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Coimbra investe 10 ME na requalificação da margem direita do rio Mondego

A Câmara de Coimbra vota na segunda-feira uma proposta para a adjudicação da conclusão requalificação do espaço público na margem direita do rio Mondego por cerca de 10 milhões de euros, anunciou hoje a autarquia.

A proposta prevê a adjudicação da requalificação do espaço público na margem direita do rio Mondego, entre a Ponte de Santa Clara e o açude-ponte de Coimbra, à empresa Alberto Couto Alves, por 9,95 milhões de euros, com um prazo de execução de 540 dias, referiu hoje a Câmara de Coimbra, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

Este concurso público, lançado em Novembro de 2019, surge “depois de a empresa que venceu o primeiro procedimento concursal não ter cumprido com os prazos contratualmente previstos, o que levou a autarquia a rescindir o contrato, tomar posse administrativa da obra e a aplicar sanções”, explica o município.

Em Setembro de 2019, foi aprovada, pela autarquia, uma sanção de 1,158 milhões de euros à empresa Opway Engenharia, por incumprimento dos prazos naquela empreitada.

A intervenção entre a Ponte de Santa Clara e o açude-ponte de Coimbra tinha sido consignada a um consórcio entre a Opway Engenharia e a Construtora do Infantado, em 26 de Outubro de 2018 por de 7,1 milhões de euros, com um prazo de execução de 540 dias (18 meses).

A empreitada parou em Março de 2019, na sequência da insolvência da empresa Opway Engenharia e a autarquia liderada por Manuel Machado tomou posse administrativa da obra em Agosto.

A obra prevê a requalificação das avenidas Cidade de Aeminium e Emídio Navarro, muros de contenção na margem direita, reformulação das redes de saneamento, electricidade e iluminação pública, bem como a definição de zonas de estar mais amplas, “destinadas aos peões e de relação com o plano de água”, salienta a autarquia.

Na nota de imprensa enviada hoje, o município recorda que tem em curso ou já concluídas várias empreitadas para “fomentar a relação da cidade com a zona ribeirinha”, num investimento global superior a 22 milhões de euros.

Na próxima reunião, o executivo também analisa uma proposta para dotar, este ano, o Fundo Municipal de Emergência Social com 158 mil euros, e uma proposta para abertura do concurso público de reabilitação da “Casa das Talhas”, inserida no âmbito do Programa Reabilitar para Arrendar, pelo preço base de 1,3 milhões de euros.

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