A Junta de Freguesia de Maiorca, na Figueira da Foz, alertou hoje a população para estar vigilante e atenta face a furtos e assaltos naquela zona, contactando a GNR em casos suspeitos.
“Sem criar alarmismo, pedimos que estejam atentos a movimentos, pessoas ou viaturas suspeitas, sobretudo junto a habitações, estabelecimentos ou propriedades. E que, perante qualquer situação anormal, contactem as autoridades”, apelou a Junta, numa publicação na sua página da rede social Facebook.
A publicação é acompanhada de uma imagem com o título “Aviso à População – Apelo à Vigilância e Prevenção”, através da qual a autarquia informa que “têm sido registadas algumas ocorrências de furtos/assaltos” na freguesia.
À agência Lusa, o presidente da Junta, Nuno Santos, explicou que o aviso decorreu de dois furtos – um na semana passada, no cemitério da vila, de onde foram retiradas todas as torneiras, e outro, já esta semana, numa habitação de um lugar próximo da sede de freguesia – tendo existido ainda uma alegada tentativa numa capela.
“Foi um alerta para que as pessoas estejam atentas e com cuidados redobrados. Ainda há quem nem sequer feche a porta à chave e tem de o fazer”, avisou.
O autarca, eleito pelo Chega, disse ainda que tem estado em contacto com a GNR “para ver se começam a vigiar mais esta zona”.
“Não queremos causar alarme, até porque as pessoas sentem-se seguras e andam seguras na rua. Foi só um aviso para reforçarem a atenção e a prevenção. Uma coisa era não sabermos [dos furtos] e não podermos informar, assim, sabemos e avisamos”, argumentou.
Nuno Santos recusou, por outro lado, que a situação atual possa vir a levar à criação de vigilantes civis na rua: “Ainda não estamos aí, não há esse perigo”, observou.
A freguesia de Maiorca, no leste do município da Figueira da Foz, é servida pelo posto territorial da GNR de Quiaios (que responde ao destacamento territorial de Montemor-o-Velho) e cujo contacto de rede fixa (233209320) foi colocado no aviso.
“Contamos com a colaboração de todos para manter Maiorca segura”, adianta-se no alerta, que recomenda ainda que a população “não intervenha diretamente”, no caso de presenciar um comportamento ou situação suspeita, e, em vez disso, contacte as autoridades “e transmita toda a informação que possa ser útil”.






