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Nova barragem e manutenção da obra hidráulica cruciais para evitar cheias no Mondego

A construção da barragem de Girabolhos, no concelho de Seia, e a manutenção da obra hidráulica do Mondego, a jusante de Coimbra, são duas das condições essenciais para evitar cheias naquela bacia hidrográfica, defenderam agricultores e dirigentes associativos.

“Enquanto não regularizarmos o Ceira, tudo o que escorrer para o rio Ceira vem parar ao Baixo Mondego. Nas cheias de 2019, com a [barragem da] Aguieira a libertar o mínimo [de água], foram mais de 1.000 metros cúbicos [por segundo, o equivalente a um milhão de litros] que entravam no Mondego, vindos do Ceira, um rio que está em estado selvagem”, afirmou João Grilo.

O plano de construção da barragem de Girabolhos foi suspenso em 2016. Porém, em março de 2025, o anterior Governo liderado pelo atual primeiro-ministro, Luís Montenegro, assumiu que a obra é para avançar, incluída na estratégia nacional “Água que Une”.

Já para Armindo Valente, vice-presidente da Associação de Beneficiários da Obra Hidroagrícola do Baixo Mondego, a prioridade é a edificação da barragem de Girabolhos.

“O Baixo Mondego só fica seguro de cheias e com água suficiente para rega durante o verão a partir do momento em que a barragem de Girabolhos seja uma realidade”, frisou.

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