Início Saúde OMS recomenda fumadores a deixarem vício para prevenir situações graves na pandemia

OMS recomenda fumadores a deixarem vício para prevenir situações graves na pandemia

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou aos fumadores que tomem medidas imediatas para deixarem de fumar, para se prevenirem de situações graves caso sejam infectados pelo novo coronavírus.

Num comunicado divulgado hoje sobre o Dia Mundial Sem Tabaco, o representante em exercício da OMS em Angola, Javier Aramburu, disse que o tabaco é uma das maiores ameaças à saúde pública, recomendado um esforço conjunto para continuar a implementar políticas abrangentes para o controlo do tabagismo.

“Nos 20 minutos seguintes à desistência do tabagismo, o ritmo cardíaco elevado e a pressão arterial do fumador baixam. Após 12 horas, o nível de monóxido de carbono na corrente sanguínea desce ao normal. Dentro de duas a 12 semanas, a circulação melhora e a função pulmonar aumenta. Após um a nove meses, a tosse e a falta de ar diminuem”, concluiu Javier Aramburu.

Por sua vez, a directora do Instituto Nacional de Luta Antidrogas (Inalud), Ana Graça, referiu que, em parceria com a Direcção Nacional de Saúde Pública e a OMS, tem-se dado destaque a acções preponderantes para o controlo do tabagismo, através da aprovação de leis e políticas que favorecem a criação de espaços públicos livres de tabaco, educação para as crianças e jovens, para os riscos, bem como o agravamento das taxas sobre o tabaco.

“O tabaco representa um obstáculo ao desenvolvimento e uma ameaça aos esforços de prevenção, tratamento e controle da covid-19”, disse Ana Graça.

A dirigente do Inalud salientou que “as mortes e as doenças relacionadas com o tabaco são factores de pobreza, deixando as famílias sem quem as sustenta, e torna-se mais evidente agora com a pandemia da covid-19, tendo em conta os riscos que enfrentam os fumadores”.

A nota da OMS sublinhou que, anualmente, mais de oito milhões de pessoas morrem em todo o mundo devido ao tabagismo, e mais de sete milhões destas mortes resultam do consumo directo de tabaco, enquanto cerca de 1,2 milhões são devidas à exposição de não fumadores ao fumo passivo.

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