O executivo municipal reuniu-se na passada sexta-feira com representantes da Comunidade Portuária da Figueira da Foz, da Cooperativa Centro Litoral – Cooperativa de Produtores de Peixe do Centro Litoral, CRL, da ACIFF, a APFF, bem com os vereadores da oposição, para perceber o ponto de situação da intervenção a decorrer bem como o futuro do porto da Figueira da Foz.
Foram abordados os problemas de assoreamento do canal, que subsistem desde há muitos anos, mantendo-se até hoje sem um plano para a sua resolução. Susana Pinho, diretora logística do grupo Altri, referiu que o movimento do porto corresponde a cerca de dois milhões de toneladas por ano, num porto considerado pequeno, face à dimensão dos restantes portos portugueses, o que é um resultado muito bom. No entanto os acidentes que ocorreram nos últimos anos, com o assoreamento do canal tem afastado os armadores pela falta de segurança. Os participantes fizeram questão de lembrar dos prejuízos associados quando o canal do rio está fechado e que não gostariam de ver ocorrer mais acidentes na barra.
Paulo Mariano felicitou o presidente da Câmara pela iniciativa, e fez questão de lembrar que “a atividade do porto beneficia não só as empresas que operam no porto, mas todos os figueirenses”.
Por sua vez, a Administração do Porto da Figueira da Foz fez questão de referir que não tem financiamento do Estado pelo que, ficou claro para todos, que a solução terá de ser encontrada em conjunto com os operadores do porto. Ouvidos os presentes, resultou a decisão de dar os passos para a aquisição de uma draga a afetar apenas a este porto.






