Estes seis distritos totalizaram 75% da atividade registada no território” continental, referiu a mesma fonte, acrescentando que “não há registo de vítimas”.

Os únicos danos que houve foram, por exemplo, caves ou garagens inundadas, especificou a Protecção Civil.

A ANEPC prevê “um desagravamento” da situação meteorológica durante a madrugada de hoje, mas, “a partir das 09:00, deverá haver um novo agravamento”.

Os distritos de Lisboa, Santarém, Setúbal, Portalegre, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Porto estão em estado de alerta especial laranja (o segundo mais grave da escala) a partir das 00:00 de hoje por causa da chuva forte e do vento.

No sistema de Proteção Civil, o estado de alerta especial laranja significa que o grau de risco é elevado, sendo expectável uma situação de perigo com condições para a ocorrência de fenómenos invulgares que podem causar danos a pessoas e bens, colocando em causa a sua segurança.

Este estado vai durar até às 23:59 de quarta-feira.

Os distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém, Portalegre e Castelo Branco estão também hoje sob aviso meteorológico vermelho, o mais grave, devido à previsão de chuva forte, na sequência da passagem da depressão Bárbara, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O aviso vermelho, o mais grave de uma escala de quatro vai estar em vigor nos cinco distritos entre as 12:00 e as 18:00 de hoje.

O aviso vermelho corresponde a uma situação meteorológica de risco extremo. Nesta situação, o IPMA recomenda que as pessoas se mantenham ao corrente da evolução das condições meteorológicas e sigam as orientações da proteção civil.

Portugal continental está sob o efeito da depressão Bárbara, que dará origem a precipitação forte, aumento da intensidade do vento com rajadas até 100 quilómetros por hora e até 130 quilómetros por hora nas terras altas e agitação marítima, em especial na costa da região sul.

Ticha Penicheiro doou espólio desportivo ao Ginásio

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Na passada quarta-feira, foram introduzidos à Sala-Museu do Ginásio Clube Figueirense os espólios desportivos da atleta internacional Patrícia Nunes “Ticha” Penicheiro, contribuindo com troféus, medalhas, posters, documentação para o Arquivo Histórico desta instituição.

Este contributo foi entregue pelos pais da consagrada atleta, Helena e João Penicheiro, também destacado basquetebolista e treinador do Clube, que atribuiu ainda mais valor à já prestigiada Sala-Museu do Ginásio.

Canceladas todas as actividades da Queima das Fitas de Coimbra

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Todas as actividades da Queima das Fitas de Coimbra foram canceladas devido à pandemia de covid-19, disse hoje à agência Lusa o presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra (AAC).

“As actividades tradicionais, como a Queima do Grelo (feita pelos estudantes que estão a terminar o seu percurso académico), o baile de gala e o sarau académico, foram canceladas”, afirmou Daniel Azenha.

Segundo o dirigente, assim que o Governo implementou a situação de calamidade, a AAC viu que “não havia condições para realizar as actividades em segurança”.

“É com muita pena, mas temos de cancelar”, declarou Daniel Azenha.

Reconhecendo que “a Queima das Fitas é uma atividade que dá espaço financeiro para que a associação continue a trabalhar no resto do ano”, pelo que “é dinheiro que não se ganha”, o presidente da Direcção-Geral da AAC salientou, contudo, que “a questão da saúde pública está em primeiro lugar”.

“E não há festa académica que esteja acima da saúde dos nossos colegas”, acrescentou.

As actividades da Queima das Fitas, cuja data não estava ainda definida, deveriam ocorrer no final deste mês e início de Novembro.

“Em relação à Queima das Fitas, prevista para Maio, não foi tomada nenhuma decisão, mas estamos a contar com a sua realização, desde que estejam reunidas as condições de saúde e segurança públicas”, referiu Daniel Azenha.

Numa publicação no domingo na rede social Facebook, a Comissão Organizadora da Queima das Fitas refere que, “apesar de todos os esforços” em “realizar e assinalar” esta festa neste mês, “infelizmente não se reúnem as condições de saúde pública necessárias”.

“Nesse sentido, é com muito pesar, mas, acima de tudo, com sentido de responsabilidade e consciência social, que comunicamos a toda a comunidade académica que a Queima das Fitas de Coimbra 2020 está oficialmente cancelada”, lê-se na publicação.

Os estudantes que já adquiriram o seu bilhete na venda promocional poderão reaver o valor na Secretaria da Queima das Fitas entre terça e sexta-feira, das 14:00 às 20:00, ou conservá-lo para a próxima edição, adianta a mensagem.

Em Agosto, a organização já tinha anunciado que o cortejo da Queima das Fitas de Coimbra, previsto ocorrer este mês, tinha sido cancelado.

“Dadas as circunstâncias e pensando de forma realista, nem nos carros alegóricos nem na plateia seria possível garantir um distanciamento razoável”, disse na ocasião o secretário-geral da Queima das Fitas, Leandro Marques.

A Queima das Fitas tinha sido adiada de Maio para outubro devido à pandemia, substituindo-se à Festa das Latas, o equivalente à receção ao caloiro.

Teresa Coimbra homenageada

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Teresa Coimbra, a primeira deputada figueirense, foi homenageada pela Câmara da Figueira que lhe entregou, numa cerimónia que decorreu no Auditório Municipal, a medalha de Mérito Técnico/Científico em Prata Dourada.

Teresa Coimbra, nascida em 1929, fixou residência na Figueira da Foz e é marcada pela história como acérrima opositora à ditadura que precedeu o 25 de Abril, Depois, com o advento da liberdade, é referência local. Hoje, aos 91 anos de idade, Teresa Coimbra, antiga professora da Escola Comercial, é destaque de “O Figueirense“.

Chove a partir de amanhã

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Segundo as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, os próximos dias trazem chuva para a região da Figueira da Foz e as temperaturas, sobretudo as máximas, vão diminuindo ao longo da semana.

Um ferido ligeiro em acidente ferroviário

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Há cerca de 2h na passagem de nível da Salmanha foi abalroada uma viatura ligeira de mercadorias por uma composição proveniente de Coimbra.

Deste acidente ferroviário resultou um ferido ligeiro que já se encontra no Hospital Distrital da Figueira da Foz.

No local estiveram ambas as corporações de bombeiros, a PSP e a VMER do hospital. Junto ao local do acidente foram recolhidas estas fotos pelo repórter de imagem José António Teixeira.

Covid-19: Uso obrigatório de ‘apps’ de rastreio contraria OMS e Comissão Europeia

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Comissão Europeia defendem em orientações sobre aplicações de rastreio de contactos para a covid-19 que o seu uso não deve ser obrigatório, como pretende o Governo português.

O executivo de António Costa propôs esta semana numa proposta de lei entregue no parlamento tornar obrigatório o uso da aplicação de rastreio de contactos ‘StayAway Covid‘ em contexto laboral, escolar e académico, bem como nas Forças Armadas, forças de segurança e administração pública, uma proposta controversa cuja constitucionalidade foi questionada.

A proposta de lei do Governo prevê multas até 500 euros por incumprimento, quer do uso da aplicação naqueles contextos, quer do uso de máscara, que o Governo também quer tornar obrigatório no “acesso ou permanência nos espaços e vias públicas”.

A intenção de António Costa, que esta semana declarou querer dar “um abanão” na sociedade portuguesa, entra em contradição com as orientações da OMS, que em Maio deste ano publicou várias considerações éticas sobre o assunto, dizendo explicitamente que “a decisão de descarregar e usar uma aplicação que contribua para a vigilância em saúde pública ou para o rastreio digital de proximidade deve ser voluntária e informada”.

“Os governos não devem tornar obrigatório o uso de uma aplicação” e “uma pessoa deve ser livre de desligar a aplicação quando quiser e deve ser livre para a apagar quando quiser”, defende a agência das Nações Unidas para a saúde.

Em orientações sobre o uso de aplicações de rastreio emitidas em Abril deste ano, a Comissão Europeia defendeu que “a instalação de uma aplicação nos dispositivos móveis deve ser voluntária e não deve ter qualquer consequência negativa para a pessoa que decida não descarregar ou usar a aplicação”.

Apesar de não serem orientações vinculativas, estes princípios voltaram em Maio a nortear novas orientações da Comissão sobre a compatibilidade destas aplicações entre os diversos estados-membros, de forma a garantir a sua funcionalidade quando os cidadãos se deslocam: “devem ser voluntárias, transparentes, temporárias, ciber-seguras, usar dados temporários e anónimos, utilizar tecnologia ‘Bluetooth’ e ser aprovadas pelas autoridades nacionais de saúde”.

Nenhum país europeu tem aplicações obrigatórias. A Eslovénia foi o único país europeu em que se considerou a hipótese de tornar obrigatório o uso da aplicação de rastreio ‘OstaniZdrav‘, que começou a ser aplicada em Agosto deste ano, pouco antes de a ‘StayAway Covid‘ ser lançada, e foi adaptada da que é utilizada na Alemanha.

Antes de a introduzir, o governo de Janez Jansa defendeu o seu uso obrigatório para as pessoas infectadas ou em quarentena, o que foi contestado pela oposição no parlamento esloveno, que acusou o executivo de estar a introduzir lentamente uma ditadura no país.

A China, onde o novo coronavírus surgiu, foi também o primeiro país a adoptar aplicações de rastreio de contactos, uma das quais atribuiu aos cidadãos um código de risco de contágio por exposição ao vírus, sem o qual ninguém conseguia entrar ou sair de determinadas regiões do país.

Na Turquia de Recep Tayip Erdogan, quem estiver infetado com o novo coronavírus é obrigado a descarregar a aplicação ‘Hayat Eve Sigar‘ e os seus dados de localização são partilhados pelo ministério da saúde turco com a polícia. Quem viola a quarentena é primeiro avisado, mas depois pode ser multado ou preso.

Singapura impõe o uso da sua aplicação de rastreio, ‘Tracetogether’, a trabalhadores migrantes que considera estarem em situações de risco elevado, como os do setor da construção que partilham dormitórios comunitários ou os que trabalham nos portos.

No Qatar, a aplicação ‘Ehteraz‘ é obrigatória para quem queira andar na rua e quem se recuse instalá-la pode ser multado ou ficar sujeito a três anos de prisão.

Na Índia, um dos países com mais infectados, desde maio que é obrigatório para todos os trabalhadores dos sectores público e privado ou para as pessoas em zonas sob confinamento instalar a aplicação ‘Aarogya Setu‘, sob pena de multas ou penas de prisão que podem ir até dois anos.

A Comissão Nacional de Protecção de Dados alertou na quarta-feira que o uso obrigatório da ‘StayAway Covid‘ “suscita graves questões relativas à privacidade dos cidadãos” e a Associação D3 já disse que admitia avançar com uma providência cautelar para travar a obrigatoriedade de instalar a aplicação, dizendo que “as Apps obrigatórias não pertencem a uma Europa democrática”.

Bloco de Esquerda, PCP, CDS-PP, PAN, Verdes e Chega já se manifestaram contra a obrigatoriedade do uso da aplicação, enquanto o líder do PSD, Rui Rio, manifestou dúvidas em relação à eficácia de tal medida, remetendo a sua análise para a apreciação em comissão parlamentar.

O Presidente da República, afirmou que se persistirem dúvidas de constitucionalidade sobre a lei que obriga à utilização da ‘StayAway Covid‘, a enviará para fiscalização preventiva por parte do Tribunal Constitucional.

A aplicação móvel, lançada em 01 de Setembro, permite rastrear, de forma rápida e anónima e através da proximidade física entre ‘smartphones’, as redes de contágio por covid-19, informando os utilizadores que estiveram, nos últimos 14 dias, no mesmo espaço de alguém infetado com o novo coronavírus SARS-Cov2.

Ortopedia reabre para a semana

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Estão fechados e em desinfecção os Serviços de Ortopedia do Hospital Distrital da Figueira da Foz. Este encerramento forçado deve-se a uma detecção feita anteontem de dez casos de covid-19, cinco em profissionais e outros cinco em doentes de enfermaria.

Os doentes foram reencaminhados para a Zona Covid e os profissionais estão em quarentena nas suas residências. O hospital continua com quatro urgências abertas, sendo duas exclusivamente para doentes covid.

Rotary Club vai realizar uma palestra com o tema “Construir Cidade”

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O Rotary Club vai realizar uma palestra online com o tema “Contruir Cidade”, para falar dos desafios – em matéria de sustentabilidade económica, ambiental e social – que se colocam à construção e gestão das cidades num mundo crescentemente urbanizado e sobre o contributo das novas gerações neste processo construtivo, de reabilitação e manutenção da Cidade.

A palestra vai ter como convidado o Eng. João Armando Gonçalves, docente no ISEC, e conta com Francisco Oliveira Martins, presidente do clube rotário, como moderador.

A sessão vai tomar forma em directo pela página do facebook do Rorary Club da Figueira da Foz, pelas 21h30 de hoje.

Estado de calamidade com medidas reforçadas

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O Governo decidiu “elevar o nível de alerta da situação de contingência para estado de calamidade em todo o território nacional” por causa da pandemia de covid-19, com o adoptar de oito novas e reforçadas medidas que entraram em vigor desde o início de hoje.

Estas novas medidas vêm a trazer algumas alterações a comportamentos da população, assim como o agravamento de coimas.

Dentro das várias medidas que foram impostas, a primária foi a de elevar o estado de contingência a estado de calamidade em todo o território nacional, podendo o Governo adoptar, sempre que necessário, medidas que se justifiquem para conter a pandemia, desde restrições de circulação a outras medidas que concreta e localmente se venham a verificar justificadas.

Foram proibidos ajuntamentos com mais de cinco pessoas na via pública, limitação aplicável quer a outros espaços de uso público de natureza comercial ou na restauração.

Eventos de natureza familiar, como casamentos e baptizados, estão a partir de hoje limitados a um máximo de 50 pessoas, sendo que todos os participantes terão de cumprir normas de afastamento físico e de protecção individual como o uso de máscara.

Nos estabelecimentos de ensino, nomeadamente universidades e politécnicos, estão agora proibidos todos os festejos académicos e actividades de carácter não lectivo ou científico, como cerimónias de recepção de caloiros e outro tipo de festejos que impliquem ajuntamentos, que têm de ser evitados a todo o custo para não repetir circunstâncias que já se verificaram de contaminação em eventos desta natureza.

As acções de fiscalização do cumprimento destas regras serão reforçadas, por parte das forças de segurança e a ASAE, quer na via pública quer nos estabelecimentos comerciais e de restauração.

As coimas aplicáveis a pessoas colectivas poderão agora ser agravadas até um total de 10 mil euros, em especial aos estabelecimentos comerciais e de restauração, que não assegurem o escrupuloso cumprimento das regras em vigor quanto à lotação e ao afastamento que é necessário assegurar dentro destes estabelecimentos.

Foi recomendado vivamente a todos os cidadãos o uso de máscara comunitária na via pública e a utilização da aplicação Stayaway Covid e a comunicação através da aplicação sempre que haja um teste positivo.

O primeiro-ministro afirmou ainda que irá apresentar à Assembleia da República uma proposta de lei, com tramitação de urgência, para impor a obrigatoriedade do uso da máscara na via pública (nos momentos em que há mais pessoas) e da utilização da aplicação Stayaway Covid em contexto escolar, profissional e académico, nas Forças Armadas, nas Forças de Segurança e no conjunto da Administração Pública.

Portugal volta ao estado de calamidade às 24h: proibidos ajuntamentos com mais de 5 pessoas

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O Primeiro-Ministro anunciou hoje que, a partir de quinta-feira, serão proibidos ajuntamentos de mais de cinco pessoas na via pública e que os eventos de natureza familiar como casamentos e batizados terão um máximo de 50 participantes. Foi também anunciado que serão proibidos todos os festejos académicos nos estabelecimentos de ensino e o agravamento das coimas aos estabelecimentos comerciais que não cumprirem as normas de proteção contra a covid-19.

Estas são três das oito medidas anunciadas por António Costa no final da reunião do Conselho de Ministros, em que também comunicou que Portugal vai elevar o estado de alerta no combate à pandemia da covid-19, passando da situação de contingência para o estado de calamidade.

“Já ao abrigo do estado de calamidade, a partir das 24:00 de hoje, deixará de poder haver ajuntamentos na via pública de mais de cinco pessoas, entendendo-se também que esta é a limitação que se aplica a outras espaços de uso público de natureza comercial ou na restauração”, declarou o líder do executivo.

Além desta medida, o primeiro-ministro referiu que o Governo também decidiu “limitar os eventos de natureza familiar, como casamentos, baptizados e outros, que sejam marcados a partir de hoje, a um máximo de 50 participantes, sendo que todos terão de cumprir as normas de afastamento físico e de protecção individual, como seja o uso de máscara”.

CCDR: Isabel Damasceno eleita presidente no Centro com 1.909 votos em universo de 2.836

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A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), Isabel Damasceno, foi reconduzida no cargo, nas eleições de terça-feira, com 1.909 votos num universo de 2.836 eleitores.

Na eleição da nova presidente da CCDRC, candidata única ao cargo, participaram 2.420 membros do colégio eleitoral, constituído por 2.836 autarcas dos 77 municípios da região Centro envolvidos no sufrágio.

Segundo os resultados definitivos do acto eleitoral, revelados hoje pela Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), foram registados 416 votos brancos e 95 nulos.

Presidente social-democrata da Câmara de Leiria, entre 1998 e 2009, a economista Isabel Damasceno Vieira de Campos Costa, de 64 anos, já liderava a CCDRC desde o início do ano.

Nessa data, assumiu o lugar por despacho da ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, que desempenhava tais funções antes de ingressar no actual Governo de António Costa.

A escolha da líder da CCDRC, com sede em Coimbra, coube a um colégio eleitoral constituído por 2.836 eleitos locais, dos quais 77 são presidentes das câmaras.

Quando Ana Abrunhosa assinou o despacho de nomeação, em 21 de Janeiro, Isabel Damasceno exercia o cargo de vogal executiva do Programa Operacional Regional – Centro 2020, área em que trabalhou durante uma década com a actual ministra da tutela.

Injúrias a agente de autoridade

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No domingo, pelas 00h15, na Rua Cândido dos Reis, em Buarcos, foi detido um homem de 51 anos, por tentativa de agressões e injúrias a um agente de autoridade.

Segundo nota da PSP, “por haver conhecimento de que na referida artéria estaria a decorrer uma desavença entre vários indivíduos, de imediato os agentes se deslocaram para o local. Aí chegados, e, com o intuito de se inteirarem do que teria ocorrido, apuraram que o suspeito já teria agredido várias pessoas que já não se encontravam no local. Confrontado com o descrito, este assumiu uma atitude muito agressiva e injuriosa, tendo puxado o blusão de um agente”. Perante os factos foi detido.

“Semana da Alimentação” vai ser celebrada com diversas actividades

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O dia 16 de Outubro marca o Dia Mundial da Alimentação, celebrado anualmente com o objectivo de sensibilizar para a importância da adopção de políticas, programas e acções visando a eliminação da fome no mundo e assegurar a segurança alimentar dos povos.

O município da Figueira da Foz decidiu marcar esta data, com a ajuda de várias entidades locais, preenchendo esta semana, de 12 a 16 de Outubro, com diversas actividades presenciais e online, sob o tema “Cultivar, alimentar, preservar. Juntos – As nossas Acções são o nosso Futuro“, dirigidas a diferentes públicos-alvo, com o objectivo de dinamizar noções e ideias sobre o nutricionismo e a alimentação dentro das diferentes camadas da população.

Para informações mais pormenorizadas do cartaz e dos seus eventos, a programação está disponível na página online do município em: www.cm-figfoz.pt

Greve no ensino superior arranca hoje sem data para terminar

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Os docentes do ensino superior iniciam hoje uma greve para exigir a salvaguarda das condições de segurança sanitária nas instituições, um protesto que só terminará quando os problemas estiverem resolvidos.

A greve foi convocada pelo Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup), com o objectivo de dar aos docentes a possibilidade de se recusarem a trabalhar, se considerarem que as condições de saúde necessárias para responder à pandemia da covid-19 não estão asseguradas.

Na altura em que entregou o pré-aviso, há cerca de duas semanas, o presidente do sindicato disse à Lusa que este é um protesto “pelo direito à saúde”.

“Nós queremos dar às pessoas a capacidade de dizerem ‘não’, de indicarem que, de facto, não estão reunidas as condições para poder leccionar”, disse Gonçalo Leite Velho, afirmando que além do direito à saúde, está também em causa o direito à resistência.

Pelos objectivos que a motivaram, o SNESup não prevê uma data para o final da greve, que deverá durar enquanto os docentes entenderem que os problemas ao nível da segurança sanitária persistem.

“O nosso objectivo é proteger os docentes enquanto durar esta situação pandémica e enquanto não verificarmos como garantido, da parte das instituições e do Governo, a proteção integral destas pessoas”, sublinhou o presidente do sindicato.

Em causa, estão dois problemas particulares: a situação dos profissionais de risco e as condições de funcionamento em algumas instituições.

Em relação aos professores de risco, o sindicato relata a desigualdade nas respostas das universidades e politécnicos que têm tratado um problema semelhante de maneiras muito distintas.

“Temos visto uma aplicação discricionária do dever especial de protecção. Por um lado, docentes a quem estava a ser reconhecido esse dever especial de protecção e no caso de outros docentes não”, explicou o presidente do SNESup.

No caso dos docentes que viram recusados os pedidos para não leccionarem as aulas presenciais, por questões de saúde, a justificação apontada por Gonçalo Leite Velho é, sobretudo, financeira.

“Pura e simplesmente, negavam a substituição por incapacidade para contratar outros docentes”, referiu, sublinhando que este é um problema que se verifica, sobretudo, nas disciplinas práticas, uma vez que algumas universidades e politécnicos optaram por leccionar as aulas teóricas a distância.

Os representantes dos reitores das universidades dos presidentes dos politécnicos já tinham explicado a situação dos docentes integrados em grupos de risco seria avaliada caso a caso, admitindo que alguns casos poderiam ser bastante complexos.

Para o SNESup, no entanto, as soluções têm de ser aplicadas de forma uniforme, através de alternativas que passem pelo tele-trabalho ou da contratação de professores substitutos quando a primeira não é possível.

Por outro lado, o sindicato denuncia ainda falhas no funcionamento de algumas instituições, onde as condições de segurança não estão a ser asseguradas, relatando casos de turmas com mais de 100 alunos em anfiteatros onde a circulação de ar se faz apenas por uma porta.

Sensível às dificuldades financeiras do país em geral, e das instituições de ensino superior em particular, Gonçalo Leite Velho alerta, ainda assim, que é preciso voltar a colocar a saúde pública no topo das prioridades, algo que considera que não está a acontecer.

Pesca de sardinha é agora proibida

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A captura e descarga de sardinha ficou proibida desde ontem, segundo a decisão do Governo publicada esta semana em Diário da República.

Na quinta-feira, o despacho da secretária de Estado das Pescas, Teresa Coelho, indicou que fica “interdita a captura, manutenção a bordo e descarga de sardinha, a partir das 0:00 horas do dia 10 de Outubro de 2020, com qualquer arte de pesca”.

Segundo o diploma, a captura de sardinha atingiu o limite fixado para este ano pelo Governo, tendo em conta o acordado com Espanha no Plano Plurianual para a Gestão e Recuperação da Sardinha 2018-2023, visando esta decisão reforçar as medidas de conservação e protecção da espécie.

A pesca da sardinha tinha reaberto este ano em 01 de Junho, com limites de captura diários e semanais, depois de ter sido encerrada em 12 de Outubro do ano passado.

Em Maio, o Governo definiu que a pesca da sardinha seria proibida a partir de 31 de Julho, mas no final de Julho, num despacho do anterior secretário de Estado das Pescas, José Apolinário, decidiu prolongar a possibilidade de capturas após 01 de Agosto, aumentando o limite de descargas obtidas com a arte de cerco para 6.405 toneladas e proibindo a partir de 14 de Setembro a pesca de sardinha às quartas-feiras.

Segundo esse despacho, quando o limite de descargas de sardinha de 6.405 toneladas fosse atingido, seria publicado novo despacho, a proibir a captura, manutenção a bordo e descarga de sardinha, o que aconteceu esta semana.

Covid-19: Desde o início de Maio que não se registavam tantos internamentos

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Portugal tem hoje 811 pessoas internadas devido à infecção por covid-19, o que significa que desde o inicio de Maio que não se registavam tantos internamentos.

A 11 de Maio existiam 805 pessoas internadas, número que foi registando um decréscimo ao longo de cinco meses.

Embora com oscilações diárias nunca mais se tinha ultrapassado o valor de 805 doentes internados.

Na quinta-feira, os dados do boletim epidemiológico davam conta que 801 infetados estavam internados em unidades hospitalares portuguesas, número que registou hoje uma subida (mais 10 pessoas).

No que respeita aos cuidados intensivos os dados revelam também uma semelhança ao ocorrido em Maio.

Portugal registou hoje mais 12 mortos relacionados com a covid-19 e 1.394 novos casos de infecção com o novo coronavírus, segundo o boletim epidemiológico da Direcção-Geral da Saúde (DGS).

Desde o início da pandemia, em Março, este é o segundo maior número de casos de infecção. O maior foi em 10 de Abril, com 1.516.

Portugal já registou 2.062 mortes e 83.928 casos de infecção, estando hoje activos 29.702 casos, mais 735 do que na quinta-feira.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 38.166 homens e 45.762 mulheres, de acordo com os casos declarados. Do total de vítimas mortais, 1.032 eram homens e 1.030 mulheres.

A DGS indica que das 12 mortes registadas, oito ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, três na região Norte, onde hoje se regista o maior número de infeções e uma na região centro.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em Fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

Universidade de Coimbra lança projecto para promover saúde mental nos jovens

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Uma equipa da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra vai iniciar este mês, na Figueira da Foz, um projecto de promoção da saúde mental e de prevenção da depressão nos jovens.

Segundo a Universidade de Coimbra (UC), o plano, que visa “a promoção da saúde mental, a prevenção da depressão e o combate ao estigma social e ao insucesso escolar associados”, vai ser aplicado em duas escolas do Agrupamento Figueira Norte.

A intervenção vai ser aplicada na Escola Básica Pintor Mário Augusto e na Escola Secundária Cristina Torres, no âmbito do projecto “SMS” (acrónimo de “Sucesso, Mente e Saúde”), financiado pelo programa Portugal Inovação Social e pela Câmara Municipal da Figueira da Foz.

Governo aprovou apoios no valor de 3,6 ME para os municípios afectados pela tempestade Leslie

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O Governo autorizou hoje a celebração de adendas aos contratos de apoio financeiro aos municípios afectados pela tempestade Leslie, transferindo cerca de 3,6 milhões de euros para as autarquias.

Depois da transferência de 1,4 milhões de euros em 2019, o despacho hoje publicado no Diário da República autoriza o pagamento de cerca de 3,6 milhões de euros aos 24 municípios afetados pela tempestade Leslie, fechando assim o valor da comparticipação do Estado pelos danos em infraestruturas de autarquias (60% de 8,3 milhões de euros de investimento elegível).

De acordo com a ministra da Modernização do Estado e da Administração Pública, Alexandra Leitão, até ao fim do mês ou no máximo no início de Novembro deverão estar reunidas as condições para serem assinados os protocolos com os municípios.

“Precisávamos da publicação deste despacho para operacionalizar a assinatura dos protocolos. Agora vai ser muito rápido e vamos fazer chegar, finalmente, esta verba aos municípios”, salientou a ministra, em declarações à agência Lusa.

Segundo Alexandra Leitão, este apoio diz respeito a investimentos que as autarquias tiveram que fazer em equipamentos municipais afectados pela tempestade Leslie, mas também em infraestruturas do Estado, em que as câmaras avançaram com as obras e que serão agora ressarcidas.

A tempestade Leslie, que atingiu grande parte da região Centro na noite de 13 para 14 de Outubro de 2018, provocou 27 feridos ligeiros, 61 desalojados e prejuízos de cerca de 120 milhões de euros.

A passagem do furacão, que chegou a Portugal como tempestade tropical, afectou, com diferentes graus de gravidade, muitas centenas de habitações, provocando 57 desalojados no distrito de Coimbra, três no de Viseu e um no de Leiria.

A Leslie originou a participação de 28 mil sinistros às companhias seguradoras, que, segundo a Associação Portuguesa de Seguros, atingem um custo estimado em mais de 60 milhões de euros, isto é, cerca de metade do valor global dos prejuízos provocados directamente pela tempestade.

Helicóptero médico transportou o queimado dos Carritos para a Prelada

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O homem de 72 anos que ontem ficou ferido devido a uma queimada que acabou por atingir mais de mil metros quadrados nos Carritos, foi transportado de helicóptero para o Hospital da Prelada, no Porto.

Esta atitude médica foi tomada devido a queimaduras de 1.º e 2.º graus que atingiram a vítima.

Casos Covid-19 na Figueira da Foz

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Há oito casos novos e Covid-19 no concelho, relacionados entre si. Dois dos casos são alunos de estabelecimentos de ensino, nomeadamente da Escola Secundária c/ 3.º CEB de Cristina Torres e do Jardim de Infância Conde de Ferreira. Encontram-se ambos em quarentena desde 5 de Outubro, segundo nota da Câmara da Figueira.

De acordo com informação prestada pelo delegado de Saúde, considerando que “o contacto das crianças com o caso contagiante ocorreu em data posterior ao último dia em que frequentaram o estabelecimento de ensino, não se considera necessário adoptar quaisquer medidas adicionais às que a comunidade escolar já aplica na prevenção da transmissão do vírus”.

Relacionado com este foco de contágio, encontram-se em situação de isolamento profilático dois alunos, um a frequentar a Escola Secundária c/ 3.º CEB Dr. Bernardino Machado e o outro a Escola EB 2/3 Infante D. Pedro.

Escola da Figueira integra campeonato mundial de design de videojogos

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O Campeonato do Mundo de Design de Jogos Digitais vai ter início já a partir de amanhã, dia 9 de Outubro, com a co-organização da CodeUp, escola da Figueira da Foz de programação informática. O evento conta com António Durão, professor de programação e dono da escola, que irá representar a instituição como anfitrião do campeonato, segundo avançou o diário As Beiras.

O torneio conta com centenas de equipas, incluindo algumas portuguesas, e terá como objectivo o de desenhar, programar e criar um jogo digital de raíz em apenas 54 horas. O evento será realizado online devido às condições actuais da pandemia.

The Black Mamba vêm ao CAE

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A banda nacional “The Black Mamba”, conhecida pelas suas actuações entusiásticas ao vivo, vem realizar um concerto no Centro de Artes e Espectáculos no dia 24 de Outubro, pelas 21h30.

O grupo, composto por Pedro Tatanka, Ciro Cruz e Miguel Casais, juntou-se em 2010, ano em que lançou o disco de estreia «The Black Mamba», nome que batizou também o trio. A sua música percorre o universo do blues, soul e funk, numa adaptação ao seu habitat natural.

Em 2014 produziram o segundo disco de originais, “Dirty Little Brother”, que reúne 11 temas em que colaboram nomes como Aurea, António Zambujo, Silk e Orlanda Guilande.

2016 foi um ano de trabalho em que a banda deu continuidade a uma série de concertos em formato acústico juntamente com os concertos elétricos de verão. The Black Mamba afirma-se definitivamente Em 2018 lançam o terceiro álbum de originais da banda, “The Mamba King”. “Stronger” e “Believe” foram os primeiros singles apresentados. 2019 marcou o início da “Good Times Tour”, que é um regresso às origens para celebrar os 10 anos de carreira da banda.

Os bilhetes vão ter o custo de 12,50€ por pessoa e estão disponíveis para venda na bilheteria do CAE e na Ticketline.

Hotelaria nacional com problemas

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Cerca de 40% das empresas da restauração e bebidas e 25% do alojamento turístico em Portugal já despediram desde o início da crise pandémica, segundo os resultados do inquérito mensal da AHRESP, divulgado hoje.

Das empresas da restauração e bebidas que despediram, 29% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50% e 14% em mais de 50%, mostra o inquérito realizado pela Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP).

Quanto ao alojamento turístico, das 25% empresas que despediram, 30% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50% e mais de 25% reduziram em mais de 50% os seus postos de trabalho.

Porta contentores foi rebocado para o Porto da Figueira

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Porta Contentores com problemas nas máquinas já entrou no Porto da Figueira, com a ajuda de dois rebocadores.

Imagens do momento captadas por José António Teixeira.

Vídeo disponibilizado por José António Teixeira

Homem morre ao volante na Figueira

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Um homem de 60 anos, emigrante na Suíça, morreu ontem depois de sofrer uma paragem cardiorrespiratória quando conduzia, na rodovia urbana de Buarcos, na zona de Montalvo, na Figueira da Foz. 

Segundo avança o diário As Beiras, “o automóvel despistou-se e só ficou imobilizado na rotunda da Serra da Boa Viagem. A mulher do condutor, que seguia ao lado, entrou em pânico. O alerta para um acidente de viação chegou aos Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz, pelas 12H14. “Quando chegámos encontrámos um casal, ambos já fora da viatura, ela abalada e em pânico e ele em paragem cardiorrespiratória”, escreve a jornalista Cátia Vicente naquele jornal diário.

Agricultores de Coimbra querem reunir com APA e Governo sobre prejuízos

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A Associação dos Agricultores de Coimbra vai solicitar uma audiência à Agência Portuguesa do Ambiente e à Direcção de Agricultura para apresentar os prejuízos causados pelo mau tempo que só nas culturas de milho ascendem a 300 mil euros.

“Devido ao mau tempo ocorrido em Setembro, há prejuízos em mais de 100 hectares de milho de grão e silagem no Baixo Mondego, envolvendo dezenas de agricultores”´, indicou a Associação Distrital dos Agricultores de Coimbra (ADACO), notando que o prejuízo da área afectada ronda os 300 mil euros.

Os agricultores referiram que os seguros não pagam o montante em causa, uma vez que estes só cobrem prejuízos, no mínimo, em 30 por cento da exploração agrícola e com ventos de 70 quilómetros por hora ou mais.

Para a ADACO deve existir a possibilidade de fazer seguros individuais ou colectivos, através dos quais os prejuízos são pagos “no valor total afectado a partir de um euro” e o Governo deve adoptar medidas para apoiar os agricultores em causa.

Neste sentido, a associação vai pedir uma reunião, “com carácter de urgência”, à Direcção Regional de Agricultura do Centro.

Por outro lado, os agricultores de Coimbra lamentam que as obras feitas no leito periférico direito do Rio Mondego não “sejam insuficientes”, o que pode levar a um novo desmoronamento do dique.

“A APA aquando das cheias em finais de 2019, ao tirar toneladas de areia do Rio Mondego a montante da ponte de Santa Clara, depositando-as depois a jusante desta mesma ponte entre Coimbra e Montemor-o-Velho, originou que nestas zonas o rio ficasse com pouca capacidade de armazenamento de água, o que contribuiu em muito para que as cheias atingissem a dimensão que tiveram, e causar os imensos prejuízos que conhecemos na agricultura e infraestruturas”, sublinhou, vincando que “estão criadas as condições” para novas cheias e, consequentes, prejuízos.

A ADACO vai também pedir uma audiência à delegação de Coimbra da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), esperando que esta “ouça os agricultores”.

Teresa Coimbra vai ser homenageada

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A Câmara da Figueira vai homenagear Teresa Coimbra, a primeira mulher figueirense que foi eleita deputada à Assembleia da República.

Teresa Coimbra, professora aposentada, nascida em 1929, será agraciada com a medalha de mérito técnico-científico em prata dourada.

Homem detido por tráfico de estupefacientes

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Na madrugada de ontem, cerca das 2h30, na Rua José da Silva Fonseca na Figueira da Foz, foi detido um homem de 28 anos.

Numa acção normal de patrulha, elementos da Esquadra da Divisão Policial local avistaram o homem que se encontrava inserido num grupo de três indivíduos (devidamente identificados) que, ao se aperceber da presença policial, “denotou algum nervosismo e tentou a fuga”, diz a PSP. Abordado e sujeito a uma revista de segurança, foi-lhe encontrado 40 doses individuais de Liamba, produto estupefaciente designado de MDMA, suficiente para 46 doses individuais, um telemóvel e a quantia de 200 euros, “que se acredita ser proveniente da actividade ilícita”.

Segundo apurámos, “o estupefaciente, o telemóvel e a quantia monetária encontrados foram apreendidos e o suspeito detido. Será presente a tribunal para primeiro interrogatório e aplicação de medidas de coacção”.

25 casos activos de Covid-19 na Figueira

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A autoridade de saúde pública da Figueira, em ligação com Administração e a Capitania do Porto locais, activou mecanismos de despiste a um suspeito de poder estar infectado por Covid-19 localizado em alto mar, ao largo na costa figueirense, “na tentativa de poder despistar o caso”.

A embarcação ainda não fez a entrada no porto, segundo apurámos.

Em declarações exclusivas a’ O Figueirense, José Faria, delegado da Saúde da Figueira da Foz, confirma todos os cuidados neste e outros casos suspeitos para que “se possa proteger o mais possível a região”.

Presentemente contabilizam-se, no concelho 83 casos (números acumulados), mas subiram para 25 o número de doentes activos por Covid-19.

Armazenamento de água desceu em todas as bacias hidrográficas em Setembro

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A quantidade de água armazenada desceu em Setembro em todas as bacias hidrográficas, segundo dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH).

De acordo com os dados disponíveis hoje, no último dia do mês de Setembro, e comparativamente ao último dia do mês anterior, verificou-se uma descida do volume armazenado de água em todas as bacias monitorizadas pela Associação Portuguesa Ambiente (APA).

Das 57 albufeiras monitorizadas, 19 apresentaram disponibilidades hídricas inferiores a 40% e quatro superiores a 80%.

A bacia Ribeiras do Barlavento era a que apresentava no final de Setembro a menor disponibilidade de água, com 14,6%. Esta bacia encontra-se a vermelho, ou seja, com valores muito abaixo da média.

As bacias do Sado (35,8%), Mira (40,6%), Oeste (42,8%), Ave e Arade (48,3%) e Guadiana (56,4%) também apresentavam no final de Setembro menor disponibilidade de água.

Segundo dados do SNIRH, as bacias do Lima (60,5%), Mondego (61,8%), Cávado (72,9%), Tejo (73,5%) e Douro (75,4%) tinham os níveis mais altos de armazenamento no final de Setembro.

Os armazenamentos de Setembro de 2020 por bacia hidrográfica apresentaram-se inferiores às médias de setembro (1990/91 a 2018/19), exceto para as bacias do Lima, Cávado/Ribeiras Costeiras, Douro, Tejo e Arade.

A cada bacia hidrográfica pode corresponder mais do que uma albufeira.

IPMA prevê chuva e vento fortes no continente devido à depressão Alex

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O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê a ocorrência de chuva e vento fortes na sexta-feira, em Portugal continental, devido à passagem da depressão Alex, assim como agitação marítima forte, foi hoje anunciado.

“A depressão Alex vai passar no Golfo da Biscaia e vai para França. Em Portugal continental, estamos a prever a ocorrência de chuva, por vezes forte, vento com rajadas fortes e agitação marítima forte a norte do Cabo Raso no dia 02 [sexta-feira]”, disse à Lusa a meteorologista do IPMA Ângela Lourenço.

A partir do final do dia de hoje está prevista também a ocorrência de “precipitação forte no Minho e Douro litoral” e o vento vai começar a aumentar de intensidade, referiu.

Na sexta-feira, “uma superfície frontal fria vai atravessar o território e a chuva poderá ser com alguma intensidade nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Viseu e Guarda”, destacou Ângela Lourenço.

Segundo a meteorologista, “o vento vai soprar com intensidade praticamente em todo o território”, mas será “mais significativo nas regiões norte e centro”.

O IPMA prevê igualmente “um aumento significativo da agitação marítima na costa ocidental, em particular entre a manhã de dia 02 e a madrugada de dia 03, em especial a norte do Cabo Raso, onde a altura das ondas poderá atingir 4 a 5 metros”, de acordo com uma nota publicada no seu ‘site’.

É ainda esperada “uma descida de temperatura, em especial da máxima, que irá variar entre 13ºC e 18ºC nas regiões a norte do vale do Tejo e entre 18ºC e 25ºC a sul”.

Velho freixo perpetuado em livro

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“Árvore da Figueira – Requiem ao Freixo “ é o título de um livro publicado, “marcando também mais um aniversário da Figueira da Foz como cidade, que perpetua na memória a velha árvore do Pátio de Santo António”, como refere o autor.

Escrito no período de confinamento, a publicação foi lançada online, dado o momento actual, e faz “um olhar sobre o que esteve em redor do freixo durante mais de 300 anos da sua existência”.

O livro de autoria de António Jorge Lé e com prefácio assinado por Frederica Jordão, é uma edição de autor e está à venda apenas no Quiosque da Praça Nova, como tributo à ligação solidária do quiosque à cidade e pela dinâmica que soube imprimir em tempo de confinamento ajudando graciosamente estudantes.

Rotary Club com palestra sobre o tema da educação face à pandemia

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O Rotary Club da Figueira da Foz vai hoje fazer uma palestra online com o tema “A educação em tempo de incertezas: um desafio ao futuro”, recebendo a convidada Cristina Oliveira, delegada regional de Educação do Centro / Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE), para falar dos enormes desafios impostos às escolas e a toda a comunidade educativa em contexto de pandemia, sobre o que muda e o que permanece num ano escolar preparado em contexto de incertezas e circunstâncias tão particularmente complexas.

A conversa tomará lugar na página online do Rotary Club da Figueira, pelas 21h30, no endereço: http://www.facebook.com/rotaryfigueira

Burla contada à polícia

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Na manhã de anteontem um homem de 49 anos apresentou uma denúncia na esquadra da PSP da Figueira da Foz, relatando que “no início do mês entrou em contacto com um homem que, na internet, dizia fazer empréstimos de dinheiro. Os trâmites do negócio foram acordados por email, sendo que para se concretizar havia lugar ao pagamento de um valor por parte do interessado e, assim que efectuado, ser-lhe-ia depositado o montante solicitado. O denunciante procedeu a duas transferências no valor de algumas centenas de euros, mas o empréstimo combinado não se verificou”.

Quando, no dia 28 passado, o suspeito solicitou nova transferência, a vítima começou a desconfiar e recusou-se a fazê-la, tendo sido informado pelo suspeito de que o “contrato” havia sido quebrado, levando-o a perder o valor já transferido”, perante os factos a PSP afirma que o denunciante acredita ter sido vítima de burla.

Em comunicado, a PSP lembra que “os crimes de burla continuam a ter um forte impacto na comunidade e na vida das pessoas. Este crime assenta na fragilidade ou falta de informação das vítimas como oportunidade para os burlões, que se apresentam como familiares, conhecidos ou funcionários de instituições reconhecidas, ganhando desta forma a sua confiança”. A Polícia de Segurança Pública informa que o crime de burla (artigo 217º do Código Penal) é punido com pena de prisão até três anos ou multa e para haver procedimento criminal é necessário formalizar queixa.

Incêndios: Época mais crítica termina com 65.000 hectares ardidos e morte de cinco bombeiros

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A época mais crítica de incêndios florestais termina hoje com cerca de 65 mil hectares de área ardida e a morte de cinco bombeiros e de um piloto de um avião de combate aos fogos.

Nos últimos três meses, o dispositivo de combate aos fogos esteve na sua capacidade máxima ao estarem no terreno 11.825 operacionais, 2.746 equipas, 2.654 veículos e 60 meios aéreos, no denominado ‘reforçado – nível IV’.

A época mais crítica de incêndios fica marcada pela morte de cinco bombeiros das corporações de Oliveira de Frades (distrito de Viseu), Miranda do Corvo (Coimbra), Leiria, Proença-a-Nova (Castelo Branco) e Cuba (Beja) durante as operações de combate.

Durante o combate a um incêndio no Parque Nacional da Peneda-Gerês morreu um piloto após a queda de um avião Canadair.

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, pediu à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANPEC) a abertura de um inquérito sobre as circunstâncias das mortes, não existindo ainda conclusões.

O risco de incêndio foi este ano elevado o que levou o Governo a decretar por vários dias em Julho, Agosto e Setembro a situação de alerta especial para o Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais (DECIR).

Apesar de não estar disponível o relatório com os dados actuais, os números provisórios divulgados na página da internet do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) dão conta de que se registaram este ano 8.980 incêndios florestais que provocaram cerca de 65 mil hectares de área ardida.

Comparando com o relatório de 30 de Setembro de 2019, verifica-se que se registaram este ano menos 1.379 ocorrências de fogos rurais, mas a área ardida aumentou cerca de 58%.

Depois da considerada época mais crítica terminar hoje, os meios de combate vão ser reduzidos na quinta-feira ao passar estar em vigor o nível de empenho operacional denominado “reforçado de nível III”, de acordo com a Directiva Operacional Nacional (DON), que estabelece o DECIR.

Durante a primeira quinzena de Outubro vão estar no terreno até 9.804 elementos de 2.277 equipas e até 2.154 veículos dos vários agentes presentes no terreno e até 60 meios aéreos.

A Rede Nacional de Postos de Vigia para prevenir e detetar incêndios vai continuar com os 230 postos de vigia até 15 de Outubro.

Na segunda quinzena de Outubro, a DON prevê uma nova redução dos meios de combate a incêndios.

GNR detém homem de 40 anos por tráfico de droga em Montemor-o-Velho

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A GNR deteve hoje um homem de 40 anos por tráfico de droga numa localidade do concelho de Montemor-o-Velho, sendo suspeito de plantar canábis na sua residência.

Na sequência das buscas à casa do suspeito, a GNR apreendeu 20 plantas de canábis e 477 doses de folhas de canábis, afirmou o Comando Territorial de Coimbra.

Segundo a nota de imprensa, os militares da GNR “apuraram que o suspeito cultivava plantas de canábis na sua residência”, em Meãs do Campo, concelho de Montemor-o-Velho.

A detenção surge no âmbito de uma investigação que decorria desde o início do mês, acrescentou. De acordo com a GNR, os factos da investigação foram remetidos ao Tribunal de Montemor-o-Velho.

Início do ano lectivo da Universidade Sénior da Figueira

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No próximo dia 6 de Outubro pelas 15 horas acontece o início do 20.º ano lectivo da Universidade Sénior da Figueira da Foz com uma sessão solene a realizar no auditório do Museu Municipal da Figueira da Foz.

A sessão inaugural contará com a presença do presidente da Câmara Municipal e incluirá uma palestra subordinada ao tema “Infecções virais e outras patologias do foro respiratório que afectam mais frequentemente indivíduos com mais de 60 anos”, proferida pelo pneumologista, António Antunes.

O programa desta sessão inclui também “algumas actividades artísticas da nossa universidade no domínio da poesia, dança e música coral e instrumental”, conforme disse a’ O Figueirense José Redondo, da direcção daquela instituição.

Bicicleta roubada sob ameaça de navalha

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Ontem, cerca das 19h15, junto a um estabelecimento de vending machine na Rua da Liberdade, na Figueira da Foz, roubaram uma bicicleta com recurso a uma arma branca.

A PSP, após contacto com a vítima (um rapaz de 14 anos), que se encontrava no local acompanhado com três amigos, disse, que “quando pararam naquele local, apareceram três homens e, com recurso a uma navalha, o ameaçaram tendo-lhe furtado a bicicleta”. O assaltante pôs-se em fuga.

Com a descrição dos suspeitos, de imediato se iniciou uma operação policial. Mais tarde, cerca das 23h00, na Avenida de Espanha, “foi possível interceptar os suspeitos na posse da bicicleta, tendo sido identificados”, disse a polícia.

A bicicleta foi devolvida ao proprietário.

Foi inaugurado o novo posto de turismo no Castelo Eng. Silva

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Foi ontem inaugurado o novo posto de turismo com valências culturais no Castelo Eng. Silva, na Esplanada Silva Guimarães.

O antigo Castelo vai acolher um posto de Turismo e um welcome center, assim como “um núcleo de arte contemporânea de peças do mestre Laranjeira Santos e espaços para exposições de obras de artistas que pintaram a Figueira e que a cidade quer perpetuar”, disse a’ O Figueirense Carlos Monteiro, presidente da Câmara Municipal. Refira-se que o escultor Laranjeira Santos é o autor de “A Preguiça”, da peça artística que se encontrava no jardim e que desde as obras de intervenção do Jardim Municipal (2005) foi transferida para o espelho de água frente ao Forte de Santa Catarina.

Quanto ao actual posto de Turismo (Av. 25 de Abril, sob a Esplanada), a autarquia figueirense ainda não definiu o seu destino final.

Chuva volta a partir de 1 de Outubro, temperaturas descem – IPMA

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A chuva e as temperaturas baixas devem regressar ao distrito de Coimbra já a partir da próxima quinta-feira, dia 1 de Outubro, prevendo-se uma descida gradual de temperatura e aguaceiros, segundo indicou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

É previsto que a temperatura máxima da próxima semana ronde os 20ºC, apresentando uma descida de cerca de quatro graus comparativamente aos valores desta semana. De acordo com a previsão, os valores mínimos também apresentam uma diminuição, com a temperatura mais baixa prevista para dia 3 de Outubro (sábado), de 11ºC.

Até ao final do mês de Setembro, o IPMA apresentou dados que prevêem baixa probabilidade de precipitação, sendo que só a partir do primeiro dia de Outubro é que a chuva é prevista regressar.

O Figueirense – primeira página da edição de Setembro

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Edição em suporte papel de O Figueirense, já nas bancas.

PSP deteve sete pessoas e identificou 29 por suspeita de atearem fogos

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A Polícia de Segurança Pública (PSP) anunciou hoje que deteve sete pessoas e identificou 29 em acções de prevenção e combate aos fogos, desde “a fase de maior risco e até à presente data”.

“A PSP destaca ter registado quatro centenas de ignições, concretizado a detenção de sete cidadãos e identificado outros 29, por haver fundadas suspeitas de terem desencadeado incêndios”, segundo o comunicado das forças de segurança.

A PSP traçou o perfil “dos 36 cidadãos referenciados”: sexo masculino, com 37 anos de idade e actua sozinho.

“A motivação para o acto é muito díspar, variando desde o desejo de vingança até à admiração pela actuação dos bombeiros, forças de segurança e emergência médica”, pode ler-se na mesma nota.

A PSP indicou que os sete detidos, entre eles uma mulher, têm idades entre os 48 e os 70 anos e foram intercetados em Lisboa (3), Vila Real (2), Porto (1) e Bragança (1).

A mesma força de segurança destacou “a permanente ligação que é mantida com a população e que permitiu que, em vários destes incêndios, a identificação de pessoas suspeitas e/ou a efectivação de detenções”, após “indicação de populares” durante a fase crítica do combate às chamas.

Porto da Figueira bate dois recordes

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O porto da Figueira da Foz acaba de bater dois recordes em simultâneo: o descarregamento, ontem, de 7.500 toneladas de cereais (maior carga movimentada num só navio), e do “Pontica” ter sido o maior navio a atracar na Figueira.

O navio de carga geral, construído em 2014 e navegando sob bandeira da Libéria, tem um comprimento de 137 metros, 18 metros de largura, capacidade de 9.005 t DWT e calado de 5,9 metros.

Leos da Figueira recolheram roupa, brinquedos e calçado com nova iniciativa nacional

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No passado mês de Setembro Leo Clube da Figueira da Foz – Foz do Mondego promoveu uma recolha solidária de roupa, brinquedos e calçado. Esta actividade decorreu no âmbito da iniciativa nacional “Nem todos os heróis usam capa, por vezes precisam apenas de um casaco!”, em parceria com os Leo Clubes de Fafe e Covilhã, e teve o objectivo de apoiar instituições, famílias e cidadãos em situação de fragilidade socio-económica.

Os bens angariados perfizeram o total de 15 caixotes e sacos de roupa de mulher, 4 de roupa de homem, 5 de roupa de criança, 6 de calçado de adulto e criança, e 7 de brinquedos e livros didácticos. Todas as roupas, calçado e brinquedos foram doados por vários cidadãos na comunidade, que após selecção e triagem, mediante todas as precauções sanitárias, foram entregues a diversas famílias em situação de carência económica, à Associação Fernão Mendes Pinto, ao Centro Social da Cova-Gala, ao Centro de Acolhimento Temporário da APPACDM e à Comissão Social à Junta de Freguesia de Tavarede.

O Leo Clube da Figueira da Foz – Foz do Mondego  tem vindo a realizar iniciativas com vista à criação de impacto social positivo na comunidade desde 2012, e pertence à Associação Distrito Múltiplo Leo 115 – Leos de Portugal, que estão inseridos no Programa Internacional de Leo Clubes da Associação Internacional de Lion Clubes – a maior ONG de serviços comunitários do mundo segundo a ONU. O Programa Internacional de Leo Clubes são um movimento internacional de voluntariado jovem, cujos objectivos se baseiam no desenvolvimento de competências nos jovens através da prática de voluntariado, serviço à comunidade e sensibilização social.

Situação de contingência prolongada até 14 de Outubro

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O Conselho de Ministros aprovou hoje a resolução que prorroga a declaração da situação de contingência em todo o território nacional, no âmbito da pandemia da doença Covid-19, até às 23h59m do dia 14 de Outubro de 2020, face a um quadro de aumento de casos de covid-19 nas últimas cinco semanas.

A decisão do Governo foi anunciada pela ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, adiantando que a situação de contingência em Portugal continental será reavaliada pelo executivo dentro de duas semanas, então já com uma análise mais aprofundada sobre o impacto das primeiras semanas de aulas nas escolas.

Essa resolução a declarar a situação de contingência, com a fixação de regras de protecção individual e colectiva dos cidadãos, entrou em vigor às 00:00 do dia 15 de Setembro e prolonga-se às 23:50 de 30 deste mês.

Na conferência de imprensa, a ministra de Estado e da Presidência frisou que os números referentes a novos infectados com o coronavírus “têm aumentado ao longo das últimas cinco semanas”.

“A evolução na última semana está dentro do previsto pelo Governo, ainda que abaixo do número de mil novos casos por dia”, disse, aqui numa alusão a declarações proferidas pelo primeiro-ministro, António Costa, na passada sexta-feira, na sequência da reunião do gabinete de crise para o acompanhamento da evolução da covid-19.

Perante os jornalistas, Mariana Vieira da Silva salientou o Governo definiu um conjunto de critérios após o fim do estado de emergência e com o início do processo de desconfinamento, desde logo “o alargamento da capacidade de testagem”.

“Apesar dos números de internamento terem registado um crescimento nas últimas três semanas, ainda é muito abaixo do que a média registada em Abril. Relativamente aos cuidados intensivos, verifica-se um crescimento pouco significativo. O número de óbitos cresceu nos últimos dias, mas também com número muito distantes daquilo que o país viveu em Abril passado”, referiu, aqui numa nota de desdramatização em relação ao actual quadro epidemiológico nacional.

No entanto, Mariana Vieira da Silva salientou depois que, dentro de 15 dias, o Governo vai fazer uma avaliação já de um mês de vigência deste conjunto de regras no âmbito da situação de contingência em território continental, tendo passado já o período de abertura do ano lectivo.

“Nessa altura faremos nova avaliação”, acrescentou.

Conversa sobre violência doméstica no Auditório Municipal

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Amanhã, pelas 22h, o Auditório Municipal do Museu Santos Rocha vai acolher uma palestra sobre a violência doméstica – “Violência Doméstica – Conversa sobre Justiça” – co-organizado com a Associação Talentilicious, no âmbito do Plano Municipal para a Igualdade (2019-2022) que o Município da Figueira da Foz se encontra a implementar.

O Plano Municipal inclui um Plano de Acção para a Prevenção e o Combate à Violência Contra as Mulheres e Violência Doméstica, indo assim ao encontro da actual Estratégia Nacional para a Igualdade e Não-Discriminação.

A conversa contará com a participação de alguns oradores, tais como Fernanda Grilo de Amaral – Associação de Juízas Portuguesas – AJP; José Mário Nogueira da Costa – Procurador da República do Tribunal de Família e Menores da Figueira da Foz e Natália Cardoso – Gestora do Gabinete de Apoio à Vítima (GAV) de Coimbra.

Este encontro pretende potenciar a reflexão sobre a problemática da violência doméstica, principais dificuldades no seu combate, indicando ainda algumas pistas para possíveis mudanças no paradigma vigente.

A entrada será livre, limitada ao número de lugares disponíveis mediante a lotação da sala, de acordo com as directrizes da Direcção-Geral da Saúde e do Ministério da Cultura.

Estudo revela que consumo repetitivo de álcool afecta células do sistema nervoso e aumenta ansiedade

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Investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) concluíram que o consumo repetitivo de álcool afecta directamente células imunes do sistema nervoso central que eliminam parte da comunicação entre os neurónios e provocam o aumento da ansiedade.

Em declarações à Lusa, Renato Socodota, investigador do i3S, explicou hoje que o estudo, publicado na revista científica Science Signaling e que estava a ser desenvolvido há cerca de cinco anos, visava “perceber o papel neurotóxico do álcool e os mecanismos moleculares e celulares envolvidos”.

Para isso, a equipa multidisciplinar de investigadores do i3S, recorreu a modelos experimentais, nomeadamente, a “ratinhos machos” e induziram um padrão de “ingestão repetitiva de álcool” durante 10 dias.

“Se fizéssemos a translação para um adulto homem saudável correspondia a cinco bebidas por dia, e numa mulher o equivalente entre três e quatro bebidas”, explicou Renato Socodota, primeiro autor do artigo.

Através destas metodologias, os investigadores do grupo ‘Glial Cell Biology’ mostrou que a ingestão repetitiva e excessiva de álcool actua directamente na microglia (células imunes do sistema nervoso central), fazendo com que estas respondam “muito antes dos neurónios” aos efeitos do álcool.

“O álcool activa essas células e elas eliminam as sinapses [elementos de comunicação entre os neurónios], o que contribui para a disfunção neuronal e possivelmente, comportamental que leva à adição”, explicou o investigador, adiantando que estes resultados são “completamente novos e inesperados”.

Segundo Renato Socodota, tais conclusões mostram a necessidade de a parte imunológica do sistema nervoso central ser “considerada um elemento chave”.

A par do papel neurotóxico do álcool, a equipa de investigação ‘Addiction Biology’ do i3S, liderada pela investigadora Teresa Summavielle estudou “o papel da microglia no cérebro sob o efeito do álcool”.

“O facto de termos negligenciado outras células do cérebro durante muito tempo, considerando-as de suporte, contribuiu para que muitas das terapêuticas que temos para as doenças relacionadas com o cérebro não fossem tão eficientes como poderiam ser”, disse a investigadora.

Tendo por base o mesmo modelo experimental, o grupo de investigação concluiu que o padrão de “ingestão repetitiva de álcool” durante 10 dias foi “suficiente para aumentar os níveis de ansiedade”.

“Qualquer alteração nas sinapses reflecte-se no comportamento e, isto é relevante, porque mostra que não é preciso períodos muito longos de quantidades excessivas de álcool para que a ansiedade se manifeste”, referiu.

Neste estudo, o grupo de investigação mostrou ainda que é “possível reverter o efeito do álcool”, nomeadamente, através de fármacos já utilizados para combater o cancro.

“Usámos fármacos que já estavam aprovados para tentar diminuir os efeitos tóxicos do álcool e resultou”, disse Teresa Summavielle, acrescentando que o grupo pretende dar continuidade ao estudo.

“Gostávamos de usar um modelo de exposição mais longa para ver como é que o perfil de reactividade da microglia é alterado, como é que isso se reflecte na ligação entre a microglia e outras células, o impacto que isso tem no comportamento e até que período de ingestão de álcool conseguimos prevenir os efeitos”, afirmou.

Governo procura “soluções alternativas” para impedir concentrações à porta de escolas

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Na conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia da covid-19, Marta Temido declarou que “os vários setores do Governo que se defrontam com esse problema estão a procurar fazer o melhor para, em tempo, encontrar soluções alternativas”, como criar condições para horários de entrada desfasados.

Serão “soluções que permitam que os horários sejam ajustados ou que as pessoas tenham condições para estarem mais protegidas”, afirmou a ministra, sem concretizar, indicando que “algumas já estão a ser instaladas”, mas salientando que “nada disto é fácil”.

“A vida prática com a covid é, de facto, muito difícil, e não conseguiremos nunca decretar todas as medidas que resolvam estes problemas”, admitiu.

Desde o início da semana, com o começo do ano letivo, verificaram-se concentrações de centenas de pais e crianças à porta de algumas escolas, confrontadas com horários de entrada diferentes para alunos de anos diferentes e com restrições nas entradas para limpeza das mãos e calçado que fazem aumentar o tempo necessário para a entrada dos alunos na escola.

Os estabelecimentos de ensino seguem o referencial da Direcção-Geral de Saúde para a reabertura do ano escolar, contestadas numa petição que reunia hoje à tarde cerca de cinco mil assinaturas e que exige uma revisão de algumas medidas, como a obrigatoriedade de uso de máscaras por crianças com menos de 12 anos – as autoridades de saúde determinaram que a partir dos 10, é preciso usá-las -, as restrições nos intervalos ou a obrigatoriedade do uso permanente de máscaras por educadores de infância.

Questionada sobre riscos para a saúde mental e para o desenvolvimento infantil em consequência destas restrições, a directora-geral da Saúde, Graça Freitas, desvalorizou-os e afirmou que nenhuma medida foi adotada “de ânimo leve”.

Acrescentou que “muitos pediatras” consultados pelas autoridades de saúde “sobre o potencial efeito da máscara no desenvolvimento das crianças” afirmaram que na avaliação dos custos e benefícios da medida, “as crianças facilmente se adaptam”.

“Não temos escolha. Ou corremos um risco maior de nos infectarmos ou, se não queremos correr um risco tão grande – não havendo risco zero – temos que viver de forma diferente”, declarou a directora-geral da Saúde.

No entanto, entre os profissionais de saúde mental, há opiniões diferentes, como as dos cerca de 200 psicólogos que em fins de Julho subscreveram uma carta aberta em que, entre outras coisas, apontam que países como a Dinamarca não tornou obrigatórias as máscaras para os adultos nas creches e que não teve aumento de casos associado às escolas, que reabriram em meados de Abril.

Na carta, opuseram-se a “medidas tão restritivas e limitadoras de um desenvolvimento harmonioso e saudável”, como o impedimento de os pais entrarem nas escolas e consideraram “urgente proporcionar às crianças um regresso à escola dentro da maior normalidade possível”.

Também a direcção Sociedade Portuguesa de Pediatria, em recomendações publicadas na sua página de Internet, defende que “deve existir flexibilidade no cumprimento das normas, em cada momento e tendo em conta os dados locais de transmissão na comunidade”.

“No início do ano escolar, para as crianças que vão contactar pela primeira vez com a escola, devem criar-se condições de segurança que permitam o acompanhamento de um familiar ao novo espaço, dando tempo à criação de vínculo afetivo”, considera.

Figueira da Foz é cidade há 138 anos

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Hoje comemora-se o 138.º aniversário da elevação da Figueira da Foz a cidade, com o hastear da bandeira do município no edifício dos Paços do Concelho, às 10h, seguido da tradicional deposição de coroa de flores na Estátua do Centenário, junto ao parque das Abadias, às 10h15.

Mau Tempo: Mais de 150 ocorrências entre as 08:00 e as 17:00

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A Proteção Civil registou 150 ocorrências devido ao mau tempo, com Leiria, Coimbra, Porto e Lisboa a serem os distritos mais afetados, informou o comandante da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Pedro Araújo, comandante da ANEPC, explicou que as ocorrências estão relacionadas com quedas de árvores (63), limpeza de vias (45) e inundações (23).

Figueira ganha prémio nacional da Mobilidade em Bicicleta

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O Município da Figueira da Foz foi galardoado com o prémio nacional da mobilidade em bicicleta 2020, na categoria de Autarquias e Freguesias, pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB), numa cerimónia que se realizou ontem, quinta-feira, no Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, em Telheiras.

O presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Carlos Monteiro congratulou a iniciativa, tendo referido que esta “traz para primeiro plano a importância e as mais-valias do uso da bicicleta, já não associada ao lazer ou à prática desportiva, mas assumindo-a enquanto meio de transporte viável”.

O edil acrescentou ainda que foi com esse horizonte que a autarquia tem, ao longo dos últimos tempos, “feito uma aposta na melhoria de serviços e infraestruturas de mobilidade para uso público”, tendo-se empenhado em dar enfoque à bicicleta como meio de transporte “suave, seguro, económico, mais amigo da saúde do utilizador e do planeta”.

Os projectos de “O Ciclismo vai à Escola” – direcionado ao 2º ciclo – iniciado em 2017 e as “Figas” inauguradas em 2020 -, que colocaram ao dispor de todos os cidadãos da Figueira da Foz e visitantes um sistema de bicicletas partilhadas que já conta com 38 mil quilómetros percorridos -, foram alguns dos projetos destacados pelo autarca que comprovam o trabalho tido numa perspetiva de “diversificação da oferta e valorização da mobilidade”.

Também a Rota Eurovelo, uma rota europeia ciclável que passará e convergirá na Costa Altântica; como a ciclovia do Mondego, que utiliza o rio como via estruturante e ligará Coimbra à Figueira da Foz; ou a Grande Rota do Mondego, que visa dinamizar turisticamente os territórios entre a Figueira da Foz e Oliveira do Hospital, numa vertente pedonal de 142km de extensão; e ainda a ciclovia da marginal da cidade/praia, foram projetos abordados pelo presidente.

Recorde-se que o prémio nacional “Mobilidade em Bicicleta” foi criado pela FPCUB, em 2006, de forma a reconhecer publicamente o contributo de determinadas entidades ou pessoas individuais que tenham promovido a utilização da bicicleta nas suas múltiplas vertentes, através da criação ou melhoria de condições e facilidades em Portugal e/ou da divulgação de iniciativas fomentadoras do uso deste modo de transporte não motorizado.

Pais contra as mudanças de sala dos alunos

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Os pais e encarregados de educação da turma 1, do 6.º ano de escolaridade da Escola Dr. João de Barros da Figueira da Foz impediram os alunos hoje de frequentarem as aulas e prometem repetir amanhã a mesma atitude, alegando que “as mudanças de sala no horário são várias no mesmo dia”.

Judite Cardoso, em representação do grupo, acrescenta que “a escola já fez cedências, são impecáveis, mas há mudanças ainda que se podem resolver e não achamos que em 5 minutos de intervalo haja tempo para desinfectar as salas”, realça.

Segundo apurámos, a Direcção da Escola está a resolver o problema.

Mais de 300 médicos de família ainda não foram colocados

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Mais de um mês após o lançamento do concurso para colocação dos 365 médicos de família, os especialistas continuam sem trabalhar numa altura em que há quase um milhão de utentes sem clínico, alertaram hoje representantes destes profissionais.

“Os médicos de família especialistas desde Abril ainda não foram contratados quando há uma lei que obriga que sejam contratados num mês”, disse hoje à agência Lusa o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), Jorge Roque da Cunha, adiantando que quando forem contratados ”é para colmatar os médicos que, entretanto, se vão reformar”.

Para o dirigente sindical, é fundamental que estes médicos comecem a trabalhar, porque há quase milhão de utentes sem médico de família, uma situação agravada com o facto de os médicos estarem a ser chamados para acompanhar os lares e os doentes com covid-19.

Segundo dados do Portal da Transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS), em Agosto havia 978.396 utentes sem médico de família.

“De uma forma perfeitamente inqualificável, os ministérios da Segurança Social e da Saúde remetem para os médicos de família a solução dos problemas dos lares quando, do nosso ponto de vista, essa responsabilidade deve ser assacada aos responsáveis dos lares com o apoio de Segurança Social”, defendeu Roque da Cunha.

Para o sindicalista, o Governo ao “desresponsabilizar as entidades que gerem os lares” de terem médicos e enfermeiros, com o apoio da Segurança Social, está “a criar condições para aumentar a conflitualidade entre os utentes e os médicos de família”.

“Em primeiro lugar, porque retira meios ao Serviço Nacional de Saúde e tempo para que os utentes desses médicos sejam acompanhados”, havendo consultas que vão ter de ser canceladas.

Para Roque da Cunha, “é exigível, é obrigatório, eticamente e politicamente”, que o Governo resolva o problema.

“Com o aproximar da gripe, nós não queremos que os portugueses que têm os seus pais e familiares nos lares e as próprias pessoas que estão nos lares tenham a falsa sensação de segurança e, por isso, é exigível que exista um médico e um enfermeiro nesses lares”, reiterou.

A Ordem dos Médicos também manifestou hoje preocupação com o facto dos novos médicos de família ainda não estarem a trabalhar, tendo “sobretudo em consideração a grande carência de médicos de família que existe no Serviço Nacional de Saúde e o facto de muitos destes médicos continuarem a ser desviados para o acompanhamento da pandemia, sem possibilidade de se assegurar resposta aos outros doentes”.

“Já passou cerca de um mês desde a data limite para os novos médicos de família se candidatarem aos lugares. Tiveram apenas cinco dias para apresentarem as suas candidaturas, precisamente pela urgência. No entanto, incompreensivelmente, o concurso fechou e continuam por colocar”, lamenta o bastonário da OM em comunicado.

Para Miguel Guimarães, “é urgente” que, com a aproximação do inverno e de uma segunda vaga, “o Ministério da Saúde redesenhe a sua estratégia” para deixar de haver “tantas barreiras no acesso aos centros de saúde”.

Protecção Civil emite recomendações para próximos dias de mau tempo

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A Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) emitiu hoje recomendações para as próximas 48 horas devido às previsões de chuva forte e vento até ao final de sexta-feira em todo o território de Portugal continental.

Em comunicado, a ANEPC explica que as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) para hoje e sexta-feira apontam para precipitação forte em todo o continente, com a possibilidade de trovoada no interior, e vento moderado a forte.

Face às previsões, a Protecção Civil admite a possibilidade de inundações em “locais historicamente vulneráveis” e em estruturas urbanas subterrâneas, e de cheias rápidas em meio urbano.

É ainda avançada a possibilidade de acidentes na orla costeira, queda de ramos ou árvores devido ao vento forte e a eventual formação de lençóis de água nas estradas.

A ANEPC recomenda que se evite a prática de actividades relacionadas com o mar e a circulação junto à orla costeira e zonas ribeirinhas e especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas.

No caso de cheias ou inundações, as zonas inundadas não devem ser atravessadas, por pessoas ou viaturas.

Para os condutores, é recomendada uma condução defensiva, “reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias.

A Protecção Civil recomenda ainda que se garanta a desobstrução dos sistemas de escoamento de águas e a adequada fixação de estruturas soltas.

Chuva regressa na quinta-feira

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A chuva deverá regressar na quinta-feira a Portugal, prevendo-se uma descida gradual de temperatura e aguaceiros, que poderão ser acompanhados de trovoada, indicou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Na Figueira da Foz, estas condições vão manter-se durante o fim de semana, não existindo previsão de melhor tempo até à semana seguinte.

“A precipitação mais intensa será mais provável a partir da manhã, evolui do litoral para o interior e pode ser acompanhada de trovoada. O vento soprará por vezes forte, em especial nas terras altas, com rajadas em particular no dia 18”, refere a nota do IPMA.

A previsão do IPMA prevê uma descida gradual da temperatura, principalmente na quinta-feira, podendo atingir entre cinco e oito graus de diferença nas regiões do interior.

Prevê-se ainda que a agitação marítima na costa sul do Algarve aumente temporariamente na tarde de sexta-feira, com “ondas de sudoeste de 2 a 2,5 metros.

“Esta situação será causada por bandas de precipitação associadas a uma depressão que se irá localizar a cerca de 600 quilómetros a norte da Madeira (…) e que se irá deslocar para leste, passando a localizar-se a cerca de 200 quilómetros a sudoeste da região de Lisboa”, especifica a nota.

O IPMA ressalva que “a evolução da depressão e da sua natureza tem vindo a ser monitorizada”.

Castelo Eng. Silva vai abrir as portas com novo Posto de Turismo no final deste mês

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O Castelo Eng. Silva, na Esplanada Silva Guimarães, está a ser convertido num novo posto de Turismo com valências culturais. A inauguração está marcada para 27 de Setembro, Dia Mundial do Turismo, segundo apurámos junto do jornal-online Figueira na Hora.

O Castelo vai predispor um posto de Turismo e um welcome center, assim como um núcleo de arte contemporânea de peças do mestre Laranjeira Santos e espaços para exposições de obras de artistas já falecidos e que perpetuam a Figueira da Foz.

Quanto ao actual posto de Turismo (Av. 25 de Abril, sob a Esplanada), a autarquia figueirense ainda não definiu o seu destino final. A venda do espaço é uma das possibilidades.

Câmara da Figueira procura soluções para a dívida do Paço da Maiorca

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O Supremo Tribunal de Justiça confirmou, o mês passado, a decisão que condena a Câmara da Figueira da Foz a pagar 5,1 milhões de euros à massa insolvente do Paço de Maiorca, cujas obras estão em pausa desde 2011. Esta quantia, acrescentada ao valor da já existente dívida municipal de 30 milhões, vai obrigar a câmara a ir à banca.

Segundo o Diário As Beiras, Carlos Monteiro, presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, afirmou que está à procura de soluções para o Paço de Maiorca. “A nossa preocupação é dar-lhe um uso. Não podemos ter aquela estrutura e não poder ser fruída. Estamos à procura de investidores, mas a crise pode estar a afastar potenciais interessados”, defendeu o autarca.

O Paço da Maiorca, com uma área envolvente de 16 hectares e originário de finais do século XVIII, foi adquirido pela autarquia no mandato do social-democrata Pedro Santana Lopes (1998-2001).

Portugal em situação de contingência desde as 00:00

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Portugal Continental está desde as 00:00 de hoje em situação de contingência para fazer à face à pandemia de covid-19, passando a estar em vigor novas medidas restritivas.

O regime da situação de contingência que vigorava apenas na Área Metropolitana de Lisboa passou, a partir de hoje, a aplicar-se a todo o continente e vai prolongar-se até às 23:59 de 30 de Setembro.

O Governo justifica a situação de contingência em todo o território de Portugal continental com o crescimento de novos casos diários de contágio da doença, o início do ano lectivo e o aumento expectável de pessoas em circulação, designadamente, nos transportes públicos em áreas com elevada densidade populacional.

As novas regras para conter a covid-19 passam por limitar as concentrações a 10 pessoas, salvo se pertencentes ao mesmo agregado familiar, na via pública e em estabelecimentos comerciais e à proibição da venda de bebidas alcoólicas em áreas de serviço ou em postos de abastecimento de combustíveis.

Nos estabelecimentos de comércio a retalho, incluindo supermercados e hipermercados, é proibido a venda de bebidas alcoólicas a partir das 20h00.

O consumo de bebidas alcoólicas continua a ser proibido na via pública, passando também a ser proibido beber álcool em espaços exteriores dos estabelecimentos de restauração e bebidas após as 20:00, salvo no âmbito do serviço de refeições.

Com a abertura das escolas, os restaurantes, cafés e pastelarias a 300 metros das escolas vão estar limitados ao máximo de quatro pessoas por grupo, salvo se pertencentes ao mesmo agregado familiar.

Nas áreas de restauração dos centros comerciais também é imposto o mesmo limite máximo de quatro pessoas por grupo.

Os estabelecimentos comerciais só podem abrir a partir das 10:00, “com excepções como sejam pastelarias, cafés, cabeleireiros e ginásios”, e o horário de encerramento é entre as 20:00 e as 23:00, por decisão municipal “em função da realidade específica” em cada concelho.

Os restaurantes podem continuar abertos até à 01:00, podendo receber clientes até às 00:00 para refeições.

Além das regras para a generalidade do território continental, há medidas específicas para as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto, onde o risco de incidência da covid-19 é mais elevado devido à maior densidade populacional, tendo sido determinado escalas de rotatividade entre tele-trabalho e trabalho presencial e a obrigatoriedade de desfasamento de horários de entrada e saída no locais de trabalho, assim como horários diferenciados de pausas e refeições dos trabalhadores.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 924.968 mortos e mais de 29 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.871 pessoas dos 64.596 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

Casino Figueira com novo horário : todos os dias, entre as 13 e as 23 horas

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O Casino Figueira a partir de hoje, 15 de Setembro, passa a funcionar diariamente entre as 13 e as 23 horas, segundo apurou O Figueirense.

Cumprindo todos os requisitos do Turismo de Portugal nas questões de exigência sanitária e de segurança, o Casino Figueira está oficialmente certificado “Clean&Safe”, seguindo todas as regras definidas pela Direcção-Geral de Saúde, e funciona agora com um novo horário fruto do Plano de Contingência decretado pelo Governo.

Detidos por roubo na Figueira

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A PSP da Figueira da Foz deteve três rapazes pelo crime de roubo. A detenção, segundo apurámos, aconteceu anteontem, cerca das 5h30, na Praça Dr. Francisco Lopes Guimarães.

Segundo a polícia, “no local contactámos a vítima, um homem de 19 anos, visivelmente assustada, que nos indicou que com recurso a ameaças e violência, três pessoas (de 16, 17 e 21 anos) lhe tinham subtraído uma coluna de som, um smartphone e documentos de identificação pessoal”.

Na posse das características dos suspeitos, estes foram interceptados, “tendo com eles os bens subtraídos”.

Os três jovens foram detidos, constituídos arguidos e presentes a Tribunal, desconhecendo-se as medidas de coacção aplicadas.

Cerca de 1300 alunos regressam às aulas na Figueira da Foz

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Hoje marca o dia da reabertura das escolas e do início do ano lectivo. Na Figueira da Foz, cerca de 1300 alunos regressam à rotina escolar, apesar deste ano ser um pouco diferente.

Intervalos de cinco minutos, aulas a começar mais cedo e a terminar mais tarde, alunos a ajudar na desinfestação das salas, divisão de turmas em turnos (de manhã e tarde) e cantinas com serviço de takeway são algumas das mudanças previstas por diferentes escolas para este ano lectivo.

Algumas normas, como a definição de circuitos de circulação dentro das escolas, o uso obrigatório de máscaras ou a higienização dos espaços, serão regras para todos, existindo soluções adaptadas às características de cada escola.

Fogo em Montemor-o-Velho controlado – quase 150 operacionais mobilizados

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Durante a tarde de hoje, por volta das 14h54, foi comunicado o início de um fogo florestal em Lavegada, Montemor-o-Velho, com resposta das forças de protecção civil e bombeiros, totalizando a mobilização de 147 operacionais, 39 veículos e quatro meios aéreos. O Figueirense esteve no local com as imagens do repórter José António Teixeira.

Houve também um incêndio em Maiorca, pelas 16h26, que foi rapidamente controlado por 15 operacionais e 3 veículos terrestres em cerca de meia hora.

Portugal Continental está em situação de alerta devido ao risco de incêndio até às 23H59 de hoje, estando em estado de alerta especial nível vermelho os distritos de Beja, Castelo Branco, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Portalegre, Setúbal e Santarém e os restantes estão em laranja.

Mulher de 75 anos detida por alegada prática de incêndio florestal em Cantanhede

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Uma mulher de 75 anos foi detida pela Polícia Judiciária (PJ) por alegada prática de um crime de incêndio florestal no concelho de Cantanhede, ocorrido na sexta-feira, anunciou aquela força de segurança.

De acordo com um comunicado da PJ, a suspeita, reformada, “com recurso a um isqueiro de acender o fogão, e um pedaço de acendalha branca, ateou um incêndio em zona florestal povoada com pinheiro bravo e mato” numa freguesia daquele concelho, acabando por ser detida no próprio dia.

“A actuação da suspeita colocou em perigo a integridade física e a vida de pessoas, habitações e a mancha florestal, que teria proporções mais gravosas caso não tivesse havido uma rápida intervenção dos bombeiros e meios aéreos”, acrescenta a PJ.

A detida foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

A detenção foi feita pela PJ, através da Directoria do Centro, com a colaboração da Guarda Nacional Republicana de Cantanhede, e do Grupo de Trabalho para a Redução de Ignições em Espaço Rural do Centro.

Ministro do Mar optimista sobre desenvolvimento sustentável do mar

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O ministro do Mar, Ricardo Serrão Santos, manifestou-se hoje optimista sobre o desenvolvimento sustentável dos oceanos nos próximos anos, mas alertou que o assunto exige o compromisso de todos os países.

“Nos últimos cinco anos, uma série de documentos internacionais e documentos estratégicos europeus mudaram, de facto, a percepção que nós devemos ter do que vai ser a importância dos oceanos para a próxima década. Devemos estar optimistas de que haverá empenho racional, emocional e financeiro para que tenhamos acções concretas no oceano”, frisou.

Ricardo Serrão Santos falava, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, no 27.º Congresso da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional (APDR), naquela que disse ser a segunda visita aos Açores, onde tem residência, desde o início da pandemia da covid-19.

Apesar de confiante na mudança de mentalidades sobre a importância dos oceanos, Ricardo Serrão Santos admitiu que o problema das alterações climáticas é “preocupante”.

“Em Portugal, há um compromisso grande para a neutralidade carbónica. A União Europeia tem o pacto ecológico e todos os instrumentos financeiros que vão ser implementados obrigam a investimentos de pelo menos 30% em coisas que tenham significativamente impactos nas alterações climáticas e na neutralidade carbónica, mas isto não se resolve só com a União Europeia e com países que estão de facto mais empenhados nesta agenda. Exige um esforço muito grande de todos”, sublinhou.

Segundo o ministro do Mar, a recuperação dos ecossistemas marinhos, que estão a ser abalados pelas alterações climáticas, exige “empenho” e a adopção de políticas de proximidade, enquadradas em “preocupações globais”.

“Os problemas que hoje vivemos têm de ser partilhados com soluções partilhadas. Devem inspirar as soluções que nós encontramos. Elas têm de ser encontradas regionalmente, localmente e serem cumpridas”, frisou.

Ricardo Serrão Santos salientou que Portugal tem vindo a defender a importância do mar, desde o final do século XX, mas estava até agora praticamente isolado e não tinha capacidade financeira para colocar em prática essa visão.

“Acho que vamos ter uma década onde os oceanos vão ganhar maior relevo e maior capacitação também financeira e uma oportunidade para nos lançarmos e pormos em equilíbrio e em coordenação as políticas do ambiente com a questão da economia azul”, apontou.

O crescimento da economia ligada ao mar não é incompatível com a protecção dos oceanos, segundo o ministro do Mar, que fala numa “nova industrialização”, com uma aposta nas indústrias mais amigas do ambiente, ligadas, por exemplo, às biotecnologias.

Para Serrão Santos, é preciso, no entanto, que os governantes “se apoiem no conhecimento científico e nas soluções tecnológicas que estão à vista”.

“Precisamos de continuar a retirar recursos do mar, recursos vivos, nomeadamente, e os oceanos serão chamados mais e mais para contribuírem para as soluções da alimentação do planeta, através da aquacultura, mas também através das pescas. Isto não são tudo aspectos negativos. Com uma boa governação, tem-se provado que temos conseguido recuperar mananciais de pescado que estiveram em crise profunda”, salientou.

Questionado no congresso sobre o processo de extensão da plataforma continental portuguesa, o ministro do Mar admitiu que a decisão possa ainda demorar a ser conhecida.

“Não me quero antecipar. É um processo que está em negociação nas Nações Unidas, na comissão de limites da plataforma continental, e poderá ainda levar algum tempo”, afirmou, em declarações aos jornalistas, admitindo que possam estar em causa “eventualmente alguns anos”.

Não há feridos da embarcação afundada perto da Leirosa

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Ao início da tarde de hoje, cerca das 14h30, uma embarcação de arte xávega afundou-se perto da praia da Leirosa.

Não há ferimentos a registar nos 4 tripulantes que “rapidamente foram para terra”, junto à rebentação, conforme apurou “O Figueirense” junto da autoridade marítima local.

O comandante do Porto da Figueira, João Lourenço, em declarações exclusivas ao nosso Jornal, referiu que “os meios envolvidos foram os bombeiros, INEM, e um piquete da Polícia Marítima da Estação- Salva Vidas da Figueira da Foz, com uma mota de água e uma embarcação semi-rígida”.

As causas do acidente estão a ser investigadas.

O repórter de imagem José António Teixeira esteve no local e registou os momentos logo após o acidente.

Estação Salva-vidas de Figueira da Foz resgata tripulante que desmaiou a bordo

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A Estação Salva-vidas de Figueira da Foz resgatou há momentos um tripulante de uma embarcação de pesca que se encontrava a cerca de 37 quilómetros da costa, ao largo da Figueira da Foz, após ter caído a bordo da embarcação e ter perdido os sentidos.

Na sequência de um alerta dando conta de que um homem de 48 anos, de nacionalidade portuguesa, teria caído e desmaiado a bordo de uma embarcação de pesca, foi activada para o local a embarcação “SR-42” da Estação Salva-vidas de Figueira da Foz que efectuou o resgate da vítima por via marítima.

Os elementos da Estação Salva-vidas efectuaram os primeiros socorros e a imobilização da vítima, transportando-a para a costa, onde aguardava uma ambulância do INEM que procedeu ao seu transporte para o Hospital Distrital de Figueira da Foz.

Situação de contingência vai vigorar entre 15 a 30 de Setembro com regime para todo o país

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Portugal Continental vai estar em situação de contingência para fazer à face à pandemia de covid-19 entre 15 e 30 de Setembro, segundo uma resolução hoje aprovada em Conselho de Ministros.

O comunicado divulgado após a reunião do Conselho de Ministros indica que foi aprovada a resolução que declara a situação de contingência em todo o território nacional continental, no âmbito da pandemia da doença covid-19, a partir das 00:00 de 15 de Setembro até às 23:59 de 30 de Setembro.

O regime da situação de contingência que vigorava para a Área Metropolitana de Lisboa passa, a partir de 15 de Setembro, a aplicar-se a todo o continente.

O Governo justifica a situação de contingência em todo o território de Portugal continental com o crescimento de novos casos diários de contágio da doença, o início do ano lectivo escolar e o aumento expectável de pessoas em circulação, designadamente, nos transportes públicos em áreas com elevada densidade populacional.

O Conselho de Ministro aprovou hoje um conjunto de medidas que vão ser aplicadas a partir de 15 de Setembro, nomeadamente a limitação dos ajuntamentos a 10 pessoas e a proibição de venda de bebidas alcoólicas nas estações de serviço e, a partir das 20h, em todos os estabelecimentos, à excepção daqueles que servem refeições.

Outras medidas passam pela proibição do consumo de bebidas alcoólicas na via pública, enquanto os restaurantes, cafés e pastelarias que se situam a 300 metros das escolas vão ficar limitados ao máximo de quatro pessoas por grupo e os estabelecimentos comerciais só podem abrir após as 10h e terão de encerrar entre as 20h e 23h, conforme decisão municipal.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 904 mil mortos e quase 28 milhões de casos de infecção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.852 pessoas dos 62.126 casos de infecção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

Escolas da Figueira com webcams instaladas para ensino à distância

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Os directores dos agrupamentos escolares e a autarquia da Figueira da Foz decidiram instalar webcams (câmaras de vídeo ligadas aos computadores), como resposta aos planos de contingência e a eventuais casos de contágio, antecipando facilitar o ensino à distância no caso de não haver possibilidade de haver aulas presenciais.

As webcams foram instaladas em cada sala de aulas do 3.º ciclo e do ensino secundário, sendo investidos cerca de 11 mil euros na aquisição daqueles dispositivos, segundo a informação prestada pelo Diário As Beiras.

Dia Mundial da Fisioterapia assinalado no HDFF

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Ontem foi comemorado o Dia Mundial da Fisioterapia, em que o Serviço de Medicina Física e de Reabilitação do Hospital Distrital da Figueira da Foz assinalou a data com o objectivo de dar a conhecer a importância da fisioterapia, e alertou profissionais e utentes, para a reabilitação após um quadro severo de Covid-19.

#EstudoEmCasa regressa para o próximo ano lectivo com aulas até ao 12.º ano

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As aulas do programa #EstudoEmCasa da RTP Memória vão regressar no próximo ano lectivo e passam a incluir o ensino secundário, mas apenas na plataforma ‘online‘, foi hoje anunciado.

A informação foi hoje apresentada pelo ministro da Educação e pelo presidente da RTP, numa conferência de imprensa conjunta na sede da estação pública, em Lisboa.

No primeiro mês do ano lectivo, já a partir de dia 14 de Setembro, os alunos vão poder voltar a assistir a aulas transmitidas durante o 3.º período, para acompanhar o trabalho de consolidação de aprendizagens que será feito nas escolas. As aulas novas começam em 19 de Outubro.

Nos primeiros meses do #EstudoEmCasa, criado âmbito da pandemia de covid-19, só foram gravadas aulas para o ensino básico, do 1.º ao 9.º ano de escolaridade. A partir deste ano, os estúdios da RTP vão passar a receber também os professores do secundário, mas as aulas só vão ser disponibilizadas na plataforma ‘online‘. 

Outra das novidades é a separação dos conteúdos do 1.º e 2.º anos, que no ano passado tinham aulas conjuntas, uma alteração que o ministro da Educação considerou importante, uma vez que “as crianças do 1.º ano tem outro tipo de vicissitudes e necessidades”.

Mais de 90% dos portugueses dizem usar sempre máscara quando saem de casa

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Mais de 90% dos portugueses inquiridos num estudo sobre a covid-19 referiram usar sempre máscara quando saem de casa e 88% dizem sentir confiança nos profissionais de saúde.

O estudo que pretende auscultar as opiniões e captar as percepções da população portuguesa sobre a pandemia de covid-19 com enfoque no seu impacto no acesso a cuidados de saúde foi divulgado hoje na apresentação do Movimento Saúde em Dia, uma iniciativa da Ordem dos Médicos e da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares.

Os dados preliminares foram apresentados por Francisca Azevedo, directora executiva da GFK Metris, e apontam que 94% dos portugueses dizem “que usam sempre a máscara assim que saem de casa”.

“Efectivamente os portugueses de uma forma genérica até estão a cumprir com as normas e com as directrizes que são passadas e que vão ser reforçadas” também com a campanha hoje apresentada “Saúde em dia – não mascare a saúde”, disse Francisca Azevedo.

O estudo pretendeu apurar a “importância percepcionada do tema pandemia covid-19, bem como o nível de informação que têm sobre a mesma” e os comportamentos adoptados no dia-a-dia (lavar as mãos com frequência, uso da máscara, manter a distância de segurança, evitar locais com muita gente, isolamento social).

A investigação visou ainda avaliar o impacto da pandemia (diminuição dos rendimentos, risco para a saúde, limitação ao acesso a cuidados de saúde) e a “segurança/insegurança no acesso a cuidados de saúde” e os seus motivos: “sinto confiança para receber cuidados de saúde num hospital público”, “no meu Centro de Saúde/ Unidade de Saúde Familiar”, para “me deslocar a uma farmácia para comprar medicamentos”.

Pretendeu ainda quantificar até que ponto os portugueses deixaram, ou não, de aceder a cuidados de saúde durante a pandemia (sendo feita uma distinção entre doentes crónicos e doentes não crónicos) e saber a opinião dos portugueses sobre a actuação de entidades e sectores durante a pandemia.

Este conhecimento será partilhado e analisado em 22 de Setembro, numa reunião de peritos, sendo o objectivo “promover a reflexão sobre o conhecimento adquirido e os desafios dos sistemas de saúde, por forma a desenvolver propostas efectivas”.

A informação foi recolhida através de entrevistas directas e pessoais, em total privacidade, com base num questionário estruturado, elaborado pela equipa do projecto e pela GfK Metris.

Os trabalhos de campo decorreram entre os passados dias 28 de Agosto e 07 de Setembro e foram realizados por entrevistadores recrutados e treinados pela GfK Metris, que receberam uma formação adequada às especificidades deste estudo.

O universo é constituído por indivíduos com 18 e mais anos, residentes em Portugal, numa amostra de 1.000 indivíduos, proporcional à população portuguesa, sendo a margem de erro de 3,1% para um intervalo de confiança de 95%.

Os dados serão ponderados para o universo da população em estudo, 8.251 milhões de indivíduos.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 893.524 mortos e infectou mais de 27,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.846 pessoas das 60.895 confirmadas como infectadas, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

“Bankinter mais próximo das famílias e empresas da Figueira da Foz”

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Quando se estabeleceu em Portugal em 2016, o Bankinter definiu como prioridade a proximidade com os seus clientes, uma decisão estratégica que ganhou ainda mais relevância em tempos de pandemia.

O Bankinter, fundado em 1965 e que é hoje uma das instituições bancárias mais sólidas da Europa, foi um dos primeiros bancos a implementar um conjunto de medidas extraordinárias para apoiar as famílias e as empresas a mitigarem os efeitos económicos e financeiros provocados pela pandemia.

Para além do reforço imediato da capacidade de atendimento da Banca Telefónica, Digital e das equipas e meios tecnológicos, de forma a continuar a servir os clientes nas agências e, remotamente, foram implementados mecanismos de moratórias dos empréstimos, condições para isenção da cobrança de comissões, para além da adesão às linhas de financiamento específicas do Covid-19.

Neste período, foram ainda lançados diversos produtos e serviços inovadores, com destaque para a abertura de conta através de dispositivos móveis e, ainda, o canal do Bankinter no whatsapp.

“Nem no pico da pandemia, o Bankinter parou. É nestas alturas que os clientes mais precisam do nosso apoio, em termos de aconselhamento e apresentação de soluções inovadoras e flexíveis, que permitam ultrapassar uma situação tão complexa”, revela Amílcar Galhardo, director da agência do Bankinter na Figueira da Foz, que está situada na Praça 8 de Maio (também conhecida pela praça dos táxis), n.º 56.

O responsável do Bankinter, instituição que no início do ano foi eleita Melhor Banco na sua categoria pela ‘Escolha do Consumidor’, adianta que “fruto do profundo conhecimento que a equipa do Bankinter tem dos clientes figueirenses, sejam eles famílias ou empresas, os nossos gestores estão especialmente bem preparados para os apoiar na retoma e realização dos seus projectos e ambições”.

De acordo com Amílcar Galhardo, “é tempo de olhar para o futuro e dar seguimento a planos e projectos que ficaram em suspenso por causa da pandemia”.

O nosso entrevistado acrescentou que “para isso, o Bankinter disponibiliza aos seus clientes uma oferta de soluções abrangentes, que incluem desde o Crédito Habitação Taxa Fixa Bankinter – a alternativa mais competitiva do mercado que permite aos clientes fixarem a taxa do seu crédito em valores historicamente baixos -, à Conta Mais Ordenado” que, sem comissões e com uma remuneração dos depósitos de 5% no primeiro ano, foi reconhecida com o prémio ‘Cinco Estrelas’ pelo terceiro ano consecutivo.

Numa época de juros baixos nos depósitos a prazo, o Bankinter oferece aos seus clientes um portfólio de soluções de investimento diferenciadoras, beneficiando da elevada especialização dos seus Investment Advisors, dos serviços de Research e da sua Gestora de Activos, responsável pelo Bankinter 75 PPR Classe B que, com uma rentabilidade anual de 16,5%, ficou em 1.º lugar no ranking da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios em 2019.

“Na Figueira da Foz, os clientes do Bankinter são acompanhados por Gestores Premier que, com base no perfil de cada investidor, prestam um serviço de aconselhamento personalizado”, adianta. Os clientes têm também à sua disposição o Centro de Private Banking do Porto e respectivos Private Bankers que se deslocam com regularidade ao concelho.

Relativamente a Soluções de Financiamento e Soluções de Investimento dirigidas a clientes Private e Premier, o Bankinter apresenta uma proposta de valor abrangente e muito competitiva, com especial destaque para os Serviços de Gestão de Patrimónios, via mandato ou Seguro Unit Link, e para a sua gama de fundos perfilados PPR, a que acresce uma oferta superior a 800 Fundos de Investimento, de mais de 20 sociedades gestoras internacionais.

“Além disso, os nossos clientes têm acesso à plataforma Bankinter Broker, uma solução digital que permite investir em acções e ETF’s – Exchange Traded Funds, bem como aceder a informação de suporte à decisão de investimento, como notas dos analistas de Research do Bankinter, com informação de Bolsas, Moedas, Taxas de Juro e notícias da atualidade”, refere Amílcar Galhardo.

Dado o seu papel essencial na dinamização da economia e geração de emprego, as empresas figueirenses, de pequena, média ou grande dimensão, são essenciais para a recuperação económica da região e do país, razão pela qual o segmento de Clientes de Negócios é uma das áreas essenciais para o Bankinter.

Segundo Amílcar Galhardo, “a equipa do Bankinter conhece a fundo as necessidades e desafios dos empresários e gestores da Figueira da Foz, o que nos permite a apresentar um conjunto de soluções inovadoras e flexíveis, com um foco especial para setores estruturantes para a região, nomeadamente o Turismo, que tira partido de duas das maiores riquezas do concelho: a praia e o Sol”.

“Quem gere um negócio sabe que encontra no Bankinter respostas certas no tempo certo, ao nível, por exemplo, da Gestão de Tesouraria, do recurso a financiamento, nomeadamente através do novo Crédito Multilinha, que permite o acesso a diversas soluções de financiamento através de um único contrato e com um limite global de crédito, ou do novo serviço inovador de Depósito de Cheques à Distância, que possibilita ao cliente empresa efectuar o depósito de Cheques, sem necessidade de deslocações diárias à agência”, revela, referindo ainda “o apoio ao Negócio Internacional e os serviços de Banca de Investimento”.

À equipa da Figueira da Foz somam-se os serviços dos quatro Centros de Private Banking, dos dez Centros dedicados a Empresas espalhados por todo o país, dos dois Centros Corporate em Lisboa e Porto e de uma rede nacional composta por 81 agências. A nível internacional, o Bankinter está presente em Espanha, no Luxemburgo e na Irlanda.

Segundo o director da agência da Figueira, “é cada vez maior o número de clientes que escolhe o Bankinter através de recomendações de outros clientes, o que revela que a nossa proposta de valor é efectivamente reconhecida e apreciada”.

Reabertura das escolas é “primordial” para o bem-estar físico e psicológico dos alunos

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O ministro da Educação considerou “primordial” a reabertura das escolas pela saúde física e psicológica dos alunos, pela literacia e pelas dinâmicas económicas e sociais das famílias, garantindo existir “total segurança” nos estabelecimentos de ensino.

No final de uma reunião sobre a evolução da covid-19 em Portugal, que juntou peritos, políticos e parceiros sociais, no Porto, Tiago Brandão Rodrigues sublinhou que o Governo quer as crianças nas escolas, mas caso as aulas tenham de ser interrompidas têm de ser “no menor espaço e tempo possível”.

O governante lembrou a importância de as escolas voltarem a ser “paradigma da segurança” na sociedade, reforçando que se as infraestruturas públicas tivessem os mesmo níveis de segurança que têm as escolas todos estariam mais tranquilos quanto à progressão da pandemia.

Apesar de assegurar total segurança no arranque do ano lectivo, Tiago Brandão Rodrigues sublinhou que o Governo está a criar condições para, se necessário, garantir o ensino à distância e misto.

“Quanto ao estudo em casa, transmitido no canal público, teremos novidades em breve”, adiantou.

O encontro de hoje foi o primeiro depois do verão e o primeiro a realizar-se no Porto e contou com a participação do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa – que saiu sem prestar declarações, ao contrário do que aconteceu em todas as outras reuniões -, do primeiro-ministro, António Costa, do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, bem como de líderes e representantes partidários, patronais e sindicais.

Grande parte do país com risco máximo de incêndio e risco muito elevado de exposição aos UV

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Cerca de uma centena de concelhos de 14 distritos estão em risco máximo de incêndio. O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade em alguns locais da faixa costeira a sul do Cabo Mondego. Para além do elevado risco de incêndio, 17 distritos do continente estão também em risco muito elevado de exposição aos UV.

Está também previsto vento fraco do quadrante leste, predominando do quadrante oeste na região Sul, e soprando por vezes forte nas terras altas até final da manhã e a partir do final da tarde.

A previsão aponta ainda para a possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro na faixa costeira a sul do Cabo Mondego e pequena descida de temperatura no interior.

Apesar disso, cerca de uma centena de concelhos de 14 distritos de Portugal continental apresentam hoje risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O IPMA colocou em risco máximo de incêndio cerca de uma centena de concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Coimbra, Leiria, Guarda, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro.

O instituto colocou ainda em risco muito elevado e elevado de incêndio vários concelhos de todos os distritos (18) de Portugal continental.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo.

Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

No domingo, a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) alertou para um aumento “muito grande” do risco de incêndio até às 23:59 de terça-feira em todo o continente português, em especial a norte do rio Tejo.

Em conferência de imprensa, a secretária de Estado da Administração Interna, Patrícia Gaspar, declarou a situação de alerta para 14 distritos a norte do Tejo.

A medida abrange os distritos de Aveiro, Braga, Bragança, Portalegre, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, Lisboa, Porto, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

Face às previsões adversas, a Protecção Civil accionou para os mesmos distritos o estado especial de alerta laranja, o segundo mais grave numa escala de quatro.

Além do estado especial de alerta laranja para todos os distritos a norte do rio Tejo, vão estar em estado de alerta especial amarelo os restantes distritos do território continental, designadamente Setúbal, Évora, Beja e Faro.

Em situação de alerta é proibida a realização de queimas e queimadas e o uso de fogo de artifício ou de outros artefactos piro-técnicos, e são proibidos o acesso, a circulação e a permanência em espaços florestais “previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios”.

Também não são permitidos trabalhos florestais e rurais com equipamentos eléctricos como moto-roçadoras, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal.

Por causa do tempo quente, o IPMA emitiu aviso amarelo para os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal, Portalegre e Beja até às 18:00 de hoje.

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica.

Operação da GNR de fiscalização nas estradas no verão termina hoje

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A operação da GNR “Viajar em segurança”, que passou por um reforço do patrulhamento e fiscalização nas estradas portuguesas para garantir a segurança durante as deslocações no verão, termina hoje.

Durante a operação, que começou a 26 de Junho, a GNR privilegiou “uma actuação preventiva” nos principais eixos rodoviários, como autoestradas, itinerários principais, itinerários complementares e estradas nacionais, através de um “esforço para as vias mais críticas”, com o objectivo de “combater a sinistralidade rodoviária, garantir a fluidez do tráfego e apoiar todos os utentes das vias, proporcionando-lhes uma deslocação em segurança”.

Nos últimos meses, a acção da GNR incidiu sobre os comportamentos de risco e que colocam em causa a segurança rodoviária.

Os militares da GNR estiveram atentos às manobras perigosas de ultrapassagem, condução sob o efeito do álcool e substâncias psico-trópicas, condução sem habilitação legal, excesso de velocidade, uso do cinto de segurança e do telemóvel durante a condução.

O último relatório da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) dá conta que Julho foi o mês que este ano registou o maior número de mortos e de feridos graves em acidentes rodoviários, tendo as vítimas mortais aumentado quase 50% face ao mesmo mês de 2019,

Segundo a ANSR, em Julho morreram 49 pessoas nas estradas portuguesas, mais 48,5% em relação ao mesmo mês de 2019, quando morreram 33, e 212 pessoas sofreram ferimentos graves, número idêntico ao ano passado.

No total e nos primeiros sete meses de 2020 registaram-se 14.217 acidentes com vítimas no continente, dos quais resultaram 216 mortos ocorridos no local do acidente ou durante o transporte até à unidade de saúde, 991 feridos graves e 16.493 feridos leves.

A ANSR indica que se verificaram, em relação ao mesmo período de 2019, menos 5.705 acidentes com vítimas (-28,6%), menos 43 vítimas mortais (-16,6%), menos 269 feridos graves (-21,3%) e menos 7.590 feridos leves (-31,5%).

“Entre Janeiro e Julho de 2020 verificou-se uma redução em todos os indicadores de sinistralidade, relativamente ao período homólogo de 2019, sendo que o mês de Abril foi o que apresentou decréscimos mais significativos, em parte devido à situação de estado de emergência que vigorou entre 19 de Março e 02 de Maio, impondo fortes medidas de confinamento com a consequente redução de tráfego”, frisa o relatório.

Obras na Rua dos Combatentes com mais de um ano de atraso

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As obras na Rua dos Combatentes, na Baixa da cidade, apresentam um atraso superior a um ano, que deixa preocupados os comerciantes daquela rua.

Segundo o Diário As Beiras, o presidente da Câmara Municipal, Carlos Monteiro, explicou que este atraso deve-se à dificuldade que o empreiteiro da obra está a ter quanto à obtenção de pedra, para pavimentar a rua em questão, pois “as pedreiras reduziram a exploração por causa da crise sanitária e, no verão, devido às férias”.

A empreitada de requalificação da Baixa, incidente em 14 ruas e duas praças, está prevista para ser concluída no primeiro semestre de 2021.

CAE vai receber “Autópsia” da Companhia Olga Roriz no final de Setembro

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O Centro de Artes e Espectáculos (CAE) recebe, dia 26 de Setembro, pelas 21h30, o espectáculo de dança “Autópsia”, pela Companhia Olga Roriz.

Para este espectáculo, que estreou a 1 de Novembro de 2019 no Teatro São Luís, em Lisboa, Olga Roriz deixou-se inspirar pela terminologia da Grécia Antiga – onde “autópsia” deriva de “visão de si própria”.

A coreógrafa partiu de uma introspecção sobre o tempo que vivemos e – “o modo como estou na minha vida, a realidade de (…) ter deixado de dançar e a clivagem que isso causou e que mudou a minha forma de pensar” e criou um espectáculo que “olha em redor e também para dentro de cada um de nós”.

“O espectáculo é todo movimento, os corpos quase não se olham, não se tocam. Movimentam-se ao som das atmosferas electrónicas, por vezes experimentais, de Acid Arab, Christian Fennesz, Jóhann Jóhannsson ou Ben Frost.”

Os bilhetes terão um custo de 8,00 euros (público geral) e 5,00 euros (para alunos de escolas de dança do concelho, mediante comprovativo na aquisição do bilhete), e que os mesmos estão à venda na bilheteira do CAE e na Ticketline.

Beatas de cigarros para o chão com direito a multa entre 25 e 250 euros a partir de hoje

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A partir de hoje pontas de cigarros e charutos no chão vão custar entre 25 e 250 euros de multa ao abrigo de uma lei publicada há um ano.

A Lei n.º 88/2019 de redução do impacto das pontas de cigarros, charutos ou outros cigarros no meio ambiente aprova medidas para recolha e tratamento dos resíduos de tabaco e pune com coimas entre 25 e 250 euros quem atirar beatas para a via pública.

Ao abrigo da lei, as pontas de cigarros, charutos ou outros cigarros contendo produtos de tabaco passam a ser equiparadas a resíduos sólidos urbanos e, por isso, fica proibido o seu “descarte em espaço público”.

Publicada a 03 de Setembro de 2019, a lei entrou em vigor no dia seguinte, mas previa um “período transitório de um ano a contar da data da entrada em vigor” para que as entidades pudessem fazer as adaptações necessárias.

De acordo com a lei, os “estabelecimentos comerciais, designadamente, de restauração e bebidas, os estabelecimentos onde decorram actividades lúdicas e todos os edifícios onde é proibido fumar devem dispor de cinzeiros e de equipamentos próprios para a deposição dos resíduos indiferenciados e selectivos produzidos pelos seus clientes, nomeadamente receptáculos com tampas basculantes ou outros dispositivos que impeçam o espalhamento de resíduos em espaço público”.

Os estabelecimentos ficam também encarregues de proceder à limpeza dos resíduos produzidos nas áreas de ocupação comercial e numa zona de afluência num raio de cinco metros.

Já no que respeita às contra-ordenações a lei determina no artigo 11.º que entra em vigor um ano após a sua publicação, ou seja, em 03 de Setembro de 2020.

Além de coimas de 25 euros a 250 euros para quem atirar beatas para o chão, a lei determina também que constitui contra-ordenação punível com coima mínima de 250 euros e máxima de 1.500 euros caso os estabelecimentos comerciais, as empresas que gerem os transportes públicos, as autarquias, as empresas concessionárias das paragens de transportes públicos, as instituições de ensino superior, a actividade hoteleira e alojamento local não procedam à colocação de cinzeiros ou não procedam à limpeza dos resíduos produzidos.

O diploma previa ainda que o Governo deveria criar, no prazo de 180 dias a partir da entrada em vigor da lei, um sistema de incentivos, no âmbito do Fundo Ambiental, e promover campanhas de sensibilização dos consumidores para o destino responsável dos resíduos de tabaco, nomeadamente, pontas de cigarros, charutos ou outros cigarros.

No que diz respeito às empresas produtoras de tabaco, a nova lei indica que devem promover a utilização de materiais bio-degradáveis no fabrico de filtros para tabaco.

A fiscalização é da responsabilidade da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), das câmaras municipais, Polícia Municipal, Guarda Nacional Republicana, Polícia de Segurança Pública, Polícia Marítima e das restantes autoridades policiais.

A instrução dos processos e a aplicação das coimas para quem não cumprir competem à ASAE e à câmara municipal respectiva, sendo que o dinheiro será distribuído pelo Estado (50%), entidade autuante (20%) e entidade que instruiu o processo (30%).

Faleceu Rui Pedro Carvalho

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Morreu Rui Pedro Carvalho, um dos fundadores da rádio da Figueira.

Natural de Coimbra, onde nasceu em 1950, foi um dos fundadores do Rádio Clube Foz do Mondego. Rui Pedro radica-se na Figueira da Foz em 1975 e aqui desenvolveu incontáveis actividades, quer profissionais quer de lazer. Exerceu a sua actividade profissional na área administrativa do Hospital Distrital da Figueira da Foz onde montou e foi responsável pelo funcionamento de alguns serviços.

A partir de 1985 foi também formador nas áreas de informática e de fotografia (actividade que ainda mantinha) tendo elaborado e ministrado cursos em diversas localidades da região centro do país.

Nos seus tempos livres esteve envolvido em algumas actividades do movimento cultural e associativo do concelho, destacando a sua participação como co-fundador da Rádio Foz do Mondego.

Acidentes rodoviários em números no distrito

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Um morto, um ferido grave e 19 feridos considerados ligeiros em resultado de 57 acidentes, é este o balanço relativo à sinistralidade registada pela GNR no distrito de Coimbra, na semana que decorreu entre os dias 25 e 31 de Agosto.

Detido Por injúrias a agente de autoridade

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Na Rua Académico Zagalo (Figueira da Foz) foi detido um homem de 37 anos pela prática do crime de injúrias a agente de autoridade, refere um comunicado da PSP reportado ao final deste mês de Agosto.

“Por haver conhecimento de que na referida artéria estaria a decorrer uma desavença entre vários indivíduos, de imediato os agentes se deslocaram para o local. Aí chegados e, com o intuito de se inteirarem do que teria ocorrido, apuraram que o suspeito já teria agredido várias pessoas que já não se encontravam no local. Confrontado com o descrito, este assumiu uma atitude muito agressiva e injuriou os agentes”. Perante os factos foi detido.

Amigos de 4 Patas com 3ª sessão solidária no Jardim Municipal

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O grupo «Amigos de 4 patas» promove amanhã, dia 2 de Setembro, pelas 20h, no jardim municipal, a 3.ª sessão solidária de Sociabilização e Educação Canina.

Além de promover a sociabilização e educação canina, esta iniciativa visa a angariação de verbas para apoio à actividade da Associação GADAFF.

As inscrições estão já abertas ao valor mínimo individual de 2€, mas cada participante poderá contribuir com outros valores.

Figueira pensa no início do ano escolar

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As escolas e a autarquia da Figueira vão reunir-se em breve para acertos de pormenor, mas os estabelecimentos de ensino locais já estão preparados, confirmou a’ O Figueirense Carlos Santos, da Escola Doutor Joaquim de Carvalho.

Portugal Continental continuará em alerta e a Área Metropolitana de Lisboa em contingência na próxima quinzena devido à pandemia de Covid-19, passando todo o continente à situação de contingência em 15 de Setembro, quando iniciarem as aulas.

Noites de Agosto na Figueira com vida recuperada

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Entre as áreas e sectores da Figueira da Foz, os estabelecimentos de animação nocturna revelam ser dos mais afectados pela pandemia da Covid-19, tanto pelos condicionamentos e leis impostas pela Direcção-Geral de Saúde, como em termos de horário e interacção com os clientes.

O Figueirense, num trabalho do repórter Leonardo Ramalho, quis tentar descobrir mais sobre as preocupações dos trabalhadores destes estabelecimentos, procurando saber como correu este verão e, em especial, este mês de Agosto.

Miguel Pimentel, trabalhador do Irish Pub, confessou-nos que “dentro dos limites até nem estamos assim tão mal como era previsto”, falando da inactividade do estabelecimento nos meses de Junho e Julho, rematando que o mês de Agosto foi “o mais movimentado desde a reabertura”. Para além do estabelecimento ter agora menos duas mesas, uma pequena esplanada e abrirem mais cedo (16 horas), Miguel disse que no mês de Agosto é “bastante igual aos outros anos”, acrescentando que “tivemos que nos adaptar a uma nova realidade”, respondeu Bruno Santos, dono do restaurante-bar Casa Havanesa, referindo igualmente que teve que mudar os horários do estabelecimento, de forma a servir almoços e fechar mais cedo, para cumprir as leis impostas.

Quanto às alterações no trabalho comparativamente aos outros anos, Bruno disse que “são menos três horas diárias de trabalho” e que reduziu a quantidade de interacções entre os trabalhadores e clientes, de forma a “respeitar as pessoas e proteger o staff”. Bruno falou dos meses de Junho e Julho com alguma angústia, tratando o ano de 2020 como o “ano zero, ou ano menos um”, pois o mês de Agosto foi o único parecido ao dos anos interiores em termos de “movimento“.

Polícia apanha suspeito de assaltar CASA

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A PSP deteve um indivíduo do sexo masculino suspeito de furto de um computador e um telemóvel no Centro de Apoio ao Sem Abrigo (CASA) da Figueira da Foz, tendo sido constituído arguido. 

O homem, com cerca de 20 anos, é ainda suspeito de aceder durante a noite às instalações da instituição para tomar banho e consumir alimentos destinados a pessoas carenciadas,.

O Figueirense nas bancas

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A edição papel de Agosto do jornal “O Figueirense” já está nas bancas. Fica a primeira página que destaca o verão e o regresso às aulas em pleno estado de contingência.

Jornal O Figueirense, primeira página

Mulher detida por furto, resistência e coacção

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Por ter sido vista por um agente policial no interior de uma superfície comercial na zona de Tavarede a ocultar uma garrafa de uma bebida espirituosa e ter passado a linha das caixas sem efectuar o pagamento, a mulher, de 39 anos, foi de imediato abordada.

Quando lhe foi solicitada a sua identificação e que abrisse uma bolsa que trazia consigo com o intuito de a recuperar, a suspeita “não acatou a ordem e dirigiu-se para o parque de estacionamento da referida superfície e tentou a fuga no seu automóvel, tendo embatido num outro ali estacionado, provocando-lhe danos no para-choque”.

Após intercepção, “a mulher tentou opor-se a sair da viatura, assumindo uma postura muito agressiva e nada cooperante, desferindo vários arranhões nas mãos do agente e com tentativas de torções no braço”, diz a PSP.

Sujeita a uma revista de segurança, além da referida garrafa, foi-lhe ainda encontrado no interior da bolsa um saco de camarão, também furtado. Perante os factos foi-lhe dada voz de detenção. A ocorrência teve lugar na passada quarta-feira, à tarde.

GNR deteve 574 pessoas e detectou mais de 8.400 infracções de trânsito numa semana

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No comunicado de balanço da actividade operacional da semana entre os dias 21 e 27 deste mês, a Guarda Nacional Republicana indica que foram ainda detidas 88 pessoas por condução sem habilitação legal, 79 pelo crime de violência doméstica, 20 por incêndio florestal, 18 por tráfico de droga e 12 por posse ilegal de armas.

Nas acções, os militares da GNR apreenderam 24.473 doses de liamba, 238 doses de haxixe, 50 doses de MDMA (droga sintética), 40 doses de heroína, 20 doses de cocaína e dez armas brancas.

No âmbito da fiscalização de trânsito, a GNR detectou 8.405 infracções, das quais 2.438 por excessos de velocidade, 378 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização, 258 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido, 364 por falta ou incorrecta utilização do cinto de segurança e sistema de retenção para crianças, e 280 por uso do telemóvel durante condução.

Do total de infracções detectadas há ainda a registar 228 relacionadas com tacógrafos e 176 por falta de falta de seguro de responsabilidade civil.

«Diálogos Improváveis» de Carlos Miguel e Victor Costa em exposição

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Carlos Miguel e Victor Costa são os artistas que assinam a exposição «Diálogos Improváveis» patente ao público no Sweet Atlantic & Spa de 29 de Agosto a 13 de Setembro.

A inauguração está marcada para sábado (dia 29), às 18h00, e poderá ser visitada de segunda a sexta-feira das 18 às 22h00 e aos sábados/domingos das 15 às 22h00.

Homem de 62 anos detido por crime de violência doméstica

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Ontem, cerca das 20h10, foi detido na Figueira da Foz um homem de 62 anos, pela prática do crime de violência doméstica.

Segundo a PSP, ” com conhecimento, de que a vítima se encontrava na sua residência fechada numa divisão para se proteger do agressor e, que temia pela sua integridade física, de imediato os agentes se deslocaram para o local. Aí, após contacto com a denunciante, uma mulher de 64 anos, através de uma janela, a qual informou que o marido momentos antes, a tinha injuriado e ameaçado com recurso a armas brancas”.

Uma vez que o agressor (já referenciado pela policia pela prática do mesmo crime) se encontrava fechado na referida residência e não colaborou com a entrada dos agentes, “denotando uma atitude de agressividade, e com diversas injúrias, dizendo que só abria a porta depois de levar a cabo os seus intentos contra a mulher, houve necessidade de a arrombar, tendo o mesmo oferecido resistência à entrada”, refere a PSP.

No momento em que lhe foi dada voz de detenção, o indivíduo “com intuito de obstar que a missão policial fosse concretizada, ofereceu bastante resistência física”. De salientar que homem tinha na sua posse duas facas de cozinha com 15 e 16 cm de lâmina, que foram apreendidas.

O detido foi presente a autoridade judicial competente e ainda não são conhecidas as medidas de coacção aplicadas.

Andreas Noe, o “viajante do lixo”, vem limpar as praias da Figueira no próximo domingo

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A Figueira da Foz recebe, dia 30 de Agosto, o biólogo molecular alemão Andreas Noe que, equipado com um ukulele e uma prancha de surf feita a partir de lixo marítimo, iniciou no dia 15 de Agosto o projecto ambiental “The Plastic Hike“, uma viagem a pé, de Caminha a Vila Real de Santo António (832 quilómetros da costa portuguesa), realizada com desperdício zero, para enfatizar que também é possível viajar de forma sustentável e que tem como objectivo alertar para os problemas ambientais e de sustentabilidade.

Na Figueira da Foz, o encontro com Andreas está marcado para as 09h30 do próximo domingo, a sul da praia da Costa de Lavos. A limpeza irá estender-se até à praia da Leirosa e qualquer pessoa interessada em voluntariar-se pode fazê-lo, salvaguardando que todas as regras de segurança e distanciamento social devem ser cumpridas, nomeadamente o uso de máscara, luvas e sacos do lixo descartáveis. O lixo recolhido será levado para tratamento pelo município.

“The Plastic Hike” visa consciencializar sobre o impacto negativo do plástico descartável no litoral português e, consequentemente, accionar possíveis soluções do sector público e privado para reduzir o seu uso e aumentar a sua reutilização e reciclagem.

Ao fim de 12 dias de ´jornada’, que se encontra a ser documentada na conta de Instagram de Andreas e que conta com uma equipa de filmagem, uma vez que o projecto pretende culminar num documentário, já foram recolhidos 372.50 kg de lixo e 81 máscaras de protecção.

Mais conhecido por ‘The Trash Traveler’ (‘O Viajante do Lixo’), Andreas Noe é alemão, tem 32 anos e é formado em biologia molecular. Em 2017 mudou-se para Portugal e passou a viver numa auto-caravana enquanto ia todos os dias para o seu trabalho no escritório. Foi um período em que se tornou ainda mais amigo do ambiente e decidiu não só recolher lixo das praias onde surfava, como tirar fotos e fazer vídeos de forma a motivar os portugueses (e não só) a fazerem o mesmo. Em 2019, recolheu 690 quilos de lixo nas praias.

Praias da Figueira da Foz com limpeza o ano inteiro

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A limpeza das praias do Município da Figueira da Foz, assim como das áreas envolventes e respectivos acessos é realizada ao longo de todo o ano, sendo que durante a época balnear a frequência de limpeza é reforçada, passando a ser realizada diariamente (entre 1 de Junho e 17 de Setembro, os trabalhos são realizados de segunda-feira a domingo, incluindo feriados), com recurso a meios mecânicos e manuais.

O serviço de manutenção e limpeza de praias no concelho, que se encontra a cargo de uma empresa externa, a SUMA S.A., tem vindo a realizar-se, este ano, desde 01 de Maio e irá prolongar-se, no período de verão, até 30 de Setembro.

A limpeza mecânica tem vindo a ser efectuada uma vez por semana, nas praias de Buarcos, Figueira da Foz (Ponte Galante até à zona limite Molhe Norte) e Forte, e uma vez por mês nas praias de Quiaios, Murtinheira, Hospital, Gala, Orbitur, Costa Lavos e Leirosa.

Decorrente da quantidade excessiva de resíduos lenhosos resultante das cheias do Baixo Mondego que, posteriormente, ficaram depositados com as marés junto à zona dunar, assim como aos pequenos resíduos naturais que se encontram em profundidade, e que, com as marés e o pisoteio, vão surgindo na superfície, tem-se procedido à limpeza mecânica das praias do Cabedelo e Cabedelinho e às que se encontram mais próximas da foz do rio Mondego, com maior periodicidade.

A limpeza manual de resíduos no areal, nos acessos e envolvente, assim como a recolha das papeleiras é realizada diariamente em todas as praias.

Desde 1 de Maio foram efectuados diversos trabalhos, como: limpeza mecânica e manual aprofundada dos areais; encaminhamento, para valorização, dos detritos lenhosos recolhidos nas praias; colocação de estrados de madeira, papeleiras e mini-ecopontos para a deposição selectiva de papel, vidro e embalagens de plástico/metal; desobstrução, lavagem e desinfecção das escadarias, rampas de acesso, passadeiras e muros; limpeza dos campos de jogos (interior e exterior envolvente).

A partir de 1 de Outubro e até 30 de Abril, naquele que é considerado o período de inverno, a limpeza será mantida nas praias de Buarcos, Figueira da Foz, Forte, Cabedelinho e Cabedelo.

Homem em prisão domiciliária na Figueira da Foz foi detido por tráfico de droga

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Um homem de 31 anos em prisão domiciliária na Figueira da Foz foi detido pela prática do crime de tráfico de drogas, informou a PSP de Coimbra.

“A detenção surge no âmbito de diligências processuais para execução de um mandado de detenção para cumprimento da pena de quatro anos de prisão efectiva ao suspeito, que se encontrava sob vigilância electrónica em prisão domiciliária pela prática do crime em apreço”, refere em comunicado o Comando Distrital de Coimbra daquela polícia.

A detenção do homem em casa, por elementos da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial da PSP da Figueira da Foz, foi realizada na segunda-feira.

“Durante os procedimentos, foram encontrados no domicílio do homem 333 doses individuais de heroína, 24 doses individuais de canábis, uma planta de ‘cannabis sativa’ com cerca de 80 centímetros de altura, uma balança de precisão e um saco em plástico cortado, normalmente usado para acondicionar produto estupefaciente”, adianta.

O detido foi conduzido ao Estabelecimento Prisional de Coimbra, tendo sido a instituição notificada para o apresentar no Tribunal da Figueira da Foz, segundo a nota do Núcleo de Imprensa e Relações Públicas da PSP de Coimbra.

Preços da gasolina e gasóleo sobem 3,2% em Julho com fim do confinamento

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Os preços médios da gasolina e do gasóleo simples em Portugal aumentaram 3,2% em Julho face a Junho, com a gasolina a subir pelo terceiro mês consecutivo e o gasóleo pela segunda vez este ano, informou hoje a ERSE.

Segundo o boletim mensal do mercado de combustíveis da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), “quer os PVP [preços de venda ao público] (médios) dos combustíveis rodoviários e do GPL engarrafado, quer as introduções a consumo de combustíveis em Portugal aumentaram, sobretudo, devido ao levantamento progressivo das medidas de confinamento”.

De acordo com o regulador, “Julho registou o terceiro mês consecutivo de aumentos do PVP da gasolina simples 95, em 2020”, tendo encerrado “com o PVP em tendência crescente (+3,2%) face a Junho”, de 1,391 euros por litro para 1,435 euros/litro, “mas ainda sem atingir os valores de Março (1,451 euros/litro)”.

“A maior fatia do PVP paga pelo consumidor corresponde aos impostos, que na gasolina representam aproximadamente 65% do total da factura”, nota.

Já no caso do gasóleo simples, “o PVP registou a segunda subida desde o início de 2020”, passando de 1,224 euros/litro em Junho para 1,263 euros/litro em Julho, terminando este mês “com o PVP em tendência crescente (+3,2%), colocando-o a valores já registados no mês de Abril”.

Também no gasóleo “a maior fatia do PVP paga pelo consumidor corresponde aos impostos, seguida do valor da cotação internacional e frete, as quais, cumulativamente representam mais de 80% da factura total”.

Quanto ao preço médio de venda do GPL (Gás de Petróleo Liquefeito) Auto, subiu em Julho “pela primeira vez neste ano, em cerca de 1,5%” – de 0,682 euros/litro em Junho para 0,692 euros/litros em Julho – “não atingindo ainda o valor do aumento sofrido em Janeiro de 2020”.

Segundo o regulador, em todos estes combustíveis foram os hipermercados que registaram “os preços mais competitivos” (em 10% no caso da gasolina simples, em 11% no caso do gasóleo e em 15% no GPL Auto), seguidos dos ‘low cost’ (menos 6%, 8% e 12%, respectivamente).

Numa análise da variação geográfica de preços a nível nacional, a ERSE conclui que, apesar de os valores serem “pouco diferenciados” (em mais de metade dos distritos a diferença de preços médios por litro de combustível não ultrapassa os cinco cêntimos”, em Julho “Aveiro e Castelo Branco registaram os preços de gasóleo e gasolina mais baixos” e “Beja e Bragança os mais caros”.

“Em Julho, a diferença de valor entre o preço médio nacional e o preço médio nos distritos portugueses para a gasolina simples 95 e gasóleo simples é genericamente mais elevada nos distritos de Bragança, Beja e Lisboa, sendo nestes distritos que se continuam a verificar os combustíveis rodoviários mais caros”, refere.

De acordo com o regulador, “Aveiro, Braga, Santarém, Castelo Branco e Coimbra são os distritos com gasolinas e gasóleos mais baratos em Portugal Continental”.

Já no caso do GPL engarrafado (butano e propano), “Viana do Castelo, Vila Real e Portalegre registaram, para Portugal continental, a garrafa com o menor custo”, enquanto “Beja e Faro apresentam os mais elevados”.

“Em Julho, a diferença de valor entre o preço médio nacional e o preço médio nos distritos é mais pronunciada principalmente a sul de Portugal, sendo o gás engarrafado mais caro sobretudo nos distritos de Faro, Beja, Setúbal, Lisboa e Coimbra”, nota a ERSE.

“Contrariamente os distritos mais a norte do país, como Viana do Castelo e Vila Real, apresentam os preços de GPL engarrafados mais baratos”, sendo que os distritos do interior mais próximos de Espanha, como Portalegre e Bragança, também registaram preços mais baixos, à excepção de Évora, acrescenta.

Revolução Liberal foi há 200 anos – Figueira faz homenagem a Manuel Fernandes Tomás

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A Câmara Municipal da Figueira da Foz, a Associação Manuel Fernandes Tomás e a Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto organizam hoje, 24 de Agosto, data em que se assinalam os 200 anos da Revolução Liberal, um programa de homenagem ao «Patriarca da Liberdade», Manuel Fernandes Tomás.

A homenagem terá início pelas 17h30, com a deposição de coroa de flores junto ao túmulo. Pelas 18h30 haverá uma sessão evocativa dos 200 anos da revolução liberal no Grande Auditório do Centro de Artes e Espectáculos (CAE), com intervenções de Carlos Monteiro, de um familiar de Manuel Fernandes Tomás, de Vital Moreira (orador convidado) e José Luís Cardoso.

Por questões de segurança e de limitação dos espaços, a Praça 8 de Maio terá uma área reservada a 20 pessoas (convidados).

Manuel Marinheiro reagiu de imediato

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O figueirense Manuel Marinheiro, presidente da Federação de Motociclismo de Portugal regozijou-se com a vitória do desportista Miguel Oliveira (KTM) que conquistou ontem pela primeira vez uma vitória no Mundial de MotoGP, ao vencer o Grande Prémio de Estíria, em Spielberg, na Áustria, quinta prova do campeonato.

Coimbra e Figueira da Foz celebram 200 anos da Revolução Liberal com novos livros

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As cidades de Coimbra e Figueira da Foz celebram na segunda-feira os 200 anos da Revolução Liberal com o lançamento de dois livros e intervenções que recordam a “vergonhosa debandada” da corte para o Brasil em 1807.

Em Coimbra, no café Santa Cruz, às 12:00, é apresentada a obra “Memórias da nossa regeneração de 24 de Agosto de 1820”, da autoria de duas figuras do liberalismo, José Liberato Freire de Carvalho e José Ferreira Borges.

Trata-se de uma iniciativa conjunta da Comissão Liberato e Pró-Associação 8 de Maio (Coimbra), Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto (Figueira da Foz) e Editorial Moura Pinto (Coja, Arganil).

No essencial, o livro reproduz as “Memórias para a história da nossa brilhante e gloriosa regeneração de 24 de Agosto de 1820”, que José Liberato, oriundo de Coimbra e exilado em Londres, começou a escrever em 1821.

Segundo a editora, a obra “celebra graus e qualidades de um povo humilhado pela vergonhosa debandada da corte para o Brasil [na sequência das invasões francesas] e a sua abominável submissão ao general Beresford”, o inglês que comandava as tropas anglo-lusas.

Com a eclosão da Revolução Liberal, no Porto, em 24 de Agosto de 1820, concebida pelo Sinédrio e liderada por Manuel Fernandes Tomás, “encerrou-se definitivamente o capítulo mais tenebroso da História de Portugal: os tribunais do Santo Ofício, nascidos com João III a 23 de maio de 1536, queimaram durante 238 anos inocentes até raiar o dia 31 de Março de 1821”, salienta no livro o presidente da Moura Pinto, Carlos Maia Teixeira.

“Para Liberato, é imperdoável a deslocação da família real para o Brasil, naquilo que considera uma fuga à invasão francesa, deixando um povo órfão e mal entregue que, após um primeiro tempo de recuo e submissão, heroicamente se levanta e derrota os invasores sucessivamente até à sua expulsão”, enaltece, por sua vez, Manuel Seixas, da Comissão Liberato.

O prefácio é da autoria de José Manuel Martins, para quem os portugueses “encontraram no desembargador Fernandes Tomás e nos companheiros do Sinédrio os mais virtuosos e ilustres regeneradores da Pátria, dispostos a combater a odiosa tirania”.

Este investigador, membro da Associação 24 de Agosto, descreve os portugueses e os revolucionários de há 200 anos, “com tantos serviços prestados na resistência” aos franceses, como “os vergados pela humilhação à tutela inglesa, os desprezados e abandonados a um Brasil que desumanamente devorava Portugal em homens e dinheiro”.

Às 17h30, começaram na Figueira da Foz as comemorações do bicentenário da Revolução Liberal, com uma homenagem ao jurisconsulto Manuel Fernandes Tomás, natural do concelho.

Organizada pela Câmara Municipal, Associação Manuel Fernandes Tomás e Associação 24 de Agosto, a iniciativa inclui a deposição de uma coroa de flores junto ao túmulo do “Patriarca da Liberdade”, na praça 8 de Maio, seguindo-se às 18h30 uma sessão evocativa no Centro de Artes e Espetáculos (CAE).

Governo questionado sobre salva-vidas inoperacional na Figueira

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Um grupo de 12 deputados do PSD questionou o ministério da Defesa sobre a situação do salva-vidas do porto da Figueira da Foz que está inoperacional há oito meses e perguntou se há verba para o reparar.

Na pergunta enviada ao Governo e a que a agência Lusa teve acesso, os deputados sociais-democratas questionam se o ministro da Defesa Nacional, João Gomes Cravinho, que tutela a Autoridade Marítima Nacional “está a par da situação do salva-vidas ‘Patrão Macatrão’ e da necessidade da sua reparação, tendo em conta a importância do mesmo para a segurança do mar da região da Figueira da Foz”.

No texto, o PSD pergunta ainda se está prevista “alguma verba específica” para a reparação da embarcação, bem como um plano de reparação “que permita delinear um calendário para a efectivação das intervenções necessárias” no salva-vidas do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN).

A embarcação de grande capacidade, utilizada principalmente em salvamentos a longa distância, está inoperacional desde Dezembro de 2019, depois de ter embatido num tronco arrastado pelo rio Mondego na altura das cheias, explicou recentemente à Lusa João Lourenço, capitão do Porto da Figueira da Foz.

O salva-vidas, que entrou ao serviço em 1997, tem 13,5 metros de comprimento e um raio de acção de 50 milhas marítimas (cerca de 90 km). Possui cabine rígida e uma “reserva de flutuabilidade” que lhe permite enfrentar condições extremas de mar, mantendo a posição ‘sempre em pé’.

A embarcação homenageia Moisés Macatrão, que foi patrão da estação do ISN da Figueira da Foz ao longo de 32 anos, até 1994. Ao longo desse período, Moisés Macatrão realizou centenas de salvamentos e viria a ser homenageado em 1997 pela Marinha, que deu o seu nome à primeira de oito embarcações da então nova classe Rainha Dona Amélia.

Região de Coimbra insiste na defesa de novo aeroporto na região Centro

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A comunidade inter-municipal da Região de Coimbra (CIM/RC) reafirmou hoje a defesa da concretização de um aeroporto no Centro do país e apelou ao Governo para que conclua várias obras inacabadas no domínio rodoviário.

Em nota de imprensa enviada à agência Lusa, a CIM/RC explica que remeteu ao Governo um documento “com uma reflexão e discussão concertada”no âmbito da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, delineada pelo consultor António Costa e Silva, depois de ter auscultado o Conselho Estratégico para o Desenvolvimento Inter-municipal da Região de Coimbra.

No documento enviado ao Governo, a maior comunidade inter-municipal do país defende a “concretização de investimentos âncora”, como um aeroporto da Região Centro.

A CIM/RC não especifica uma localização para essa infraestrutura, ao contrário do que defende o presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, que pugna por um aeroporto no seu município ou em localização adjacente. Outros, como o anterior presidente da autarquia da Figueira da Foz e da própria comunidade inter-municipal, João Ataíde (já falecido), era adepto da opção pela base aérea de Monte Real, em Leiria.

A “metropolização” de que a região de Coimbra e o país “precisam”, argumenta a nota, passa ainda por um sistema de transportes “de carácter metropolitano e modernização das ligações rodo-ferroviárias e ferroviárias com ligação internacional”.

Segundo o comunicado, a necessidade de “concluir investimentos rodoviários há muito planeados e, em muitos casos, até já iniciados, é também destacada pelos autarcas” dos 19 municípios da CIM/RC que, no documento remetido ao executivo liderado por António Costa, apresentam “um conjunto de propostas concretas que consideram indispensáveis para o desenvolvimento estratégico” e exortam ao cumprimento do previsto no Plano Nacional de Investimentos “já aprovado na Assembleia da República”.

Questionada acerca dessas propostas, fonte da Região de Coimbra explicou que incidem, entre outras, sobre “um conjunto de obras inacabadas” consideradas “estruturantes”, nomeadamente ao nível da rodovia, como a da autoestrada 13 “que acaba no cimo de um monte, em Ceira”, nos arredores de Coimbra, ou a do Itinerário Complementar (IC) 6, pensado para fazer a ligação à Covilhã, mas que termina o seu actual percurso no concelho de Tábua.

“São obras inacabadas que não cumprem o seu objectivo. É como comprar um carro e não poder usufruir das quatro rodas, só de duas”, ilustrou a mesma fonte.

O rol de investimentos inacabados inclui ainda diversas variantes a parques industriais e ainda a chamada via rápida de Taveiro, Coimbra, que foi construída ‘em cima’ da estrada nacional 341, à qual regressa no concelho de Montemor-o-Velho, apesar dos planos, nunca concretizados, de poder servir como ligação à Figueira da Foz pela margem esquerda do Mondego.

Os investimentos ferroviários também são abordados no documento, através do referido sistema de mobilidade, que a CIM/RC admite ser muito complexo e incluir diversas vertentes como a ferrovia de ligação à Figueira da Foz ou a discussão sobre onde será feita a ancoragem a uma ligação internacional a Espanha.

“Coimbra é dos únicos territórios que tem ferrovia a sair nos quatro sentidos, para o mar, para norte e sul e para a Beira Alta”, lembrou a mesma fonte.

O documento defende, por outro lado, a afirmação de Coimbra “como região metropolitana, como região de saúde, e a necessidade de um modelo de governança ágil e desburocratizado”, indicando que a Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030 “deve contemplar esses vectores essenciais”.

“O excesso de centralismo não produz bons resultados, tendo sido evidente no actual contexto da pandemia de covid-19 o papel fundamental das comunidades inter-municipais e autarquias locais na luta contra a disseminação da pandemia”, destacam os autarcas da CIM/RC.

Defendem ainda o “reconhecimento da importância de Coimbra e da sua região” no sector da saúde, com priorização neste território de “investimentos que permitem aprofundar esta estratégia de especialização inteligente”.

No texto, os autarcas de CIM/RC manifestam-se ainda “preocupados com a falta de propostas concretas nas áreas da demografia ou do envelhecimento activo e saudável”, e remetem contributos nesses domínios, embora não os especificando.

Coliseu Figueirense abre época tauromáquica

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Depois de vários concertos musicais e apesar do tempo pandémico que se vive, o Coliseu Figueirense acolhe hoje, sábado, dia 22 de Agosto, uma corrida de touros, a partir das 22 horas.

O fecho da época tauromáquica acontece no próximo sábado, dia 29, com uma corrida de touros, também nocturna, que assinala os 125 anos do Coliseu Figueirense e do Ginásio Clube Figueirense.

Revolução Liberal foi há 200 anos – Figueira faz homenagem a Manuel Fernandes Tomás

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A Câmara Municipal da Figueira da Foz, a Associação Manuel Fernandes Tomás e a Associação Cívica e Cultural 24 de Agosto organizam na próxima segunda-feira, 24 de Agosto, data em que se assinalam os 200 anos da Revolução Liberal, um programa de homenagem ao «Patriarca da Liberdade», Manuel Fernandes Tomás.

A homenagem terá início pelas 17h30 do dia 24 de Agosto, com a deposição de coroa de flores junto ao túmulo. Pelas 18h30 haverá uma sessão evocativa dos 200 anos da revolução liberal no Grande Auditório do Centro de Artes e Espectáculos (CAE), com intervenções de Carlos Monteiro, de um familiar de Manuel Fernandes Tomás, de Vital Moreira (orador convidado) e José Luís Cardoso.

Por questões de segurança e de limitação dos espaços, a Praça 8 de Maio terá uma área reservada a 20 pessoas (convidados).

Já a sessão evocativa, será aberta ao público, no entanto devido às regras da Direcção-Geral da Saúde, a lotação do espaço encontra-se reduzida, pelo que os/as interessados /as devem confirmar presença para: presidencia@cm-figfoz-pt.

Festival Gliding Barnacles na Figueira da Foz regressa em Outubro, “mês das ondas”

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O Gliding Barnacles, festival na Figueira da Foz que normalmente decorre em Agosto, vai realizar-se em Outubro para evitar uma maior concentração de pessoas na praia e aproveitar “o mês das ondas”.

“Saímos do mês das pessoas [Agosto] e mudamo-nos para o mês das ondas”, disse hoje à agência Lusa o promotor do evento, Eurico Gonçalves, explicando que a decisão é motivada pela pandemia, de forma a garantir que não haverá grandes concentrações de pessoas durante o festival, que junta surf, música e outras expressões artísticas.

O festival vai decorrer de 01 a 05 de Outubro, num formato mais reduzido do que é habitual também devido à pandemia, afirmou.

Ao longo do Gliding Barnacles, vai haver a pintura de um mural de um dos armazéns de pesca na entrada da Praia do Cabedelo (“palco” principal do festival), um espectáculo de ‘video mapping‘ com projecção de ondas na cidade da Figueira da Foz, uma exposição de fotografia e demonstrações de surf clássico e nocturno.

Para além destas propostas, o festival vai também dinamizar uma residência artística no Cabedelo de 25 de Setembro a 05 de Outubro, com 18 artistas ligados à fotografia, desenho, gravura e tipografia, cujas obras serão expostas na edição de 2021 e que serão apresentadas numa publicação, avançou.

Nessa residência artística, também participa a música Da Chick, que estará em criação e que deverá apresentar um concerto, num formato “limitado”, afirmou Eurico Gonçalves.

Face ao contexto de pandemia, o festival vai privilegiar surfistas e artistas portugueses e internacionais a viver na Europa.

José Luís Biscaia é o novo director executivo dos Centros de Saúde

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O médico figueirense José Luís Biscaia foi nomeado director executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Mondego, sucedendo a Carlos Ordens.

Detentor de um vasto e preenchido currículo, José Biscaia, de 64 anos, é especialista em Medicina Geral e Familiar, tendo sido sub director-geral da Saúde (1997-1999). Foi também director do Centro de Saúde de Celas (1990-1992) e coordenador eleito da USF S. Julião (2007-2014).

Foi ainda membro fundador do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, integrou o Grupo Técnico para a Reforma dos Cuidados de Saúde Primários (CSP), coordenou o projeto BI USF entre 2013 e 2017 e integrou a equipa de apoio ao coordenador da área dos CSP na Coordenação da Reforma do SNS, de 2016 a 2019.

Figueira da Foz está há oito meses sem embarcação salva-vidas de grande capacidade

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O porto da Figueira da Foz está há oito meses sem o salva-vidas de grande capacidade do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) Patrão Macatrão, utilizado principalmente em salvamentos a longa distância, disse fonte da autoridade marítima.

Em declarações à agência Lusa, o capitão do Porto da Figueira da Foz, João Lourenço, manifestou-se preocupado com a situação de inoperacionalidade da embarcação salva-vidas, revelando que a Patrão Macatrão saiu de serviço em Dezembro de 2019, depois de ter partido uma hélice por ter embatido, durante a noite, “presumivelmente”, contra os restos de um tronco de árvore arrastado pelas cheias do Mondego.

“O processo de reparação está a demorar mais do que eu gostava e não sei quando estará concluído. É uma embarcação que tem vários anos de serviço (está no activo desde 1997) e foi decidido juntar a reparação a uma revisão geral e renovação”, explicou João Lourenço.

O capitão do porto adiantou que a situação o “preocupa bastante, não tanto neste período de verão, mas sobretudo no inverno, em que a Patrão Macatrão tem mais vantagens, nomeadamente se for um salvamento a longa distância, porque pode operar até às 50 milhas” da costa, cerca de 90 km.

O salva-vidas tem 13,5 metros de comprimento, cabine rígida e uma “reserva de flutuabilidade” que lhe permite enfrentar condições extremas de mar, mantendo a posição ‘sempre em pé’.

“Mas estaria mais preocupado se fosse a lancha semi-rígida, (outra embarcação que a estação salva-vidas da Figueira da Foz do ISN possui, mais vocacionada para operações costeiras), que é muito mais rápida e pode operar na rebentação, com algumas condicionantes. Mas para isso também temos as motos de água”, observou.

Sobre os procedimentos de reparação, o comandante do porto explicou que há cerca de dois meses, em Junho, estiveram na Figueira da Foz técnicos do ISN e Direcção-Geral de Faróis para definirem a “lista de trabalhos” a incluir na intervenção, e, mais recentemente, também um responsável do departamento marítimo do Norte.

João Lourenço disse ainda desconhecer qual a verba necessária à reparação da Patrão Macatrão: “Uma só hélice é caríssima e depois há toda a lista de trabalhos e de equipamentos novos”, argumentou o capitão do porto.

Admitiu, no entanto, que o custo poderá ser superior a uma dezena de milhar de euros, montante que “ultrapassa” a disponibilidade financeira do departamento marítimo do Norte e que deverá ser “centralizado” na Autoridade Marítima Nacional.

O salva-vidas, habitualmente fundeado na marina, na zona ribeirinha da Figueira da Foz, está há vários meses a seco, nas instalações de um empresa de reparação de iates, na margem esquerda do Mondego, constatou a Lusa no local.

O alerta para a situação do salva-vidas Patrão Macatrão partiu hoje do PSD da Figueira da Foz, que se manifestou preocupado com a possibilidade deste município – que para além do porto comercial, possui porto de pesca e actividade de náutica de recreio – estar sem aquele equipamento nos próximos meses.

“A Figueira da Foz arrisca-se a passar o outono e o inverno sem a lancha salva-vidas. Mas uma situação de emergência pode acontecer a qualquer altura, até pode acontecer agora, o mar é imprevisível”, disse à agência Lusa o líder concelhio do PSD, Ricardo Silva.

O presidente da concelhia social-democrata lembrou, por outro lado, o histórico de acidentes, alguns mortais, ocorridos nos últimos anos na zona da barra do porto, como o naufrágio do arrastão Olivia Ribau, em Outubro de 2015, que provocou cinco mortos.

“Na altura, o Patrão Macatrão também estava avariado e não pôde ser utilizado”, enfatizou Ricardo Silva.

A embarcação salva-vidas homenageia Moisés Macatrão, que foi patrão da estação do ISN da Figueira da Foz ao longo de 32 anos, até 1994. Ao longo desse período, Moisés Macatrão realizou centenas de salvamentos e viria a ser homenageado em 1997 pela Marinha, que deu o seu nome à primeira de oito embarcações da então nova classe Rainha Dona Amélia.

Moisés Macatrão faleceu em 2004, vítima de doença prolongada e foi sepultado em Peniche, de onde era natural.

Tempo na Figueira melhora na próxima semana

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As condições meteorológicas na Figueira da Foz não têm sido as mais agradáveis para fazer praia neste mês de Agosto, prevendo-se que o tempo possa melhorar a partir da próxima semana (24 de Agosto), segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

A temperatura vai oscilar entre os 13ºC e os 28ºC, havendo grande probabilidade de precipitação até sexta-feira (21 de Agosto). Sábado será o dia da semana mais indicado para ir à praia, considerando que vai estar céu limpo e a temperatura poderá chegar a atingir os 27ºC.

Câmara vai pagar cinco milhões de euros devido ao projecto no Paço de Maiorca

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O Supremo Tribunal de Justiça confirmou a decisão que condena a Câmara da Figueira da Foz a pagar 5,1 milhões de euros à massa insolvente do Paço de Maiorca, foi hoje anunciado.

Numa nota de imprensa enviada à agência Lusa, o município da Figueira da Foz informou hoje que foi recentemente notificado pelo Supremo Tribunal de Justiça, que confirma a decisão do Tribunal de Coimbra, que tinha condenado a autarquia ao pagamento de 5,1 milhões de euros à massa insolvente do Paço de Maiorca, Promoção e Gestão de Equipamentos Hoteleiros, S.A., empresa criada em 2008 com vista à recuperação do espaço e posterior exploração como unidade hoteleira.

“Com esta acção, a autarquia esgotou todas as possibilidades de recurso e, assim que o processo transite em julgado, terá de efectuar o pagamento do valor”, afirmou a Câmara da Figueira da Foz, liderada pelo PS.

Na nota de imprensa, o município salientou que na origem da decisão “está o processo de 2008, do executivo camarário do PSD”, com vista à transformação do Paço de Maiorca num hotel de charme.

“Este projecto resultou, então, de uma parceria público-privada, na qual a Câmara participava através da empresa Figueira Grande Turismo (FGT), entretanto extinta, enquanto membro minoritário da sociedade [o sócio maioritário era a Quinta das Lágrimas], mantendo, contudo, a responsabilidade de suportar todo o investimento e o eventual défice de exploração, caso viesse a existir”, explicou a autarquia.

Com a empresa municipal Figueira Grande Turismo dissolvida em 2013, a autarquia “iniciou o processo de internalização dos seus activos e, para esse efeito, os órgãos municipais deliberaram a aquisição gratuita da participação da FGT na empresa Paço de Maiorca, SA”, referiu.

No entanto, essa mesma intenção foi reprovada pelo Tribunal de Contas, com acórdão em Março de 2015.

“Após esta data, foram efectuadas várias diligências junto do BPI [banco que assegurou o financiamento para o projecto do Paço de Maiorca], no sentido de chegar a um acordo, que não chegou a concretizar-se, conduzindo à deliberação supra-referida”, disse a autarquia.

A nota de imprensa do município frisa que o PS sempre foi contra o projecto aprovado em 2008, quando o executivo era liderado pelo PSD.

Para além de ter “encontrado a autarquia numa situação económica extremamente precária [em 2009], hoje apenas lhe resta recuperar o Paço de Maiorca para a esfera da Câmara”, concluiu o município.

O espaço, com uma área envolvente de 16 hectares e originário de finais do século XVIII, tinha sido adquirido pela autarquia no mandato do social-democrata Pedro Santana Lopes (1998-2001).

Em 2008, foi criada uma parceria público-privada que tinha como sócio maioritário a empresa Quinta das Lágrimas, com a empresa municipal FGT a deter 49,97% da sociedade Paço de Maiorca, SA.

De acordo com o acórdão do Tribunal de Contas de 2015, para a intervenção naquele espaço, foi celebrado em Dezembro de 2008 um contrato de financiamento, no montante máximo total de seis milhões de euros entre a Paço de Maiorca, SA e o banco BPI.

Segundo o mesmo documento, os contratos tinham sido celebrados no mandato autárquico entre 2005 e 2009, sendo que, no mandato de 2009 a 2013, “verificou-se que o município não tinha capacidade de cumprir o primeiro dos contratos e teve de deixar de fazer os pagamentos à FGT, que estavam previstos no contrato programa”.

O incumprimento levou à suspensão do financiamento bancário e, por fim, à interrupção da intervenção de reabilitação que deveria ter terminado em 2011, notou o Tribunal de Contas.

Escola de Artes do CAE passeia uma vez mais pela Figueira

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Durante este fim de semana, surgiram pelas ruas da Figueira, várias personagens que fazem parte do evento AnimaRua, promovido pelo Município da Figueira da Foz. A Escola de Artes do CAE voltou a “soltar” as peixeiras por Buarcos e a ecoar poesia pelo Bairro Novo e Feira do Livro.

No próximo sábado será a última oportunidade de assistir em Buarcos à rábula das “Peixeiras À Solta”, às 18h.

Praia na Figueira da Foz é a que esteve mais vezes lotada na região Centro

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A praia do Forte da Figueira da Foz é a praia costeira em toda a região Centro que mais dias registou ocupação plena, revelou a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Em declarações à Lusa, à margem de uma acção de acompanhamento da evolução da ocupação da praia do Forte, localizada junto à foz do rio Mondego, Nelson Silva, chefe de divisão de recursos hídricos do litoral da Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Centro, definiu a iniciativa como uma “acção pedagógica”, promovida atendendo ao histórico de registos de ocupação plena ali observado.

“Aqui o objectivo principal é garantir o cumprimento do diploma legal e garantir as distâncias [entre banhistas]”, frisou o mesmo responsável.

De acordo com dados da APA, a praia do Forte, que possui uma lotação de 600 pessoas, registou até ao momento 29 dias de ocupação plena, com registos acima das 400 pessoas e bandeira vermelha de acesso hasteada.

A praia tem cerca de 70 metros de comprimento por 60 de largura, uma área que não chega a meio hectare.

Apesar do limite máximo do areal definido pela APA serem as 600 pessoas, Nelson Silva admitiu como provável que a lotação real máxima da praia do Forte seja menor do que aquele valor.

“Provavelmente foi aferido com base na área do plano de praia, que entraria mais para o plano de água e terá havido alguma redução da área da praia. Estamos num sistema dinâmico, as coisas evoluem”, argumentou.

Visão idêntica sobre o comportamento dos banhistas tem o capitão do porto da Figueira da Foz, João Lourenço, que, em quase dois meses de época balnear no município litoral do distrito de Coimbra, assegura que “no geral as pessoas acabaram por compreender a situação excepcional” actual, face à pandemia de covid-19.

“Obviamente, continua a haver pontos de preocupação, nomeadamente esta praia [do Forte] que pelas suas dimensões rapidamente atinge o vermelho e o Cabedelo [na margem esquerda do Mondego] que é uma praia muito apetecível”, disse.

“Tanto a Polícia Marítima como o pessoal da vigilância apeada têm feito rondas, têm incentivado ao distanciamento social e, de uma forma geral, o que se nota é que as pessoas acabam por acatar e dispersam-se”, afirmou João Lourenço.

Já a vice-presidente da autarquia da Figueira da Foz, Ana Carvalho, notou que a praia do Forte “foi sempre muito procurada, especialmente por famílias com crianças”, ainda mais desde que a autarquia decidiu investir naquele areal, a partir de 2016.

“Fizemos um esforço grande para melhorar a qualidade da água, fazemos análises correntes e conseguimos que fosse considerada zona balnear. Desde aí passou a ser mais procurada, até porque esta zona está arranjada e é muito acessível, o que é muito importante”, sublinhou.

Embora seja um dos areais mais procurados na Figueira da Foz, até pela sua localização – fica junto à Avenida de Espanha, permitindo aos banhistas aceder facilmente a partir do centro da cidade a uma zona balnear, já que as adjacentes praias do Molhe Norte e Relógio estão localizadas no maior areal urbano da Europa e implicam vencer quase um quilómetro até chegar ao mar – a praia do Forte apresentou sempre alguns problemas relacionados com a qualidade da água.

Possui, pelo segundo ano consecutivo, água de qualidade aceitável (a pior classificação de entre as 357 águas balneares costeiras identificadas pela APA), depois de anteriormente, também em dois anos consecutivos, ter sido classificada como de má qualidade, o que levou a pelo menos duas intervenções da autarquia.

A praia do Forte fica dentro da barra do rio, na zona conhecida como anteporto e foi buscar o nome ao Forte de Santa Catarina, localizado na envolvente e alvo de uma obra de requalificação concluída em 2017, embora o areal exista há décadas, sendo conhecido popularmente por um nome depreciativo.

A página da internet do município da Figueira da Foz define-a como “estuarina” (por se situar no estuário do Mondego), argumentando que a “sua reduzida dimensão” faz com que seja “bastante acolhedora e familiar”, sendo “ideal para o visitante que procura uma zona balnear recatada, ausente da agitação do centro urbano”.

No continente, a APA identifica 357 águas balneares costeiras em cinco regiões hidrográficas, a esmagadora maioria (347, cerca de 97%) com qualidade excelente.

Há ainda sete com boa qualidade (duas em Cascais, outras duas em Lagos e uma em Peniche, Lagoa e Figueira da Foz), uma aceitável (a praia do Forte, neste município do litoral do distrito de Coimbra) e outras duas, em Sesimbra e Ílhavo, sem classificação atribuída.

Proibição de fumar ao ar livre ainda não faz parte dos planos do país

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O Governo não está a ponderar, neste momento, proibir fumar ao ar livre como foi decretado em Espanha, mas há “muitos aspectos em aberto” que serão acompanhados e analisados “com mais profundidade”, disse a ministra da Saúde.

O Governo espanhol e as autoridades regionais do país aprovaram hoje a proibição de fumar ao “ar livre como, por exemplo, em esplanadas” e sempre que não seja possível manter a distância de segurança de dois metros entre as pessoas, medida que já está em vigor em duas das 17 regiões autónomas espanholas.

Questionada na regular conferência de imprensa sobre a covid-19 sobre se Portugal pondera adoptar esta medida, a ministra da Saúde afirmou que, “neste momento” o governo “não está a pensar em adoptar uma medida semelhante”.

“É evidente que não deixo de secundar aquilo que verifiquei serem as recomendações do meu colega, do ministro da Saúde de Espanha, fumar é uma actividade que tem riscos para a saúde e que, portanto, é evitável em qualquer contexto”, disse Marta Temido.

Mas, ressalvou, “como sempre temos dito neste contexto de incerteza sobre aquilo que são as melhores estratégias para prevenir o contágio há ainda muitos aspectos em aberto e, portanto. vamos acompanhar e analisar com mais profundidade e avaliaremos se será também adequado ao nosso contexto”.

“Em qualquer caso é evidente que fumar em si próprio é um risco. E, portanto, o conselho é não fumar”, vincou Marta Temido.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 754 mil mortos e infectou quase 21 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.772 pessoas das 53.783 confirmadas como infectadas, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em Fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

“Amebas” cobrem muro à entrada da Figueira

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«Amebas – A origem da vida» é um mural composto por 27 esculturas em ferro, com quatro metros de altura e dois de larguras, da autoria do artista plástico Luís Soares, que está em fase de montagem, colorindo e diversificando o muro do Centro de Formação da GNR da Figueira da Foz, na Avenida Prof. Dr. Bissaya Barreto, à entrada da cidade.

Para além desta obra, «A Família», um mural com 85 m2, cerca de 35 metros de largo, composto por cerca de 650 mil pastilhas de 1×1 cm, está prestes a ser concluído na rua de Buarcos.

Estas duas novas obras são da autoria de Luís Soares, também ele autor do mural «Homenagem às Gentes do Mar», aplicado no muro poente do Cemitério de Buarcos.

Luís Soares fez mais de duzentas exposições em nome próprio e participou em mais de seiscentas exposições colectivas, um pouco por todo o mundo.

Figueira pensa em conjunto reabertura das escolas

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As escolas devem reabrir em situação de normalidade e só uma evolução negativa da pandemia levará a decisões contrárias, de maior ou menor alcance, e que o Governo diz estar preparado para tomar.

Carlos Santos, director da Escola Secundária Doutor Joaquim de Carvalho, em declarações a’ O Figueirense, afirma que “ está tudo preparado para iniciar o ano lectivo em função do que for cedido” pela tutela. No início de Setembro haverá uma reunião de geral, promovida pela autarquia, que irá juntar à mesma mesa a Câmara Municipal, os directores de agrupamentos/Escola não agrupada e a autoridade de saúde local. As escolas já fizeram, contudo, os seus planos.

A ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva disse que o Governo está a trabalhar com as escolas para garantir um cenário “o mais próximo possível do normal arranque do ano lectivo”, acrescentando que “obviamente, que a cada momento e em função da situação epidemiológica estamos sempre preparados para tomar decisões diferentes. Decisões diferentes mais limitadas, de pequenos acertos ao funcionamento, ou decisões diferentes mais significativas, retomando o ensino à distância e a plataforma de estudo em casa, que continua a ser preparada para que possa responder”, disse a ministra.

Agosto cosmopolita na Figueira

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O verão traz todas as novidades à Figueira e turistas com meios alternativos de transporte.

O repórter de imagem José António Teixeira foi fotografar um exemplo.

Escolas devem reabrir normalmente, mas Governo preparado para decisões diferentes

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As escolas devem reabrir em situação de normalidade e só uma evolução negativa da pandemia levará a decisões contrárias, de maior ou menor alcance, que o Governo disse hoje estar preparado para tomar.

Na conferência de imprensa da reunião do Conselho de Ministros de hoje, a ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva disse, depois de questionada sobre o tema, que o Governo está a trabalhar com as escolas para garantir um cenário “o mais próximo possível do normal arranque do ano lectivo”.

“Obviamente, que a cada momento e em função da situação epidemiológica estamos sempre preparados para tomar decisões diferentes. Decisões diferentes mais limitadas, de pequenos acertos ao funcionamento, ou decisões diferentes mais significativas, retomando o ensino à distância e a plataforma de estudo em casa, que continua a ser preparada para que possa responder”, disse a ministra.

Mariana Vieira da Silva disse que são conhecidas as orientações para a reabertura das escolas e arranque do ano lectivo e sublinhou que depende da situação epidemiológica no momento do arranque um início de aulas mais próximo da normalidade ou com limitações, como a divisão de turmas ou o recurso ao ensino à distância, por exemplo.

“Essas decisões são tomadas pelas autoridades de saúde e pelo Ministério da Educação em função da condição de partida que se conheça”, disse.

Reconhecendo a situação de excepcionalidade que vai obrigar os alunos a usar máscara, a ter sempre disponível gel desinfectante, a criar corredores de circulação, regras de permanência e horários específicos para refeições, entre outros aspectos motivados pelo combate à pandemia de covid-19, decididas pelas escolas, pelo Ministério da Educação e pelas autoridades de saúde, a ministra frisou também a importância do regresso à escola.

“Consideramos que o regresso às aulas é da maior importância, para as crianças e para os jovens, para toda a sociedade e estamos a trabalhar para que possa ser retomado”, disse.

“Quando em Março encerrámos as escolas o nível de conhecimento que existia também era distinto do que hoje existe e hoje é uma recomendação de todos, da própria OMS, que as escolas possam retomar, porque elas são, para muitas crianças e jovens, o local mais seguro e onde mais condições de segurança e de saúde pública se podem garantir, além do ensino e de aprendizagem, do contacto com outras crianças, da alimentação que a escola pública fornece”, acrescentou a ministra.

Fase de grupos da FIBA Skills Challenge começa já amanhã no Pavilhão Galamba Marques

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O Pavilhão Galamba Marques, do Ginásio Clube Figueirense, vai receber amanhã e sexta-feira as selecções nacionais masculina e feminina de sub-17 que vão participar na fase de grupos do FIBA Skills Challenge.

O FIBA Sub17 Skills Challenge consiste numa prova em circuito (de campo inteiro) onde cinco atletas têm de, alternadamente, aplicar os seus atributos técnicos à medida que ultrapassam os diversos obstáculos do circuito.
Respeitando as directrizes da Organização Mundial de Saúde – viagens e pavilhões sem público – a competição será feita através da plataforma de vídeo da FIBA, onde a execução de cada equipa é filmada, em directo, à hora definida pela FIBA para o confronto em questão. Dentro do pavilhão estarão apenas os atletas convocados e os voluntários necessários ao cumprimento das normas de saúde e da competição.

A competição desenrolar-se-á entre 13 e 14 de Agosto, com as provas a começar às 11h em ambos os dias, onde se disputa a fase de grupos, sendo que os dois primeiros classificados garantem acesso às meias-finais de acesso à Fase Final Mundial, a disputar-se dia 16 de Agosto.

Caso Portugal se qualifique, a Fase Final Mundial terá lugar entre 18 e 23 de Agosto.

Desafio fotográfico da Figueira motiva pessoas a fotografar as “ruas e vielas” da cidade

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Na impossibilidade de, devido às medidas de prevenção da Covid-19, realizar a «Maratona de Fotografia», uma iniciativa iniciada em 2019 com o objectivo de juntar amantes da fotografia, profissionais e amadores, que culmina na edição de um catálogo fotográfico, o Município da Figueira da Foz lança um desafio fotográfico a todos os figueirenses e a quem visita o concelho. A intenção é também assinalar o Dia Mundial da Fotografia, que se comemora a 19 de Agosto.

Sob o tema Por ruas e vielas do Concelho da Figueira da Foz, o Município convida todos/as os /as amantes da arte de fotografar, a captar a essência, beleza, história e histórias de cada canto, recanto, rua e viela do concelho.

Assim, de hoje, 5 de Agosto e até dia 15 de Agosto, os interessados deverão remeter as suas fotografias (uma por participante) para o endereço de correio electrónico do Arquivo Fotográfico Municipal arqfoto@cm-figfoz.pt, com indicação do nome, contacto telefónico, título da imagem e local.
Após validação, as imagens recebidas irão integrar o álbum digital Por rua e vielas, que será publicado, dia 19 de Agosto, na página de facebook do Município https://www.facebook.com/municipio.figueiradafoz, O álbum ficará disponível até 24 de Agosto.

A fotografia que obtiver mais likes será a vencedora e o seu anúncio ocorrerá a 25 de agosto também nos meios digitais do município.

O prémio, um conjunto publicações municipais das mais recentes, poderá ser levantado até ao dia 31 de Agosto, no edifício da biblioteca e museu municipais, situado na rua Calouste Gulbenkian nº 33.

Dez de Agosto faz hoje 140 anos

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Em tempos de pandemia, a programação é online, segundo apurou “O Figueirense”. Conforme refere o programa comemorativo destes 140 anos da Sociedade Filarmónica Dez de Agosto, é “uma oportunidade para recordar alguns dos momentos altos da história da colectividade, que cruzam a música e o teatro.

Até dia 15 de Agosto, na página de Facebook daquela agremiação, serão publicados vídeos de peças de teatro (“Bodas de Sangue” e “Esta Voz Que Chora”), concertos das Serenatas do Mondego (Adelaide Sofia e António Pinto Basto), da participação da Orquestra Clássica da Figueira da Foz na Eucaristia dos 250 anos da Igreja de São Pedro, em Buarcos, e ainda da 2.ª Grande Noite de Gala, no Casino local, que contou com a participação do Toy e  outros convidados”.

O último concerto das Serenatas do Mondego, agendado para o próximo dia 12 de Agosto, às 22 horas, no Adro da Igreja Matriz, será o momento central das comemorações. “A festa faz-se ao som do fado, com as vozes de Inês Graça e Carolina Pessoa. Haverá bolo de aniversário e outras surpresas”, salienta nota da colectividade da Rua das Rosas.

Refira-se que a Dez de Agosto, presentemente presidida por Sansão Coelho, é uma referência na manutenção das tradições populares da Figueira da Foz.

João Ribeiro destaca-se nos nacionais de canoagem com os títulos em K1 200 e 500

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O canoísta olímpico João Ribeiro conquistou ontem os títulos nacionais de velocidade em K1 200 e 500 metros, distância na qual venceu Fernando Pimenta, que revalidou o título nos 1.000 metros.

O Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho recebeu ontem cerca de 400 canoístas, divididos em grupos de distância, por forma a ter o menor número de atletas possível em simultâneo no complexo.

Para Tóquio 2020 estão já apurados Fernando Pimenta, João Ribeiro, Emanuel Silva, Messias Baptista, David Varela e Teresa Portela nas regatas em linha e ainda Antoine Launay no slalom. Norberto Mourão fará a estreia da para canoagem lusa.

Portugueses são dos europeus que demonstram maior vontade em vacinar-se

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Os portugueses são dos europeus que demonstram maior vontade em vacinar-se contra a covid-19, com um em cada quatro a manifestar essa intenção quando a vacina estiver disponível, revela um estudo da faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.

As conclusões do estudo da Nova BSE, hoje divulgados, mostram também que 70% dos portugueses estão “completamente confiantes” de que a vacina contra a covid-19 será segura, subindo a percentagem de confiança nos que têm entre 55 e 64 anos, entre os quais 79% acreditam na sua segurança.

Investigadores da Nova SBE juntaram-se a equipas da Universidade de Hamburgo, da Rotterdam Erasmus University e da Bocconi University para perceber como a população europeia olha para a pandemia e até que ponto confia nas decisões dos responsáveis políticos.

Para isso, realizaram um estudo online em duas fases, que abrangeu, em cada uma delas, mais de 7.000 participantes de sete países europeus (Alemanha, Dinamarca, França, Holanda, Itália, Portugal e Reino Unido) tendo em conta a região, idade, género e educação.

Entre a primeira vaga de inquéritos, que decorreu entre 02 e 15 de Abril de 2020, e a segunda, realizada entre 09 e 22 de Junho, os portugueses mantêm-se como os europeus que demonstram maior vontade de virem a ser vacinados contra a covid-19 (75%).

Foi observado nos inquiridos, com idades entre os 55 e 64 anos, um ligeiro aumento na disposição de se vacinarem (6 pontos percentuais).

“Os homens são os que se mostram mais dispostos a vacinarem-se (78%), assim como indivíduos com alta escolaridade (78%). Além disso, aqueles que conhecem alguém oficialmente diagnosticado com covid-19 estão mais dispostos a vacinar-se do que aqueles que não conhecem ninguém com covid-19 (81% vs 74%), refere a Nova BSE.

Relativamente à possibilidade de a vacina poder não estar disponível em número suficiente para que todos sejam vacinados imediatamente, os portugueses defendem que a prioridade a quem deve ser administrada deve ser definida por uma equipa nacional de especialistas (73%), pelas organizações de saúde que administram a vacina (68%) e pelo Ministério da Saúde (52%).

Para a grande maioria dos portugueses, o acesso prioritário à vacina contra o coronavírus SARS-Cov-2, que provoca a doença covid-19, deve ser dado a pessoas com maior risco de infecção, por exemplo, pessoas que cuidam de alguém que está doente com covid-19 ou pessoas em profissões vitais (91%) e a indivíduos mais vulneráveis (89%).

No geral, a maioria dos inquiridos discorda que a vacina deve ser administrada numa base de “primeiro a chegar primeiro a ser servida” (68% contra).

Dois terços discordam que pessoas que são geralmente saudáveis e vivam um estilo de vida saudável (66% contra) ou que possam pagar do seu bolso (61% contra) tenham prioridade na administração da vacina.

Além disso, 42% dos portugueses concordam que as características pessoais de uma pessoa não devem desempenhar um papel na decisão de quem é vacinado primeiro.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 715 mil mortos e infectou mais de 19,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.746 pessoas das 52.351 confirmadas como infectadas, de acordo com o boletim mais recente da Direcção-Geral da Saúde.

“Há Cinema na Freguesia” – clássicos de comédia portuguesa vão ser exibidos em várias freguesias da Figueira

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Foi esta manhã apresentado, em conferência de imprensa, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelo Presidente da autarquia, Carlos Monteiro, o programa da iniciativa cultural «Há Cinema na Freguesia», que vai levar clássicos da comédia do cinema português a 9 freguesias do concelho já a partir da próxima segunda-feira, dia 10 de Agosto, e até 28 de Agosto.

Este projecto surge em paralelo ao «AnimaRua – animação itinerante», que o Município está a realizar nas freguesias balneares, mais turísticas (Marinha das Ondas, Lavos São Pedro, Buarcos e São Julião e Quiaios), com a participação das colectividades, das Escolas de Samba e das Filarmónicas, e expressa a “preocupação do município em ter actividade cultural nas zonas não litorais do concelhio”, referiu Carlos Monteiro.

O autarca considera que mesmo em tempo de pandemia “não deve haver interregno da actividade cultural no concelho” e manifestou a intenção do Município “apoiar os agentes locais e os artistas”.

“É importante que nenhum lugar do concelho, nenhuma freguesia sinta que a cultura durante este tempo parou”, enfatizou Carlos Monteiro.

As sessões do «Há Cinema na Freguesia» são de entrada gratuita, irão realizar-se sempre às 22h00 e são limitadas a um máximo de 100 lugares. Os espectadores devem comparecer nos locais até meia hora antes do início da sessão, fazendo-se acompanhar de máscara, cujo uso será obrigatório. Os bilhetes devem ser levantados nas sedes das juntas de freguesia.

A iniciativa dispõe de Plano de Contingência aprovado pela Protecção Civil Municipal, os recintos das sessões irão estar fechados ou vedados, serão disponibilizados dispensadores de desinfectante e, para os espectadores que se apresentem sem máscara, será fornecida máscara, uma vez que é obrigatório o seu uso no decorrer da sessão.

O programa desta iniciativa está disponível na página online da câmara municipal em: https://www.cm-figfoz.pt/pages/1010?news_id=844

Apanhado o suspeito por danos patrimoniais no mural de Buarcos

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Na sequência de denúncia apresentada pelo autarca da Junta da Freguesia de Buarcos/São Julião, recebida pela PSP da Figueira da Foz no dia 3 de Agosto por danos causados no mural de Buarcos, “foi aberto um processo de investigação que culminou com a identificação de um suspeito”, diz em comunicado a PSP..

Segundo a denúncia, o muro de separação entre a praia de Buarcos e a avenida Infante D. Pedro havia sido alvo de pichagens dias antes. No dia 5 de Agosto, a Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial da Figueira da Foz identificou e constituiu arguido um homem de 42 anos pela autoria dos factos.  Ao suspeito, que já se encontra referenciado pela polícia por vários delitos criminais, foi apreendida uma lata de tinta em Spray, que “acreditamos que tenha sido utilizada para fazer os desenhos no mural”.

Os danos ainda não foram quantificados, prosseguindo o inquérito na polícia por delegação de competência genérica do Ministério Público local.

Três mulheres suspeitas de furtos em ourivesarias detidas na Figueira da Foz

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Três mulheres de 35, 38 e 57 anos suspeitas de furtos em ourivesarias foram detidas hoje na Figueira da Foz, anunciou o Comando Distrital de Coimbra da PSP.

Em comunicado, a PSP refere que a acção policial, desencadeada pela Divisão de Investigação Criminal do Comando Metropolitano do Porto da PSP, “possibilitou a identificação e detenção” das presumíveis autoras dos crimes e a apreensão de meios de prova.

A operação teve origem numa investigação a um grupo de pessoas que, “de forma organizada, se dedicavam ao furto qualificado” em ourivesarias no território nacional.

Com apoio da Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial da Figueira da Foz, foram realizadas cinco buscas domiciliárias, cinco buscas não domiciliárias e o cumprimento de três mandados de detenção contra as suspeitas.

Foram ainda apreendidos 2.985 euros em numerário, diversas peças de ourivesaria e “documentação relacionada com o crime em apreço”, segundo a nota.

Na quinta-feira, as detidas vão ser presentes às autoridades judiciárias competentes para aplicação das medidas de coação.

Governo abre 435 vagas para contratar médicos de família, incluindo a Figueira

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O Ministério da Saúde abriu 435 vagas para a contratação de recém-especialistas em Medicina Geral e Familiar, metade das quais na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Segundo um despacho publicado em Diário da República, estão autorizadas 435 vagas para Medicina Geral e Familiar, 216 das quais na região de Lisboa e Vale do Tejo, 86 no Norte, 64 no Centro, 34 no Alentejo e 35 no Algarve.

“Nunca como hoje foi tão necessário que o SNS estivesse à altura dos desafios assistenciais como nesta época em que vivemos sob a ameaça da covid-19. Têm sido várias as medidas, designadamente de reforço dos recursos humanos, que têm vindo a ser tomadas para fazer face a esta pandemia, às quais se deve, em grande medida, o sucesso alcançado, até aqui, no seu combate”, destaca o despacho conjunto dos ministérios da Saúde, Finanças e da Modernização do Estado e da Administração Pública.

Foi igualmente publicado em Diário da República o despacho que fixa os postos de trabalho médico (185 vagas) nas zonas geográficas do país e especialidades definidas como carenciadas.

O documento apresenta a distribuição das vagas e as maiores necessidades estão identificadas em zonas como o Algarve, Alentejo, nordeste transmontano e as beiras alta e interior.

Das vagas que dão direito a incentivos aos clínicos que se fixem nestas unidades com maiores necessidades de determinadas especialidades, 41 referem-se a Medicina Geral e Familiar, 140 a especialidades hospitalares e quatro a Saúde Pública. O Hospital Distrital da Figueira da Foz abriu apenas uma vaga, pertencente à área hospitalar.

No total são 140 vagas para a área hospitalar com direito a incentivos, distribuídas por dezenas de entidades de saúde e 31 especialidades. Entre elas estão, por exemplo, anestesiologia, ginecologia/obstetrícia, gastrenterologia, cardiologia, cirurgia geral, medicina física e de reabilitação, neurologia, oftalmologia, oncologia médica, ortopedia, otorrinolaringologia e pediatria.

Estas necessidades foram identificadas “de acordo com os critérios definidos na lei – níveis de desempenho assistencial, número de médicos face à densidade populacional da área abrangida pela unidade de saúde, a distância geográfica relativamente a outras unidades de saúde e a capacidade formativa dos serviços e estabelecimentos de saúde”, refere o Ministério da Saúde, em comunicado.

Reconhecendo a assimetria geográfica na distribuição do pessoal médico, o Governo atribui um conjunto de incentivos aos profissionais que se candidatem a estes postos de trabalho, quer pela via da mobilidade, quer através da celebração de novos contratos, como o “acréscimo da remuneração base de 40%, um reforço de dois dias de férias, a possibilidade de participação em actividades de investigação clínica e maior facilidade de mobilidade também para os cônjuges”, sublinha.

Incêndios: Região Centro sob alerta laranja durante dois dias

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Portugal continental entrará em situação de alerta a partir das 00:00 de quinta-feira, e até ao dia 07, face à previsão de “um significativo agravamento do risco de incêndio rural”, anunciou hoje o Governo.

Em comunicado, o Ministério da Administração Interna (MAI) especifica que a situação de alerta se prolonga até às 23:59 do dia 07 de Agosto em todo o território de Portugal continental.

A declaração surge na sequência da activação do estado de alerta especial de nível vermelho para os distritos de Bragança, Guarda, Vila Real, Beja, Castelo Branco, Faro e Viseu.

O MAI justifica a decisão com as “previsões meteorológicas para os próximos dias, que apontam para um significativo agravamento do risco de incêndio rural”, que torna necessária a adopção de medidas “preventivas e especiais de reacção”.

As previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) apontam para o risco de incêndio máximo e muito elevado na maioria dos concelhos do continente durante os próximos dias.

No comunicado, o MAI adianta que os distritos Aveiro, Braga, Coimbra, Évora, Leiria, Portalegre, Porto, Santarém e Viana do Castelo estarão em estado de alerta especial de nível laranja e Lisboa e Setúbal com nível amarelo.

Em situação de alerta é proibida a realização de queimadas e o uso de fogo de artifício ou de outros artefactos piro-técnicos, e é proibido o acesso, circulação e permanência em espaços florestais “previamente definidos nos Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios”.

Também não são permitidos trabalhos florestais e rurais com equipamentos eléctricos em espaços, como moto-roçadoras, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal.

É permitido, no entanto, alimentar animais, fazer podas, regas, extracção de cortiça e mel, colheitas de culturas agrícolas, desde que “sejam de carácter essencial e inadiável”, em zonas de regadio, sem materiais inflamáveis e fora de floresta e mata. São permitidos ainda trabalhos de construção civil, “desde que inadiáveis e que sejam adoptadas as adequadas medidas de mitigação de risco de incêndio rural”.

A declaração de situação de alerta implica a elevação do grau de prontidão e resposta operacional da GNR e da PSP, das equipas de emergência médica, saúde pública e apoio psico-social e a mobilização em permanência das equipas de sapadores florestais e do Corpo Nacional de Agentes Florestais e dos Vigilantes da Natureza.

Durante este período, a GNR vai realizar acções de patrulhamento e fiscalização aérea através de meios da Força Aérea, nos distritos em estado de alerta especial, incidindo nos locais sinalizados com um risco de incêndio muito elevado e máximo.

Busca domiciliária na zona de Brenha

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Ontem, entre as 7h00 e as 8h05 da manhã, foi realizada uma busca domiciliária, fruto de um processo a decorrer na Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial da Figueira da Foz, em conjunto com meios da GNR do Destacamento de Montemor-o-Velho.

A busca teve lugar na zona de Brenha, e visava a apreensão de electrodomésticos adquiridos com recursos a burlas e falsificação de documentos. Segundo fonte policial, “foi identificado um casal que havia efectuado a sua aquisição (um homem de 34 anos e uma mulher de 31) e foram ainda apreendidas quatro plantas de cannabis sativa com 60 cm de altura, ao indivíduo do sexo masculino”.

Durante a busca foi possível identificar um terceiro elemento, um homem de 42 anos, por processos de furto de veículo e furto em residências, que foi constituído arguido e sujeito a Termo de Identidade e Residência.

Detido por furto em estabelecimento comercial

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Um homem de 35 anos foi detido na Figueira da Foz por furto a um estabelecimento comercial na Av. Brasil. Depois de arrombar a porta, preparava-se para furtar algumas garrafas de bebidas e a caixa registadora, “mas tentou fugir uma vez que o alarme foi accionado”, refere a PSP.

O assaltante foi de imediato interceptado pela polícia local cerca das 4h50 de hoje, junto ao local. O detido foi presente a autoridade judiciária competente, desconhecendo-se as medidas de coacção aplicadas.

Mulher tenta incendiar homem dentro de um carro na Figueira

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Durante a madrugada de hoje uma mulher tentou matar um homem de 48 anos, ao tentar atear-lhe fogo com um isqueiro depois de o regar com um líquido – presumivelmente gasolina – no interior do seu veículo.

De acordo com a PSP da Figueira da Foz, que foi chamada cerca da 01H20 de hoje para uma ocorrência na Rua Major Aviador Humberto Cruz, a mulher de 36 anos que alegadamente mantinha um relacionamento com a vítima, danificou o veículo e destruiu dois telemóveis e documentos que se encontravam no seu interior, usando uma faca de grandes dimensões que trazia no seu casaco. O homem conseguiu fugir antes que a suspeita tivesse conseguido atear fogo com um isqueiro.

A Polícia Judiciária de Coimbra foi informada e tomou conta da ocorrência. O homem foi assistido no local e transportado ao Hospital da Figueira da Foz de onde já teve alta.

Figueira da Foz investe 100 mil euros em novo cais flutuante no rio Mondego

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O município da Figueira da Foz tem em curso uma obra de implementação de um novo cais flutuante no rio Mondego, um investimento de 100 mil euros pensado para melhorar as condições de prática de desportos náuticos.

O novo cais, uma estrutura flutuante com 40 metros de extensão, está em fase de montagem na zona da Fontela, freguesia de Vila Verde, nas instalações do Centro Náutico do Ginásio Clube Figueirense (GCF), localizadas, em linha recta, a cerca de três quilómetros a montante da baixa da cidade.

“Trata-se de garantir uma nova acessibilidade ao rio, permitindo melhorar as condições naquela zona para actividades de lazer e desportos náuticos”, disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara da Figueira da Foz, Carlos Monteiro.

Assinalando a necessidade de “aproximar” a cidade ao rio e, com essa aproximação, a população poder usufruir de troços do Mondego junto à foz, mas também em redor da ilha da Morraceira (situada entre os braços norte e sul daquele curso de água), Carlos Monteiro destacou esta “obra concreta”, em fase de conclusão, mas também os cais existentes na margem sul (Cabedelo), Moinho de Maré das 12 Pedras, no rio Pranto e no canal que leva ao Núcleo Museológico de Sal, em Lavos.

A intervenção na Fontela decorre de um protocolo assinado há dois anos, em Agosto de 2018, entre o município e o GCF, concessionário até 2029 da área sob administração portuária onde se situa o centro náutico.

O novo cais “vai facilitar o acesso à água às nossas embarcações, em conjunto com as escadas e a rampa existentes”, disse, por seu turno a presidente do Ginásio Figueirense, Ana Rolo.

Ainda de acordo com a dirigente, além dos remadores do clube – o quinto mais antigo do país, que comemora este ano 125 anos – as infraestruturas de acesso ao Mondego na Fontela estarão “disponíveis para toda a população do concelho” nos termos do protocolo celebrado com o município.

No documento, entre outras considerações, a Câmara Municipal justifica o investimento por pretender apostar “na oferta de infraestruturas náuticas adequadas à procura turística actual”, enquanto o Ginásio Figueirense passa a permitir ao município “o uso das escadas e rampa de acesso já existentes”.

A intervenção de montagem do cais flutuante está a cargo da empresa Lindley, especialista em equipamentos para portos e marinas, que frisa que a infraestrutura tem o objectivo de dar apoio à actividade do remo, turismo náutico e outras actividades desportivas e de lazer.

Ouvido pela Lusa, director comercial da empresa localizada em Cascais, Pedro Vieira, explicou que o cais tem 40 metros de comprimento por dois metros de largura e três pontos de acesso, “dois dos quais com guardas rebaixadas para permitir retirar do rio as embarcações de remo, que são muito compridas”.

A estrutura flutuante permitirá, igualmente, a acostagem de embarcações de náutica de recreio e estará localizada “a cerca de 18 ou 19 metros da margem, para ter sempre água”, indicou Pedro Vieira.

A amarração à margem do rio será assegurada pelas três pontes de acesso à plataforma, “que funcionam como tirantes”, ancoradas em terra noutros tantos blocos construídos para o efeito. Por outro lado, “para impedir a deslocação horizontal da plataforma face às correntes do rio “será instalado um sistema de cabos entre as três pontes, acrescentou.

A obra deverá estar concluída na sexta-feira, mas, no entanto, o acesso à nova infraestrutura só deverá ser possível no final do mês, já que o clube irá repor o varandim sobranceiro ao Mondego, pois o antigo, em madeira, foi retirado para permitir a instalação da plataforma e será substituído.

O Centro Náutico do Ginásio Clube Figueirense foi inaugurado em Outubro de 2000, no âmbito de um protocolo de cedência de duas parcelas de domínio público marítimo, assinado quatro anos antes com a antiga Junta Autónoma do Porto da Figueira da Foz.

Em quase 25 anos, a agremiação desportiva, até à data o único investidor na zona de concessão e também responsável único pela manutenção e gestão daquela área, construiu dois pavilhões – um dedicado ao remo e outro onde estão instaladas as secções de tiro, desportos de natureza e um restaurante – rede viária, zonas verdes e escadas e rampa de acesso ao rio.

Além de ser acessível por automóvel, as instalações do centro náutico localizam-se a pouco mais de 100 metros da estação ferroviária da Fontela e são ainda servidas pela nova ciclovia que acompanha o rio Mondego entre a Figueira da Foz e Vila Verde.

Juventude lembra a Stevie Wonder

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O município da Figueira vai assinalar o Dia Internacional da Juventude, que se celebra a 12 de Agosto, com um tributo ao norte-americano Stevie Wonder, para mostrar aos mais jovens a história da música.

A banda de homenagem é constituída pelo vocalista Fu Manjate, 72 anos – antigo elemento dos Sygma Band, o agrupamento, fundado em 1976 e activo até 2009, que reuniu músicos de antigos conjuntos moçambicanos e que foi a banda residente no Casino local ao longo de 26 anos – conta ainda com o pianista Paulo Loureiro, 45 anos, o baterista Júlio Santana, 51 anos e o guitarrista de 61 anos Carlos Teixeira.

Já sobre se o agendamento da cerimónia foi feito “em cima da hora”, dado a celebração não constar dos cartazes dos Jardins de Verão/Figueira Jazz Fest, esclareceu a vereadora Mafalda Azenha.

A programação dos Jardins de Verão 2020/Figueira Jazz Fest inclui “jazz feito exclusivamente por portugueses”, com oito espectáculos, de entrada gratuita, mas com obrigatoriedade de levantamento prévio de bilhete, no auditório exterior do CAE, sempre às 22 horas.

O primeiro realiza-se na sexta-feira, com as cantoras Maria João e Maria Anadon, acompanhadas por um quinteto de instrumentistas.

Depois dos Johnny Dead Radio (dia 8) e do tributo a Stevie Wonder (dia 14), o palco exterior do CAE recebe, a 15 de Agosto, a celebração dos 40 anos de carreira do saxofonista Nanã Sousa Dias.

A 21 de Agosto é a vez do projecto Bafo, de Luís Albuquerque e João Peneda, e a 22 de Agosto o projecto Mano a Mano, dos guitarristas André Santos e Bruno Santos, convida a cantora Rita Redshoes e o Trio de Cordofones da Madeira.

Encerram a programação, a 28 de Agosto, a Orquestra de Jazz da Escola de Artes do CAE e, no dia seguinte, as cantoras Joana Machado, Mariana Norton e Marta Hugon interpretam temas clássicos do jazz e dos musicais da Broadway.

Bispo de Coimbra faz adeus ao cónego Veríssimo

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Foi hoje a enterrar no cemitério Oriental o cónego João Coutinho Veríssimo, que faleceu ontem aos 82 anos de idade.

O bispo de Coimbra, D. Virgílio Antunes, presidiu às exéquias fúnebres.

A imagem, captada pelo repórter José António Teixeira, mostra a saída do funeral da Igreja Matriz.

Foto: José António Teixeira

João Veríssimo: um percurso na Igreja

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Faleceu esta madrugada (domingo), numa unidade de cuidados continuados em Cantanhede, onde se encontrava internado há menos de um mês, o cónego João Coutinho Veríssimo que, a 19 deste mês (Agosto) completava 83 anos de vida e que nos últimos 27 anos esteve à frente dos destinos da Paróquia de São Julião, na Figueira da Foz.

Vítima de um problema de saúde complicado, em Novembro passado tinha sido sujeito a uma intervenção cirúrgica, o sacerdote passou por um período de convalescença prolongado, mas nunca recuperou totalmente. Esporadicamente ainda a exerceu a sua actividade pastoral, mas ultimamente já não reunia condições físicas para o fazer.

O corpo do prior da Figueira já se encontra em câmara ardente na capela mortuária, depois de já ter estado na igreja onde tantas vezes celebrou missa.

Amanhã, segunda-feira, a urna voltará para a Igreja Matriz onde, a partir das 11h00, terão lugar as cerimónias fúnebres presididas pelo bispo de Coimbra realizando-se, de seguida, o funeral para o cemitério Oriental, na Figueira da Foz.

O jornalista José Santos juntou elementos para descrever o seu percurso de vida.

João Veríssimo nasceu a 19 de Agosto de 1937, na freguesia da Vinha da Rainha, concelho de Soure e fez toda a instrução primária na escola da sua terra.

Em Outubro de 1950 entra para o Seminário da Figueira da Foz, onde faz os primeiros anos do curso de preparatórios dos seminários, entrando em 1955, no Seminário Maior de Coimbra, onde termina o curso teológico em 1963.

Em 28 de Julho desse ano, é ordenado de presbítero na Sé Nova de Coimbra, por D. Ernesto Senna de Oliveira, ao tempo, bispo de Coimbra, celebrando em 4 de Agosto a primeira missa na Igreja da Vinha da Rainha.

Em 13 de Outubro de 1963 toma posse como pároco, da paróquia de Pombeiro da Beira, no concelho de Arganil.

Em Setembro de 1966, vem para o Seminário da Figueira da Foz como director espiritual, onde permaneceu até aos dias de hoje. No seminário foi professor, director de disciplina, ecónomo e vice-reitor.

Em 3 de Outubro de 1993 toma posse da paróquia de São Julião da Figueira da Foz.

O Padre João Coutinho Veríssimo foi ainda capelão do Hospital Distrital da Figueira da Foz, professor de Moral e Religião Católica na Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho, ao tempo Liceu da Figueira, responsável na diocese de Coimbra pelas Obras Missionárias Pontifícias e director do Semanário “O Dever”.

O bispo D. Albino Mamede Cleto nomeou-o cónego da Sé Catedral de Coimbra e, desde essa nomeação, fazia parte do colégio de consultores do bispo de Coimbra.

Padre há 57 anos, João Coutinho Veríssimo assinalou em Setembro de 2016, 50 anos de exercício do ministério sacerdotal na Figueira da Foz.

O trabalho dedicado ao serviço da comunidade que acompanhou foi publicamente enaltecido e reconhecido nas celebrações do Dia da Cidade em 2016, quando a autarquia figueirense lhe atribuiu e entregou, em cerimónia pública, a medalha de Mérito Social em Prata Dourada, “como forma de o distinguir e lhe prestar público apreço, pelas suas inegáveis qualidades humanas, pelo seu sentido de serviço público e em especial, pelos 50 anos de exercício do ministério sacerdotal na Figueira da Foz”.

Figueira homenageia memória de João Veríssimo

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Faleceu hoje, aos 82 anos, o cónego João Coutinho Veríssimo, que durante largos anos foi padre da Figueira da Foz.

O funeral realiza-se amanhã às 11 horas, com saída da Igreja Matriz.

FlixBus já tem rede de autocarros dentro do país – Figueira da Foz é uma das paragens

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A startup alemã de viagens de autocarro low-cost, FlixBus, vai iniciar a operação com uma rede doméstica de autocarros expresso que inclui paragens em Fátima, Guimarães, Porto, Albufeira, Faro, Lisboa, Figueira da Foz e Coimbra. Tem na mira “a liderança do mercado em dois ou três anos”, segundo avançou o diário Público. Mais destinos surgirão quando a pandemia deixar.

A pandemia veio adiar o projecto ambicioso da FlixBus de chegar a 80 cidades portuguesas este ano. Para já, Guimarães, Porto, Aveiro, Figueira da Foz, Coimbra, Fátima, Lisboa, Faro e Albufeira são os primeiros destinos para os quais é possível viajar desde o dia 30 de Julho.

Na Figueira da Foz os autocarros efectuam viagem a partir da paragem localizada em frente ao Terminal de Autocarros, em frente à churrascaria 100brasas.

Benfica e FC Porto descem a ‘cortina’ sobre a mais longa temporada da história

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Benfica e FC Porto disputam hoje a final da 80.ª edição da Taça de Portugal, que encerra a mais longa temporada futebolística da história, interrompida devido à pandemia de covid-19 e, posteriormente, retomada sem público nas bancadas.

De resto, a pandemia obrigou igualmente a uma alteração do local da partida, deixando o Jamor, que recebia a decisão ininterruptamente há 36 anos, desde 1983/84, e rumando a Coimbra, para que fossem respeitadas todas as condições de segurança impostas pela Direcção-Geral da Saúde.

Na final, agendada para as 20:45, o FC Porto entra ‘embalado’ pela recente conquista do título de campeão nacional, o troféu primordial, enquanto o Benfica, vencedor da Supertaça no início da temporada, vem de três triunfos seguidos sob o comando de Nélson Veríssimo, que rendeu Bruno Lage na fase final do campeonato.

Os ‘dragões’ chegam a Coimbra após uma derrota, por 2-1, no reduto do Sporting de Braga, na derradeira ronda do campeonato, e têm como principal ‘baixa’ o médio colombiano Matheus Uribe, que se juntou a Iván Marcano na lista de lesionados.

Já o central Mbemba e o extremo Luís Díaz devem recuperar e ser opções para o técnico Sérgio Conceição.

Por seu lado, o Benfica, ainda invicto na ‘era’ Veríssimo (quatro triunfos e um empate) e motivado por um sempre saboroso triunfo no dérbi lisboeta com o Sporting (2-1), não poderá contar com o espanhol Grimaldo e, muito provavelmente, com Taarabt e Nuno Tavares, todos por lesão.

A final da 80.ª edição da Taça de Portugal vai ser disputada à porta fechada, a partir das 20:45, no Estádio Cidade de Coimbra, e terá arbitragem de Artur Soares Dias, da Associação de Futebol do Porto.

Exclusivo / O Figueirense – Reportagem de José António Teixeira

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O mais recente balanço do acidente com o comboio Alfa Pendular dá conta de duas vítimas mortais e 43 feridos, sete dos quais em estado grave, disse fonte do Comando Distrital de Operações (CDOS) de Coimbra.

Fonte da Infraestruturas de Portugal (IP) disse à agência Lusa, pelas 23:55 de sexta-feira, que ainda não é possível apontar uma hora para a reabertura da linha, uma vez que os trabalhos de limpeza e remoção do material circulante são “muito demorados”.

O Figueirense esteve no local com a reportagem de José António Teixeira, que tirou as seguintes fotos:

Marcelo Rebelo de Sousa já lamentou o “grave acidente”

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou hoje o “grave acidente” ferroviário na zona de Soure, do qual resultaram dois mortos, e disse que aguardará “os resultados das investigações técnicas e judiciais”.

“O Presidente da República lamenta o grave acidente ferroviário desta tarde na Linha do Norte, de cujos detalhes foi informado pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos”, lê-se numa nota divulgada no ‘site’ da Presidência.

Marcelo Rebelo de Sousa apresenta “sentidas condolências aos familiares e amigos das vítimas mortais” e deseja “rápidas melhoras aos numerosos feridos, aguardando os resultados das investigações técnicas e judiciais”.

Um descarrilamento de um comboio Alfa Pendular, no concelho de Soure, fez hoje dois mortos, seis feridos graves e 19 feridos ligeiros.

O comboio seguia no sentido sul-norte e o descarrilamento ocorreu após o embate entre o Alfa Pendular e uma máquina de trabalho, tendo o alerta sido dado às 15:30, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC).

O Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) vai investigar o descarrilamento do Alfa, e a equipa de investigação já está a caminho do local para dar início às investigações e apurar as circunstâncias em que se deu o acidente.

Em declarações à RTP3, o Presidente da República admitiu visitar os feridos que estiverem hospitalizados em Coimbra, sublinhando que “o mais importante é estar com os familiares daqueles que faleceram e estar com os feridos, nomeadamente mais graves, e os seus familiares”.

O Presidente da República, que se encontra no Algarve, disse que no sábado irá marcar presença, em Cuba, no distrito de Beja, no funeral do bombeiro que faleceu na sequência de ter ficado ferido no combate a um incêndio em Castro Verde, admitindo, durante a tarde, visitar os feridos deste acidente, em Coimbra.

O chefe de Estado registou “a forma como a Câmara de Soure actuou no sentido de criar condições para acolhimento temporário dos muitos passageiros do comboio”, bem como “a rapidez com que foi instaurado um inquérito” às causas do acidente.

“Com grande rapidez houve a preocupação de ter a estrutura competente para inquirir o que se passou no terreno, e que há a preocupação naturalmente de apurar aquilo que se passou, para além do que já se sabe, da colisão que houve e daquilo que antecedeu essa colisão, mas o apuramento que está em curso é importante, nomeadamente porque envolveu um número muito elevado de portugueses”, disse.

Foto: Lusa – Paulo Cunha

Comboio Alfa Pendular descarrilou em Soure – dois mortos e sete feridos graves

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O descarrilamento de um comboio Alfa Pendular, no concelho de Soure, fez hoje dois mortos e sete feridos graves, disse à agência Lusa o comandante distrital da Protecção Civil, Carlos Tavares.

O responsável adiantou que todos os feridos já foram retirados da composição e transportados para o Hospital de Coimbra.

O comboio seguia no sentido sul-norte e o descarrilamento ocorreu após o embate entre o Alfa Pendular e uma máquina de trabalho, tendo o alerta sido dado às 15:30, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC).

Edição hoje – nas bancas

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Primeira página da edição papel do mês de Julho, agora nas bancas.

Covid-19: Campanha da Ordem dos Médicos no Centro quer responsabilidade colectiva

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A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM) lançou hoje uma campanha de prevenção da covid-19 e apelou à responsabilização colectiva para travar a pandemia.

“A única arma que temos contra a doença é a prevenção”, disse o presidente da SRCOM, Carlos Cortes, ao intervir em Coimbra na apresentação da iniciativa #RespeitoPelaVida.

A em parceria com outras entidades da área da saúde pretende “sensibilizar a população para a importância de manter todos os cuidados em relação ao risco de infecção” pelo novo coronavírus.

As férias, segundo Carlos Cortes, são “um momento de relaxamento” das pessoas, “mas não pode ser de relaxamento em relação às preocupações” com a covid-19.

“Temos de estar 24 horas por dia a cumprir as precauções” indicadas pelas autoridades de saúde, defendeu.

A campanha inclui acções de divulgação, através de diferentes plataformas e meios de comunicação social, e de sensibilização junto dos cidadãos, a primeira das quais se realiza no sábado, às 15:00, na praia fluvial de São Sebastião da Feira, no rio Alva, concelho de Oliveira do Hospital e distrito de Coimbra, com apoio de voluntários.

Carlos Cortes salientou a importância de “respeitar a vida de todos como valor supremo” e alertou que uma vacina contra a covid-19 ainda “demorará muito tempo a chegar”.

“Só conseguiremos vencer esta doença se estivermos todos juntos como comunidade”, defendeu o médico, ao frisar que a iniciativa da SRCOM “é uma campanha intemporal” que durará o tempo que for necessário.

O cumprimento das regras sanitárias e as precauções a ter face à pandemia deverão “fazer parte da rotina diária” das pessoas, sublinhou o dirigente regional da Ordem dos Médicos, numa sessão realizada na sede da instituição, em Coimbra, transmitida também através dos meios digitais.

“O sucesso do combate à covid-19 depende, também e em grande medida, da capacidade que a sociedade tem de agir colectivamente”, de acordo com o texto de apresentação da campanha.

Os médicos “não podem vencer esta luta sozinhos”, embora tenham “um papel crucial” no combate à pandemia e na protecção das pessoas, alerta a SRCOM.

“É necessário divulgar mensagens que conduzam a acções que não deitem por terra os resultados obtidos com as medidas de prevenção e vigilância inicialmente adoptadas”, mas importa igualmente cumprir as boas práticas de saúde pública “para que o desconfinamento possa ser feito em segurança”, preconiza.

A higiene das mãos, o uso de máscara em lugares públicos e enquanto se circula nas praias, evitar tocar com as mãos na boca, nariz e olhos e a distância social mínima de dois metros são algumas das medidas recomendadas, cumprindo as orientações da Direcção-Geral da Saúde.

ANIMARUA – Escola de Artes do CAE tem animado as ruas da Figueira

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No âmbito do projecto ANIMARUA, promovido pelo município da Figueira da Foz, a Escola de Artes do CAE tem animado as ruas da Figueira com vários momentos artísticos de qualidade.

Na criação e exibição das performances, existe a preocupação no cumprimento das normas de segurança e higiene entre artistas e público.

Guilherme de Bastos Lima, responsável pela vertente teatro, esclarece: “Numa altura em que os artistas passam grandes dificuldades e muito precisam de trabalhar, esta oportunidade do município foi a primeira pedra para a retoma gradual. A arte e os artistas ajudaram-nos a abstrair da quarenta e neste novo normal continuam (com segurança) a deixar sorrisos por debaixo das máscaras”.

Câmara da Figueira efectua posse administrativa de parque de campismo no sábado – campistas têm 15 dias para o abandonar

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O município da Figueira da Foz anunciou hoje que pretende efectivar a posse administrativa do parque de campismo do Cabedelo, agendada para sábado, dando, no entanto, um prazo de 15 dias aos campistas para abandonarem o espaço.

No entanto, a Câmara Municipal admite vir a ser obrigada a suspender a posse administrativa, devido a uma providência cautelar interposta pelo concessionário do espaço e que terá sido aceite pelo Tribunal Administrativo de Coimbra, decisão da qual o município ainda não foi notificado.

“Os campistas deverão abandonar o local até 31 de Julho [sexta-feira]. Mas obviamente que sabendo nós o tempo que demoram a desmontar os equipamentos, vamos permitir que possam retirar os seus pertences durante os 15 dias subsequentes”, disse hoje Ana Carvalho, vice-presidente do município, numa sessão de esclarecimento para jornalistas realizada na Câmara Municipal.

“Mas não é poderem permanecer e fazerem vida de campista e de praia. O objectivo é obviamente permitir durante alguns dias que as pessoas tenham capacidade de retirar [os seus equipamentos], a maioria são caravanas e que demoram algum tempo a ser retiradas”, sustentou a autarca.

Ana Carvalho explicou ainda que o procedimento de posse administrativa envolverá a presença de “várias equipas de funcionários” camarários e o recurso a uma empresa de segurança contratada pelo município.

“Vamos mudar as fechaduras todas, vamos ter seguranças à porta”, declarou, acrescentando que o município irá “tomar conta” da portaria do parque de campismo, bem como do café/mercearia existente nas instalações, sendo que o processo envolve, igualmente, a inventariação de “tudo” o que se encontrar no interior. Além disso, os campistas que saírem não poderão voltar a entrar.

“No fundo, ficamos responsáveis pelo espaço”, precisou Ana Carvalho.

Questionada sobre a decisão de efectivar a posse administrativa a um sábado, numa das praias mais concorridas do concelho, na margem esquerda do rio Mondego, junto ao qual se situa o parque de campismo do Cabedelo, a vice-presidente frisou que o município já esperou “tempo suficiente”.

“Neste momento, o município poderia até estar a agir mal e a prejudicar o erário público se não actuasse imediatamente. Qualquer dia [que passe] é uma espera e um prejuízo”, argumentou Ana Carvalho, esclarecendo que após o prazo de 15 dias dado aos campistas a demolição de infraestruturas no espaço de lazer, já adjudicada a uma empresa, irá avançar.

Confrontada com a providência cautelar, interposta pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP), concessionária do parque, Ana Carvalho reiterou que a Câmara Municipal ainda não foi notificada da decisão, admitindo, no entanto, que caso o venha a ser, a posse administrativa será suspensa.

“Nós não temos essa informação [de que o tribunal tenha aceite a providência cautelar]. Se formos citados formalmente pelo tribunal e atempadamente, não tomamos posse administrativa. Se não formos, iremos tomar”, reafirmou.

“Mas sem uma notificação, a Câmara não tem maneira de se pronunciar sobre a mesma”, disse a vice-presidente.

Sobre o mesmo tema, a vereadora Mafalda Azenha, que é jurista, também presente na sessão, indicou que o município só pode considerar que a providência cautelar foi aceite quando possuir um despacho do juiz e for notificado sobre ele.

“Nós não temos conhecimento de que foi aceite. Somos parte directa, parte interessada, somos a contra-parte da Federação, somos nós, em primeiro lugar, que temos de ser notificados da decisão do juiz e só essa é que vincula o que fizermos daqui para a frente”, alegou a vereadora.

“A partir do momento em que somos notificados, não pode ser feita [a posse administrativa]. Fica suspensa até à data em que for decidida de mérito a providência cautelar”, acrescentou.

A posse administrativa do parque de Campismo do Cabedelo decorre de uma obra de requalificação urbana – iniciada em 2018 e que devia estar concluída em finais de 2019, mas que está atrasada vários meses face ao prazo inicial.

O seu desenvolvimento actual impõe o atravessamento do parque de campismo por uma nova estrada, bem como a disponibilização de parte de um terreno junto à actual portaria para construção de uma praça, onde actualmente se situa o parque de estacionamento, em terra batida, que serve a praia adjacente.

Obra de 17 ME no porto da Figueira da Foz adiada para 2021

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Uma obra de intervenção estrutural no porto da Figueira da Foz, orçada em mais de 17 milhões de euros e prevista para ter começado em 2019, foi adiada para 2021, disseram fontes portuárias e autárquicas.

Em causa está a intervenção de aprofundamento da barra, canal de acesso e bacia de manobras do Porto da Figueira da Foz, para passar a permitir o acesso de navios mercantes com maior calado e de maior dimensão face aos actuais.

Os trabalhos, que incluem ainda o alargamento do cais comercial, demolição de dois antigos molhes interiores e deposição das areias dragadas nas praias a sul, foram anunciados em Abril de 2019 pela então ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, para começarem nesse mesmo ano e terminarem em 2021, mas foram agora adiados com a realocação dos fundos europeus do programa Compete2020 que lhes estavam destinados.

“O estudo de impacte ambiental estava atrasado e os fundos disponíveis foram realocados pelo Governo a projectos com mais maturidade. Mas há o compromisso do ministro [das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos] de em 2021 haver financiamento”, disse à agência Lusa Carlos Monteiro, presidente da Câmara da Figueira da Foz.

Do lado da Comunidade Portuária da Figueira da Foz – cujos operadores e empresas privadas financiam parte do projecto – o momento é de “grande preocupação” face ao adiamento da obra, que só deverá arrancar no ano em que devia estar terminada.

“A Comunidade Portuária está muito preocupada com todo este atraso. Esta obra é estrutural para o porto e para toda a região Centro”, afirmou Paulo Mariano, vice-presidente daquela entidade.

O empresário lembrou que o projecto proposto pela ex-ministra Ana Paula Vitorino passava pela participação “inovadora” das empresas privadas que utilizam o porto localizado na foz do rio Mondego (como as papeleiras Navigator e Celbi ou os dois operadores portuários), que “foram chamadas a investir quase cinco milhões de euros e disseram ‘presente'”, em conjunto com a Administração do Porto da Figueira da Foz (APFF) e a componente de fundos europeus.

“É uma obra fundamental para os que usam o porto e para os que venham a usar. E transversal a toda a actividade portuária, seja a marinha mercante, a pesca ou a navegação de recreio, vai dar mais segurança à barra”, enfatizou Paulo Mariano.

Também José Couto, presidente do Conselho Empresarial do Centro (CEC), entidade que agrega 43 associações empresariais, classificou a intervenção como “importantíssima para o porto da Figueira a para a região”, questionando porque é que ainda não avançou.

“Em lado nenhum há empresas privadas a contribuir como aqui. Porque há um conjunto de empresas que reconhecem o valor do porto da Figueira da Foz, resolveram contribuir para esta obra e o seu contributo não está a ser valorizado”, lamentou o presidente do CEC.

Já a presidente da APFF, Fátima Alves, argumentou que o adiamento se fica a dever a uma “reprogramação dos fundos do Compete2020” sem, no entanto, esclarecer os motivos específicos que levaram a essa decisão.

“Não estamos preocupados que a obra não se faça. Estamos a fazer um ‘delay’ [adiamento], mas continua a haver todo o interesse, quer da administração portuária, quer do senhor ministro [das Infraestruturas] que as obras se façam”, disse Fátima Alves.

Questionada sobre o calendário preconizado pelo anterior Governo socialista, aquando da assinatura dos protocolos, em Abril de 2019, que apontava o início dos trabalhos para o final desse ano, a presidente da administração portuária respondeu que “não são coisas assim tão claras”.

Aludiu, nomeadamente, ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA), “que só em Fevereiro [deste ano] foi concluído”, e cuja consulta pública, prevista para terminar a 30 de Março, acabou por ser estendida até 14 de Maio “com a prorrogação de todos os prazos” devido à pandemia de covid-19.

A agência Lusa consultou os documentos disponíveis no portal Participa em sede de consulta pública do EIA e constatou que a mesma esteve aberta até 14 de Maio e, desde essa data, mantém-se “em análise”, não estando ainda encerrada.

Confrontada com esse dado, Fátima Alves revelou que a APFF recebeu a 23 de Junho da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) uma proposta de Declaração de Impacte Ambiental, “com parecer favorável condicionado, que está a ser avaliada”.

“São condicionantes muito ligadas ao património arqueológico subaquático”, precisou.

A agência Lusa pediu um esclarecimento ao ministério das Infraestruturas e Habitação sobre o adiamento da obra do porto da Figueira da Foz, mas, até ao momento, não obteve resposta.

Padre Carlos Lopes nomeado novo pároco da Figueira da Foz

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O bispo de Coimbra, D. Virgílio do Nascimento Antunes, nomeou o padre Carlos Noronha Lopes como pároco da Figueira da foz, na sequência do agravamento do estado de saúde do cónego João Coutinho Veríssimo.

A informação foi divulgada há momentos, como apurou “O Figueirense”.

Carlos Lopes, natural da Figueira, continuará como pároco de Buarcos e assumirá também Figueira e Tavarede, substituindo assim o padre António Matos, que igualmente há largos anos é o sacerdote daquela localidade.

Carlos Lopes ficará com a nova unidade pastoral que engloba Buarcos, Figueira e Tavarede.

Meses de Fevereiro e Maio foram os mais quentes dos últimos 89 anos em Portugal

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Os meses de Fevereiro e Maio deste ano foram os mais quentes desde 1931, segundo dados divulgados pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) sobre o primeiro semestre de 2020.

De acordo com o resumo climático relativo ao primeiro semestre do ano, o mês de Fevereiro foi “o mais quente desde 1931”, em particular, nos dias 23 e 24 “foram ultrapassados os maiores valores de temperatura máxima do ar” para este mês, em cerca de 40% das estações meteorológicas do IPMA.

O mês de Maio também foi “o mais quente” dos últimos 89 anos, igualando 2011.

O IPMA explicita que neste mês ocorreu “uma onda de calor, em grande parte do território” de Portugal continental, entre os dias 17 e 31, e que pode ser considerada “como uma das mais longas e com maior extensão territorial” relativamente a Maio.

Ainda sobre onda de calor em maio, o resumo climático acrescenta que “nas estações de Montalegre, Bragança, Vila Real/cidade, Benavila, Mértola, Lisboa/I.G foi mesmo a onda de calor com maior duração desde 1950”.

As regiões a sul do Tejo, em particular as do Baixo Alentejo e Algarve registaram situação “de seca meteorológica” entre Janeiro e Junho, mas com “diminuição da sua intensidade” a partir de Abril.

Relativamente a valores de temperatura extremos, o menor valor de temperatura mínima (-5.6 ºC) foi registado em 06 de Janeiro, em Sabugal, distrito da Guarda.

Já o maior valor de temperatura máxima (41ºC) foi registado na freguesia de Alvalade, concelho de Santiago do Cacém, distrito de Setúbal, e em Portel, distrito de Évora, em 22 de Junho.

A cidade da Guarda registou o maior valor “da quantidade de precipitação” num único dia, em 05 de Abril, enquanto Pampilhosa da Serra (distrito de Coimbra), obteve o maior valor “da intensidade máxima do vento”, uma rajada, (124,9 quilómetros por hora), em 20 de Janeiro.

Detido por furto em estabelecimento na Rua da República

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A Polícia Figueira da Foz deteve, na noite de ontem, um homem, de 54 anos, por furto num estabelecimento comercial da Rua da República.

“Com conhecimento de que o furto estaria a ocorrer, os polícias deslocaram-se ao local – que já tinha servido de instalações a um supermercado – e perceberam que a entrada havia sido forçada”, apurou “O Figueirense” junto de fonte da PSP.

Dentro das instalações os agentes encontraram o suspeito escondido numa das salas e os seguintes artigos, prontos para serem furtados: 10 rolos de fio condutor eléctrico, quatro rolos de cabo de rede telefónica, três luminárias com duas lâmpadas cada, uma lâmpada de emergência, um alicate, uma chave de fendas e outra de estrelas, para além de luvas e um escadote”.

Com o suspeito foi também encontrada uma navalha que, à semelhança dos restantes artigos, foi apreendida pela polícia.

Capotamento na A17 faz vítima mortal junto à Figueira da Foz

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Uma pessoa morreu ontem de manhã na auto-estrada A17, junto à saída para a Figueira da Foz, vítima do capotamento de uma viatura ligeira.

O acidente ocorreu às 8h18, entre os nós de Quiaios e Figueira da Foz, no sentido norte-sul, por razões que ainda não foram apuradas.

O óbito foi confirmado no local pelos elementos de uma equipa de Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica).

Incêndio na Celbi extinto mas ficou sob vigilância de noite

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O incêndio que deflagrou durante a tarde  de ontem na fábrica de celulose Celbi, a sul da Figueira da Foz, entrou em fase de resolução e já foi extinto.

O alarme foi dado às 15h42 e o incêndio entrou em fase de resolução às 17h19, mas dada a natureza do material em combustão, duas pilhas de biomassa, ainda se encontram no local 37 operacionais e 14 viaturas. “Como são montes de biomassa, têm de ser mexidos, para não reacenderem”, informou fonte dos bombeiros.

Às instalações da fábrica de celulose deslocaram-se bombeiros das corporações da Figueira da Foz (Sapadores e Voluntários), Condeixa e Soure, além de terem estado envolvidos no combate às chamas meios próprios da Celulose Beira Industrial (Celbi).

As pilhas de biomassa são constituídas por matéria orgânica, de origem vegetal, utilizada na produção de energia e por isso facilmente inflamável.

Localizada desde 1965 na Leirosa, a Celbi dedica-se ao fabrico e comercialização de pasta para papel de fibra curta, a partir de madeira de eucalipto, e à produção de energia eléctrica pelo método de cogeração.

Às 3 da manhã fonte dos Sapadores da Figueira confirmou ao nosso jornal a extinção do incêndio, “mas está ainda sob vigilância”.

Equipamentos de diversão animam a Figueira

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A Associação Profissional dos Itinerantes Certificados (APIC) estreou ontem na Figueira da Foz um parque de diversões adaptado às regras sanitárias, no qual se destaca uma roda gigante.

O espaço de diversões, promovido pela APIC, conta com oito equipamentos e está instalado no parque de estacionamento da Avenida de Espanha (popularmente conhecido como Parque das Gaivotas), num recinto com cerca de três mil metros quadrados.

Foto: Celso Silva – Digitart

Programa Estou Aqui! Crianças 2020 – Roteiro Meo Kids Camp

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O Programa Estou Aqui! Crianças é resultado de uma parceria entre a Polícia de Segurança Pública, a Altice Portugal, Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna, Rádio Comercial, Missing Children Europe e Instituto de Apoio à Criança.

Nasceu em 2012 com o propósito de reforçar a segurança de crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 9 anos no Verão. O sucesso do Programa ditou a sua perpetuação ao longo dos tempos e, em 2017, passou a dirigir-se a crianças entre os 2 e os 10 anos, sendo que cada edição passaria a estender-se entre o dia 1 de Junho e 31 de maio do ano seguinte, cobrindo, assim, todo o ano.

Este ano, por força da pandemia que atravessamos, as pulseiras mantiveram a sua validade até ao dia 15 de Julho, mas, agora, já é possível a inscrição para a edição de 2020.

Para isso, as famílias que pretendam aderir a esta edição podem fazê-lo em https://estouaqui.mai.gov.pt/.

À semelhança dos anos anteriores, a PSP e a Fundação Altice prepararam um conjunto de locais com animação para os mais novos, concebidos em harmonia com as normas emanadas pela DGS, onde as famílias podem aderir ao programa e receber, de imediato, as pulseiras.

Na área de intervenção do Comando da PSP de Coimbra, este espaço terá lugar Av. Infante D. Pedro junto à Muralha de Buarcos – Figueira da Foz – entre as 10H00 e as 17H00 do dia 26 de Julho, onde estarão presentes Polícias aptos para a transmissão de todas as informações e à activação das pulseiras.

Jardim-Escola João de Deus já foi desinfectado

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O  2.º Jardim-Escola João de Deus da Figueira da Foz, recentemente encerrado pelo delegado de Saúde depois de um aluno ter testado positivo para o Covid-19, já desinfectou as suas instalações da Rua Joaquim Sotto Maior.

Os Bombeiros Voluntários locais estiveram nesta operação de trabalhos de desinfecção, com Ozono, na creche daquele estabelecimento de ensino infantil da Figueira.

Rotary Club da Figueira aborda hoje o tema da pandemia em palestra na Internet

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Hoje, quinta-feira, José Aranda da Silva fala sobre   A pandemia COVID-19. Saúde pública e respostas terapêuticas., a partir das 21h30 e a sua intervenção será transmitida em directo através da página http://www.facebook.com/rotaryfigueira/ .

A iniciativa é do Rotary Club da Figueira a Foz e terá moderação do presidente daquele clube de serviços, Francisco Oliveira Martins.

“Em ligação directa com o clube rotário figueirense, José António Aranda da Silva – ex-presidente do Infarmed, ex-bastonário da Ordem dos Farmacêuticos e actual administrador da Fundação para a Saúde /SNS –  vai partilhar opinião e reflexões sobre os importantes desafios provocados pela crise sanitária do Covid-19”.

Acção de despejo do parque de campismo do Cabedelo poderá ir a tribunal

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Em declarações à agência Lusa, João Queiroz, presidente da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP), confirmou o teor de uma carta enviada enviada recentemente aos campistas (a esmagadora maioria proprietários de caravanas que funcionam como habitação de férias) e funcionários do parque de campismo do Cabedelo, onde anuncia o recurso “imediato à via judicial, através de acção e providência cautelar” para tentar evitar a posse administrativa do espaço, deliberada pela Câmara Municipal da Figueira da Foz e agendada para 01 de Agosto.

O município tem em curso no Cabedelo uma obra de requalificação urbana – que estava prevista ser concluída em 2019 mas atrasada vários meses face ao prazo inicial – cujo desenvolvimento impõe o atravessamento do parque de campismo por uma nova estrada, bem como a disponibilização de parte de um terreno junto à actual portaria para construção de uma praça, onde actualmente se situa o parque de estacionamento, em terra batida, que serve a praia.

“A acção [judicial] está a ser ultimada no nosso gabinete jurídico e deverá estar concluída em breve. Vamos defender os nossos direitos, queremos uma negociação razoável”, afirmou o presidente da FCMP.

João Queiroz admitiu que a referida “negociação razoável” passa por garantir uma indemnização do município, a exemplo do que sucedeu “com surfistas e outras pessoas no Cabedelo”, numa alusão aos proprietários de um restaurante e de uma escola de surf, infraestruturas que já foram desmanteladas.

Na carta a que a Lusa teve acesso, a Federação alega ter sido notificada, a 19 de Junho, de que o presidente da autarquia da Figueira da Foz tinha decidido “fazer caducar o alvará de exploração do parque de campismo” com efeitos a 31 de Julho.

Na mesma carta, a Federação de Campismo diz ter sido intimada pela autarquia a “devolver nessa data” ao município da Figueira da Foz “o parque de campismo que ocupa no Cabedelo” e que aquele tomará posse administrativa do espaço a 01 de Agosto.

João Queiroz argumenta que esta decisão chegou “inesperadamente” ao conhecimento da FCMP, porquanto, alega, decorria desde o início de 2020 um processo negocial que visava a eventual manutenção da concessão do parque no espaço onde se encontra (junto ao molhe sul do Mondego e praias do Cabedelinho e Cabedelo) “embora com eventual ajustamento da área que ocupa” e a compatibilização desta com a obra urbana em curso no local.

Ouvido pela Lusa, Carlos Monteiro contesta os argumentos da FCMP, a quem acusa de “protelar” um entendimento sobre o parque de campismo, “adiando” respostas às propostas do município, que chegou a elaborar um projecto, com o acordo da Federação, para um futuro parque requalificado a explorar por aquela entidade.

Carlos Monteiro anunciou a intenção de avançar com uma acção judicial contra a estrutura federativa e os seus dirigentes “por danos causados” ao interesse público, já que a obra está ameaçada de vir a perder várias centenas de milhares de euros de fundos europeus.

“Não há acordo porque não querem. Andamos há mais de três anos a conversar, primeiro através da administração portuária, depois directamente connosco”, alegou Carlos Monteiro.

O autarca notou, por outro lado, que a federação campista “continuou a enviar o valor da renda para a administração portuária” – o anterior ‘senhorio’, antes de a área em causa ter passado para a gestão municipal – “que lhe é devolvida, sem que a Federação a entregue à Câmara”, explicou.

Sobre as indemnizações atribuídas aos arrendatários do restaurante e escola de surf, Carlos Monteiro frisou que decorreram de uma negociação e que aqueles “saíram dos espaços antes do termo do contrato”.

Para esclarecer a comunidade sobre o caso do parque de campismo do Cabedelo, o município elaborou um folheto, que será apresentado na reunião da autarquia, segunda-feira, “a explicar a situação toda”.

O prospecto de duas páginas a que a Lusa teve acesso, faz a cronologia de todos os passos na relação com a FCMP, lembrando, entre outros aspectos, que o alvará de licença que esta detinha era válida até 30 de Abril de 2018 e que, a partir daí, e face à intervenção urbana prevista para aquele espaço, passou a ser prorrogada por períodos de um mês.

A possibilidade da autarquia avançar, a 01 de Agosto, para a posse administrativa e desmantelamento do parque de campismo, tem motivado a contestação dos seus utilizadores, que colocaram faixas de protesto na vedação do espaço de lazer.

Pandemia promove queda na ida ao médico

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O acesso aos cuidados de saúde entre Março e Junho deste ano teve uma “queda acentuada” devido aos constrangimentos causados pela pandemia, conclui a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) num documento ontem divulgado.

“O difícil enquadramento gerado pela situação de pandemia teve resultado imediato no sistema de saúde, sendo visível a queda acentuada da actividade programada e não programada na rede de estabelecimentos do SNS [Serviço Nacional de Saúde], sobretudo em virtude das alterações aplicadas à organização e prestação de cuidados de saúde, de modo a prepará-lo para responder à pressão a que poderia vir a ser sujeito, em função da evolução da pandemia”, refere a ERS numa informação sobre o impacto da Covid-19.

Portugal vai receber 15,3 mil ME do Fundo de Recuperação

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O primeiro-ministro indicou hoje que Portugal irá receber 15,3 mil milhões de euros do Fundo de Recuperação, segundo acordo de princípio alcançado pelos líderes da UE na última madrugada, que considerou “bom”, apesar de menos ambicioso que o plano original.

“Acho que o acordo alcançado é um bom acordo, ficou no limite daquilo que faria que com que este fundo não fosse um fundo suficientemente robusto para responder a esta primeira fase da crise. E, na combinação entre empréstimos e subvenções, acho que ficaremos com um fundo que terá 700 mil milhões de euros. É de qualquer forma um passo histórico ser constituído um fundo desta natureza com base na emissão de dívida pela Comissão”, afirmou António Costa.

O primeiro-ministro, que falava em Bruxelas antes do início formal do quarto dia de Conselho Europeu dedicado ao plano de relançamento da economia europeia face à crise da covid-19, salientou que “algo que é importante é que, nesta redução significativa do montante global do Fundo”, a nível de transferências a fundo perdido “foi possível no essencial proteger aquilo que eram os envelopes nacionais”.

“E, portanto, salvo alguma peripécia na tarde de hoje, aquilo com que podemos contar relativamente ao Fundo de Recuperação, no que respeita a Portugal, nas suas diferentes dimensões, é com uma verba de 15,3 mil milhões de euros, que tem execução prevista entre Janeiro de 2021 e 2026”, indicou.

Assumindo que esta é “uma verba que impõe enorme responsabilidade” e dá uma “oportunidade muito significativa ao país para responder com energia à crise económica muito profunda”, dando-lhe uma “capacidade de resposta” que de outra forma Portugal não teria, António Costa explicou que o país ‘perdeu’ agora no Fundo face à diminuição do seu montante será ‘compensado’ no orçamento da União para 2021-2027, a ‘maratona’ negocial que se segue.

Explicando que, da proposta inicial da Comissão, de um Fundo de 750 mil milhões de euros, com 500 mil milhões a serem desembolsados na forma de subvenções [transferências a fundo perdido], passou-se para um Fundo de 700 mil milhões com ‘apenas’ 390 mil milhões de euros em transferências (um corte de 110 mil milhões, aproximadamente 20%), Costa apontou que os envelopes nacionais acabaram por ser apenas “marginalmente” atingidos.

“O pacote financiava um conjunto de programas, uns que têm dimensão nacional, outros que têm gestão centralizada, pela Comissão”, tendo os cortes incidido sobretudo nestes últimos, e “por isso atingiram só marginalmente os programas nacionais”.

“No nosso caso concreto, há uma diferença de cerca de 400 milhões de euros entre aquilo que era a versão inicial e a versão actual. Esses 400 milhões de euros, diga-se de passagem, temos mecanismos de compensação, não agora aqui no «Next Generation» [o Fundo de Recuperação], mas no Quadro Financeiro Plurianual”, indicou.

Por outro lado, acrescentou, como houve uma redução dos descontos, e Portugal também paga esses ‘rebates’, a contribuição será menor, “pelo que a diferença líquida será não de 400 milhões de euros, mas 230 milhões de euros”, montante esse que será então compensado de forma própria no orçamento da União para os próximos sete anos.

Incêndios: Situação de alerta em Portugal prolongada até terça-feira

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A situação de alerta em Portugal continental foi prolongada até terça-feira à noite devido às previsões meteorológicas para os próximos dias, anunciou hoje o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita.

O ministro falava no final de uma reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional, em Carnaxide, Oeiras, onde estão todos os agentes de protecção civil.

O Governo declarou na quinta-feira, 16 de Julho, a situação de alerta em Portugal Continental entre as 00:00 de sexta-feira e as 23:59 de hoje, devido às previsões meteorológicos que apontavam para um “significativo agravamento do risco de incêndio rural”.

Maços de tabaco com selo violeta e imposto mais caro em 2021

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O Governo sobe o preço da estampilha das embalagens de tabaco à venda no próximo ano e altera para violeta a cor de fundo do selo, segundo um despacho esta sexta-feira publicado.

Depois das tonalidades verde em 2018, rosa entre Janeiro e 20 de maio do ano passado, e azul a partir desse mês, a cor de fundo das estampilhas especiais para os produtos sujeitos a imposto do tabaco, referente ao ano económico de 2021, é a violeta.

No diploma, o executivo fixa o preço unitário da estampilha especial para os produtos sujeitos ao Imposto sobre o Tabaco (IT), referente ao ano económico de 2021, em 0,00454 euros para a versão não autocolante e 0,03283 euros para a versão autocolante.

Em 22 abril de 2019 , o Governo manteve o preço da estampilha das embalagens de tabaco à venda nos últimos sete meses daquele ano, mas alterou para azul a cor de fundo do selo, segundo um diploma publicado nesse dia.

O preço unitário da estampilha especial é fixado anualmente até ao final do mês de Junho do ano anterior, por despacho do ministro das Finanças, que determina ainda a cor de fundo da estampilha especial, diferenciada por ano económico.

Serenatas do Mondego vão encantar a Figueira nas próximas quartas-feiras

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A Sociedade Filarmónica 10 de Agosto promove, às quartas-feiras, entre 22 de Julho e 12 de Agosto, em parceria com o Município da Figueira da Foz, mais uma edição das “Serenatas do Mondego”.

Os concertos, que vão cumprir com todas as orientações da Direcção-Geral da Saúde, tem um custo de entrada de 1,00€ e terão início dia 22 de Julho, pelas 22h00, no adro da Igreja Matriz de São Julião, com a actuação de António Ataíde (Fado de Coimbra).

Segue-se, no dia 29 de Julho, no Coliseu Figueirense, a o concerto de Filipa Biscaia e Inês Brito (Fado de Lisboa).
Dia 05 de Agosto, o anfiteatro exterior do Centro de Artes e Espectáculos recebe Rui Pato e António Ataíde, para um Tributo a Zeca Afonso (Balada de Coimbra).

A iniciativa encerra a 12 de Agosto, no adro da Igreja Matriz de São Julião, com o concerto de Inês Graça e Carolina Pessoa (Fado de Lisboa).

Região de Coimbra intensifica projecto de controlo à vespa asiática

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Em nota de imprensa enviada à agência Lusa, a Região de Coimbra diz que o projecto conta com a “colaboração directa do município de Vila Nova Poiares, escolhido pela sua dimensão e centralidade na região, onde serão instaladas mais de 200 armadilhas construídas pelos alunos de várias escolhas da região, no âmbito do projecto ClimAgir, financiado pelo POSEUR, Portugal 2020 e Fundo de Coesão”.

“O objectivo passa por verificar o efeito directo das armadilhas na captura desta espécie, utilizando diferentes iscos (por exemplo, groselha, vinho branco e cerveja), e quantificar o efeito que esta medida preventiva terá na redução de ninhos de vespa asiática criados, com vista à sua replicabilidade do método por todo o território” da Região de Coimbra, refere o comunicado.

A comunidade inter-municipal destaca que a “vespa asiática constitui uma enorme ameaça para a abelha comum, sendo um predador para o qual a abelha não está preparada”.

“Por isso, é necessário o seu controlo para o equilíbrio da biodiversidade e dos ecossistemas, protegendo a abelha comum, responsável pela polinização, que mantém e fomenta o crescimento da nossa natureza, mas também pela produção de mel, produto de elevado valor para a região”, conclui.

Distância de dois metros e carros até três pessoas entre novas regras para ensino de condução

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As novas regras do ensino da condução no quadro da pandemia de covid-19, publicadas hoje em Diário da República, prevêem um distanciamento de dois metros em aulas e exames e um máximo de três pessoas nos carros de instrução.

Depois de as escolas de condução terem retomado a actividade a 18 de Maio, são agora feitas alterações a algumas medidas devido aos recentes desenvolvimentos da pandemia em Portugal.

O despacho publicado hoje refere que, no contexto da actual situação epidemiológica provocada pela covid-19, foram adoptadas medidas de contingência nas actividades do ensino e exames de condução e actividade de formação presencial de certificação de profissionais, permitindo a retoma das actividades a 18 de Maio.

“Decorrido mais de um mês após a retoma, face ao impacto das medidas de contingência adoptadas, considera-se que se justifica uma revisão de algumas medidas, tendo também em consideração os recentes desenvolvimentos da evolução epidemiológica na Área Metropolitana de Lisboa, designadamente a declaração da situação de calamidade e de contingência em algumas localidades”, precisa.

Entre as novas medidas está a sensibilização de todos os envolvidos no ensino, exames e formação para o cumprimento do distanciamento físico de, no mínimo, dois metros, a colocação de divisórias entre o trabalhador que está a atender e o público ou, em alternativa, assegurar o distanciamento físico recomendado.

O despacho salienta que é permitida a utilização da sala de espera, desde que assegurado o distanciamento físico de, no mínimo, dois metros e higienizado com frequência o espaço, e os alunos e os formandos devem esperar o início da formação no exterior das instalações ou na sala de espera, observando o distanciamento físico recomendado.

As novas regras estabelecem também que deve ser assegurada na sala de formação o distanciamento físico recomendado de, no mínimo, dois metros, bem como nos espaços dos exames.

Segundo o despacho, só podem estar dentro do veículo durante as aulas práticas até três pessoas, deve ser dada preferência à abertura das janelas durante o ensino, formação ou exame e, em caso de necessidade, o sistema de ventilação do veículo deve ser ligado em modo de extracção e não em modo de recirculação do ar.

Na Área Metropolitana de Lisboa continuam a só poder estar dentro do veículo de condução duas pessoas, o aluno e o instrutor.

Foto: Lusa – Manuel de Almeida

Mulher com suspeita de infecção fugiu do hospital da Figueira e foi apanhada pela PSP

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Uma mulher com suspeitas de infecção pelo novo coronavírus fugiu hoje do Hospital Distrital da Figueira da Foz (HDFF), onde aguardava a realização de um teste e foi apanhada pela PSP, segundo fontes hospitalar e policial.

Em esclarecimento escrito sobre o caso pedido pela agência Lusa, o HDFF confirma que, na manhã de hoje, uma mulher com 65 anos e “comportamento desajustado” recorreu ao Serviço de Urgência Respiratória Aguda – Covid, apresentando “sintomatologia compatível” com Covid-19/infecção respiratória, “pelo que reunia condições para fazer o teste” de despistagem do coronavírus.

Segundo a mesma fonte, a mulher “recusou fazer o teste e abandonou o hospital”, tendo o HDFF avisado o delegado de saúde da Figueira da Foz e a PSP.

A doente, residente numa freguesia rural do norte do concelho, acabou por ser descoberta por elementos da esquadra de investigação criminal da PSP, ao início da tarde de hoje, no terminal de autocarros da cidade, enquanto aguardava transporte para casa.

Fonte policial indicou que a mulher foi retida no local para ser conduzida de volta à unidade hospitalar, numa ambulância especialmente equipada para transportar doentes com suspeitas de infecção por Covid-19.

Incêndios: Todos os distritos em estado de alerta laranja até às 24 horas de amanhã

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Todos os distritos de Portugal continental estão em estado de alerta especial laranja, o segundo mais grave de uma escala de quatro, devido ao elevado risco de incêndio rural, avançou hoje à agência Lusa fonte da Protecção Civil.

A mesma fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) precisou que o estado de alerta especial laranja foi accionado às 00:00 de hoje e vai prolongar-se até às 24:00 de quinta-feira, sendo então feita nova avaliação do risco de incêndio.

O estado de alerta especial laranja, que determina o reforço da monitorização e o grau de prontidão do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), significa que o grau de risco é elevado e que se está numa “situação de perigo, com condições para a ocorrência de fenómenos invulgares que podem causar danos a pessoas e bens, colocando em causa a sua segurança”.

A ANEPC emitiu um aviso à população para dar conta do risco muito elevado a máximo de incêndio para os próximos dias devido à continuação de tempo quente e seco.

“De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê-se para os próximos dias a continuação de tempo quente e seco com consequências nos índices de risco de incêndio (muito elevado a máximo) em especial no interior norte e centro e no Algarve”, refere a Protecção Civil, em comunicado.

Segundo a ANEPC, estão previstos para os próximos dias uma subida gradual da temperatura máxima, noites tropicais, baixa humidade relativa do ar e vento fraco a moderado.

A Protecção Civil sustenta que, face a estas previsões, há “um aumento das condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais”.

No aviso à população, a Autoridade Nacional de Emergência de Protecção Civil recorda que até 30 Setembro é proibido fazer queimas e queimadas, usar fogareiros e grelhadores em todo o espaço rural, fumar ou fazer qualquer tipo de lume nos espaços florestais, lançar balões de mecha acesa e foguetes e fogo-de-artifício.

A Protecção civil refere ainda que é proibido fumigar ou desinfestar apiários e usar moto-roçadoras, corta-matos e destroçadores nos dias de risco máximo de incêndio.

Criança testa Covid no 2.º Jardim Escola da Figueira

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Um menino, aluno de um jardim-de-infância da Figueira da Foz, testou esta terça-feira positivo para Covid-19, situação que levou ao isolamento de outras 28 crianças e quatro funcionários da instituição, disse à agência Lusa fonte da autoridade de saúde.

Em causa está um aluno do pré-escolar do 2.º Jardim-Escola João de Deus da Figueira da Foz (rua Joaquim Sotto Maior), que terá sido infectado em contexto familiar e que já estava em isolamento.

Em declarações à agência Lusa, o delegado de saúde da Figueira da Foz, José Farias, confirmou o caso positivo do menino “com três ou quatro anos”, acrescentando que as crianças e outras pessoas que com ele tiveram contacto no jardim-de-infância “foram para casa e estão em isolamento”.

Ainda segundo José Farias, o teste à criança, residente na Figueira da Foz, foi realizado ontem e o resultado conhecido esta terça-feira. Este caso “já estava ancorado” num “contexto familiar” do menino, que está em isolamento com a família e onde “provavelmente” foi infectado.

O médico de saúde pública disse ainda que as 28 crianças que foram colocadas em isolamento em casa “não se cruzaram” com outros alunos do jardim-de-infância.

Também o presidente da autarquia da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, confirmou o caso de infecção do menino, assegurando que “estão a ser tomadas todas as medidas” e que a situação está a ser acompanhada pelo delegado de saúde.

No boletim diário da Direcção-Geral da Saúde (DGS), que esta terça-feira passou novamente a incluir os dados por concelho, a Figueira da Foz apresenta um total de 44 casos de infecção pelo novo coronavírus, mais três do que os últimos dados conhecidos até aqui.

José Farias admite que este município tem “começado a importar casos” com a situação de desconfinamento, “a exemplo de outros locais”, lamentando que exista “muita gente despreocupada” face à Covid-19.