Início Nacional Menos mortes nas estradas, mas mais acidentes e feridos graves

Menos mortes nas estradas, mas mais acidentes e feridos graves

 Quase 360 pessoas morreram nas estradas portuguesas nos primeiros nove meses do ano, um valor inferior ao registado em igual período no ano passado, segundo os dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

A informação disponível no ‘site’ da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) relativa ao período de entre 01 de janeiro e 30 de setembro deste ano indica que morreram nas estradas portuguesas 359 pessoas, menos 16 do que em igual período de 2018, apesar do número de acidente ter aumentado para 97.627 (mais 456), assim como os feridos graves (passou de 1.582 para 1.672.

Os dados da ANSR referem-se a óbitos que ocorrem no local do acidente ou durante o respetivo transporte até à unidade de saúde e os valores relativos aos feridos graves são referentes a vítima de acidente cujos danos corporais obriguem a um período de hospitalização superior a 24 horas.

O balanço periódico de sinistralidade, que reúne dados da GNR e da PSP, indica igualmente que na última semana de setembro (entre os dias 22 e 30) morreram nas estradas 59 pessoas e 13 ficaram gravemente feridas.

Nos primeiros nove meses do ano, o distrito que mais mortes nas estradas registou foi o de Lisboa (37), seguido do Porto (35), Braga (31), Santarém (28), Coimbra (27) e Beja (26). Lisboa também lidera no número de feridos graves (236), seguida de Santarém (158) e Porto (155).

O número de acidentes entre 01 de janeiro de 30 de setembro foi maior no distrito de Lisboa (19.188, menos 29 do que em 2018), seguido do Porto (17.504, menos 27).

O relatório anual de segurança rodoviária de 2018 indica que se registaram 34.235 acidentes com vítimas, de que resultaram 508 mortos (no local do acidente ou durante o transporte até ao hospital), 2.141 feridos graves e 41.356 feridos ligeiros.

Em relação a 2017, a ANSR sublinha que se registaram menos 181 acidentes com vítimas (-0,5%), menos duas vítimas mortais (-0,4%), menos 57 feridos graves (-2,6%) e menos 431 feridos leves (-1,0%).

O relatório de 2018 da ANSR relativo aos mortos a 30 dias, indica, no entanto, que se registaram 675 vítimas mortais, o número mais elevado desde 2012.

Em relação a 2017, o número de mortos a 30 dias aumentou 12,1% no ano passado, mais 73 vítimas mortais.

Leia também

Figueira da Foz destruiu 130 ninhos de vespa asiática desde o início do ano

O concelho da Figueira da Foz eliminou desde janeiro 130 ninhos de vespas velutinas, na maioria localizados nas maiores freguesias urbanas, Buarcos...

Incêndios: Acusada de queimada que terá contribuído para fogo no Pinhal de Leiria começa hoje a ser julgada

Uma mulher de 69 anos começa hoje a ser julgada no Tribunal de Alcobaça, acusada de ter sido autora de uma queimada...

António Costa propõe Ana Abrunhosa para ministra da Coesão Territorial

O primeiro-ministro indigitado propôs hoje ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a nomeação de Ana Abrunhosa para o cargo de...

Academia Europa debate projeto europeu com 60 universitários na Figueira da Foz

A segunda edição da Academia Europa, a primeira na Figueira da Foz, quer discutir o futuro do projeto europeu mas também as...

Figueira da Foz recusa reabrir acesso no Cabo Mondego por questões de segurança

O presidente da Câmara da Figueira da Foz manifestou-se irredutível sobre a reabertura de um caminho de acesso no Cabo Mondego, junto...