Pedro Santana Lopes, presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, e Paul Henri Schelfhout, presidente da Finangeste, inauguraram ontem o Edifício Bellevue, depois de cerca de três décadas de degradação e abandono.
O antigo edifício “O Trabalho” esteve inclusive para ser demolido – foi adicionado à carteira de imóveis da Finangeste e sujeito a um projeto de reabilitação urbana no valor de cerca de 12 milhões de euros.
O edifício, com mais de 15 mil metros quadrados (m2), sete pisos acima do solo e dois abaixo do solo, tem apartamento de tipologias T0 ao T4, vendidos na totalidade a cidadãos nacionais, mas também a bastantes estrangeiros, e cerca de 20 lojas e escritórios.
Pedro Santana Lopes mostrou-se muito satisfeito por ver a obra acabada, a qual lhe “parecia uma obra impossível de fazer”, mas que considerou “uma obra de arte”. O mesmo felicitou todos, “quem investiu”, “quem acreditou também na Figueira”, quem “promoveu, quem vendeu, quem vai manter” e lembrou os seus antecessores, João Ataíde e Carlos Monteiro, e o seu papel no desfecho do processo de reabilitação do edifício.






