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Projetos renováveis para o mar

O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, uma resolução que integra o Plano de Afetação para as Energias Renováveis Offshore (PAER), que “procede ao ordenamento e identificação das áreas do espaço marítimo nacional, na subdivisão do Continente, que apresentam potencial para a exploração comercial de energias renováveis de origem ou localização oceânica, permitindo dar cumprimento ao objetivo do Governo de instalar uma capacidade de 2GW no horizonte de 2030.”.

A Figueira da Foz lidera, a par de Leixões, o potencial para os projetos renováveis offshore, uma vez que o espaço que tinha sido proposto para a região de Viana do Castelo foi cortado para menos de metade. O PAER é proposto pelo Ministério da Economia, através da secretaria de Estado do Mar e em articulação com o Ministério do Ambiente e Energia, que integra o Plano de Situação para o Ordenamento do Espaço Marítimo.

O arranque desta iniciativa visa dar cumprimento ao objetivo do Governo de instalar uma capacidade de 2GW (Gigawatt) no horizonte de 2030. No seu comunicado o Governo refere que “este plano visa contribuir para a independência energética nacional e para a autonomia energética da União Europeia, nomeadamente através da transição energética e descarbonização da economia.”, bem como “para o desenvolvimento sustentável da economia azul e de toda a fileira das energias renováveis offshore, salvaguardando os ecossistemas marinhos”.

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