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Candidato do CDS-PP quer incentivar o comércio tradicional na Figueira da Foz

O cabeça de lista do CDS-PP à Câmara da Figueira da Foz propôs-se a ajudar de forma gratuita o comércio tradicional a modernizar-se e a acabar com o estacionamento pago, debatendo “ideias” que evitem uma campanha de folclore.

De visita ao Mercado Municipal da Figueira da Foz, Miguel Mattos Chaves foi pedindo a pouco mais de uma dúzia de elementos da caravana para “falarem com as pessoas e não distribuírem apenas folhetos e canetas”, e ouviu os comerciantes.

“Se não trouxermos o debate das ideias, a campanha é só folclore, pão e circo”, afirmou à agência Lusa o candidato.

Nesse sentido, defendeu que é necessário a câmara ter uma política “de equilíbrio” entre autorizar a instalação de grandes superfícies e apoiar o comércio tradicional.

Por isso, quer criar um gabinete de apoio técnico “que ajude gratuitamente os empresários a remodelar os seus estabelecimentos para os tornar mais atractivos”.

O candidato centrista defendeu também a reversão da concessão do estacionamento pago à empresa Figueira Parques e, com o intuito de incentivar o comércio tradicional, pretende acabar com o estacionamento pago.

Outras propostas passam também pelo reforço do transporte público, com mais percursos e horários frequentes, e a construção de um parque intermodal junto à estação de comboios, onde os cidadãos possam estacionar os automóveis, de forma gratuita, e utilizem os transportes públicos.

Na visita ao Mercado Municipal, Miguel Mattos Chaves recebeu elogios de comerciantes e clientes que “gostaram muito de o ouvir falar no debate da televisão” e foi distribuindo cumprimentos e apresentando-se como candidato à câmara e “uma alternativa”.

“Se não estiverem contentes, mudem”, foi afirmando.

“A única coisa que quero é dizer ao que é que venho, que programa é que tenho e não tenho obras de loucura”, enfatizou o cabeça de lista.

Questionado sobre o projecto de uma Escola Superior do Mar, defendido pelo rival Santana Lopes, o cabeça de lista do CDS-PP afirmou que, se for eleito, “apoiará todos os projectos que tragam inovação e utilidade para os jovens e para a economia”.

Mas “não está disposto a gastar dinheiro em projectos, muitos deles megalómanos, que na prática não resultam em coisa nenhuma”, considerando que a Figueira da Foz tem “edifícios públicos que podem ser aproveitados” para outros projectos e “não é necessário mais obras e mais betão”.

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