O Mosteiro de Santa Maria de Seiça acolhe, a partir de 1 de agosto, a exposição “Dispersos: Fragmentos de Memória”, organizada pelo município em parceria com o Museu Nacional Machado de Castro.
“O Mosteiro de Seiça, refém de um longo e pungente percurso de degradação, alimentou durante décadas esse imaginário da ruína e da perda iminente. Objeto de uma exemplar campanha de requalificação, é precisamente este cenário inspirador que serve de palco à exposição”, refere a Câmara da Figueira da Foz, num comunicado.
Trata-se de uma mostra com um conjunto de 40 peças escultóricas provenientes das reservas do Museu Nacional de Machado de Castro, de Coimbra, nas quais se resgatam memórias perdidas e “se ativa o potencial comunicativo de obras excecionais, globalmente desconhecidas, estimulando a sua fruição, estudo e divulgação”, que vai estar patente até 26 de outubro, adianta a mesma nota.






