Director:  
10 Maio/2002  
Ano 83º  
Edição N.º 5255  
 
                                                                                        
Cultura 
NOTÍCIAS

Garraiada enche Coliseu

No passado domingo, os estudantes de Coimbra encheram quase por completo o Coliseu Figueirense, em mais uma edição da tradicional garraiada. Apesar de simultaneamente se disputar o jogo decisivo para a subida da Académica à primeira Liga, os universitários não perderam a garraiada, mas mantiveram-se atentos a ambos os eventos.
As filas intermináveis nas bilheteiras apontavam para a grande afluência que se confirmava no interior do recinto, mas nada na “festa brava” os fez vibrar tanto como o primeiro golo da Académica. Esta era a palavra mais ouvida no recinto mas, à parte desta, os gritos académicos fizeram-se ouvir constantemente, vindos, na sua maioria, de vozes femininas.
Provando que este continua a ser um momento importante na semana académica coimbrã, as habituais irreverência e alegria foram os aspectos dominantes de uma festa onde, no entanto, nem toda a irreverência foi bem vista. À entrada dos cavaleiros, um estudante esgueirou-se e desfilou pela arena, mas outro que tentou o mesmo foi de imediato expulso da porta dos cavaleiros.
Assim que o garraio entrou em cena, os estudantes gritavam fervorosamente “touro amigo, a malta está contigo”, mas as palmas e ovações foram bem maiores quando as primeiras bandarilhas rasgaram a pele do animal.

VSM

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Crise na Scootwool

Hoje é o dia limite para serem pagos salários em atraso

Os 150 trabalhadores da Scottwool poderão entrar em greve na próxima segunda-feira, isto se até ao dia hoje não forem pagos os dois meses de salário em atraso, referentes a Março e Abril, assim como os subsídios de fé-rias e de Natal.
A empresa está a passar por uma crise financeira e, de acordo com Fátima Carvalho, do Sindicato dos Têxteis, “existem situações gravíssimas”, de viúvas, mães solteiras e casais cujo vencimento que auferem da fábrica é o seu único sustento.
Os trabalhadores já recorreram ao Fundo de Garantia Social mas, até ao momento, este ainda não foi disponibilizado pela Segurança Social.
Na passada segunda-feira, o Sindicato dos Têxteis manteve uma reunião com  Martins de Oliveira, vereador da autarquia, um encontro que estava programado para ser com o presidente, Duarte Silva.
De acordo com Fátima Carvalho, Martins de Oliveira prometeu o “total empenho da autarquia” na resolução deste problema.

Entretanto, o administrador da empresa, Santos Pinguel, contactado elo nosso jornal, disse que já foram “accionados todos os mecanismos legais” para serem pagos os subsídios e o mês de Março aos trabalhadores, através do Fundo de Garantia Social.

Para Fátima Carvalho, “é um crime encerrar uma empresa que tem uma boa carteira de clientes e uma marca consolidada no mercado”, pelo que é fundamental e “possível” a viabilização da empresa, que passará pela procura de novos investidores.

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Trovas eternas na Figueirense

A Sociedade Filarmónica Figueirense continua a percorrer um caminho de rejuvenescimento, levando a cabo eventos culturais e populares que têm tido uma resposta adequada de quantos recebem a mensagem.
No sábado, a velha colectividade voltou a encher-se de entusiastas do fado. À luz das velas, a canção nacional encontrou eco num público que não regateou aplausos aos intervenientes.
Albertino Moura, um aveirense natural de Viseu... lançou o seu segundo disco, este intitulado Trovas Eternas. O primeiro fora baptizado com o nome de Encantos de Aveiro.
O espectáculo abriu com a actuação da Orquestra Black and White, dirigida pelo jovem maestro Rui Alves. Um conjunto composto por alunos do Conservatório David de Sousa, da Figueira da Foz.
Rosarinho, Luís Oliveira e outros, acompanhados pela guitarra de Armindo Fernandes e as violas de Manelito e Humberto Neves, completaram o espectáculo.
E a festa durou até as tantas ...

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Promovido pelo grupo “Lightning”

Maiorca “entre a música e a dança”

O Grupo de Dança Moderna Pop “Lightning”, constituído pelo Pedro, a Susana, o Carlos, a Catarina, o João, a Daniela, o Rui, a Diana, o Ricardo, a Dora e o Marco, todos jovens de Maiorca, tem a paixão pela música e pela dança. Surgiram há oito meses, na Casa do Povo de Maiorca, num encontro de freguesias denominado Espanta-Vícios.
O projecto está a ir “vento em poupa”, e prova disso mesmo é que, com apenas oito meses de existência, os Lightning já actuaram no Clube Recreativo Atlético Santamarense ( três vezes); no Grupo Recreativo Cultural Carvalhense (duas vezes), no Grupo Recreativo de Arneiro de Fora, no Grupo Recreativo de Guadalupe, na Casa da Criança de S. Julião, no Casino da Figueira, no Alambique Bar, e, como não podia deixar de ser, inúmeras vezes na Casa do Povo de Maiorca, onde tudo começou.
Uma das maiores dificuldades do grupo é ir “além fronteiras”, mas, em breve, o grupo estará  no programa Acontece (RTP2). Quanto a outros programas, como Herman Sic, Danza Café ou  Domingo Fantástico, entre outros, a agente do grupo, Daniela Dias, está confiante: “Estamos à espera”.
Mas, enquanto a oportunidade de se mostrarem no pequeno ecrã não chega, os Lightning não param. Assim, acontece, já a 17 de Maio, na Casa do Povo de Maiorca, o espectáculo Entre a música e a dança”, organizado pelos próprios elementos dos Lightning. A partir das 21h30, com Sofia Gaspar e Martinho Trovão como apresentadores, Entre a música e a dança” é a oportunidade para ver os Lightning, e ainda Venga Dance, Flash, Shot girls, Novas Estrelas, Loucos da Dança e Capoeira. Telmo Cavaleiro (vencedor do I Festival da Canção Praia da Claridade), é o convidado da festa.

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O Futuro da Gestão começa aqui!

Cumprindo o que foi adiantado na transacta edição, começamos hoje a delinear o processo de planeamento estratégico que poderá ser aplicado a qualquer empresa, mas antes disso achei por bem dar uma introdução “histórica” ao processo de planeamento.
No início do século 20 o processo de planeamento tinha uma natureza puramente financeira que consistia apenas em elaborar um orçamento de cariz anual que tinha por base previsões sobre pagamentos/recebimentos durante o período de um ano. O processo era arcaico pois apenas tinha intervenção do patrão (normalmente o dono da empresa) e um colaborador. Mesmo para a data era um processo já avançado pois havia já uma tentativa de planear um futuro, se bem que muito próximo e apenas numa perspectiva financeira. Poucas alterações houve até, mais ou menos, meados dos anos 50. Sem dúvida que a maior alteração no contexto estratégico das empresas de então se deveu a introdução do Marketing como sistema de orientação por parte da gestão.
Foi a era das vendas por excelência que se iniciou no pós-guerra e terminou por volta de 1973, aquando da crise petrolífera. Neste “entretanto” de tempo os empresários partiam da análise do ambiente (interno e externo) para definir a sua estratégia. Os consumidores de então começavam a exigir determinados requisitos, de tal forma que as empresas tinham que se adaptar rapidamente às suas exigências. Dai também que tenha sido o “boom” dos processos de Investigação & Desenvolvimento da maior parte das grandes multinacionais. É aqui que surge de facto o planeamento estratégico como função base da interligação das várias funções de gestão. Como referi as empresas começaram a ter necessidade de conhecer a fundo o ambiente em que estavam inseridas. Tentavam procurar conhecer a sua evolução e com ele as ameaças e oportunidades e reflectir sobre eventuais pontos fortes ou fracos, de modo a poder definir objectivos coerentes e, no limite, delinear uma estratégia adequada ao cumprimento dos mesmos.
Já temos aqui uma possível definição para planeamento estratégico, que então tem as suas bases num processo de recolha e tratamento de informação sobre o ambiente e a empresa tendo em vista a tomada de decisões permitindo à empresa, com base nos dados obtidos, moldar o seu comportamento para com o exterior. Envolve pois uma atenção redobrada sobre o mercado e a concorrência, nomeadamente.
Em Portugal as coisas não corriam bem assim. Em plena ditadura só após o 25 de Abril de 74 é que muitas das correntes liberais de gestão puderam finalmente ser implantadas nas empresas portuguesas, se bem que em muitos países da Europa de então muitas empresas estavam já em estados avançados de planeamento estratégico. Daí a forte competitividade de algumas empresas quando comparadas com as “nossas”. O peso da experiência tem, de facto, relevância nas comparações. No entanto, hoje em dia estas diferenças estão ultrapassadas. A competitividade das empresas, que em Portugal deixar muito a desejar comparativamente com outros países europeus tem, como é sabido, outras variáveis que para já “não são para aqui chamadas”... Mas é relativamente a este aumento da competitividade nos mercados que leva o planeamento estratégico a assumir capital importância dentro das empresas, sejam elas micro, pequenas ou médias empresas. Planear é acautelar o futuro!
Mas ainda assim apenas o planeamento era insuficiente para abordar a globalidade das ameaças externas (e algumas internas). Se por um lado era um instrumento pouco participado, por vezes nem envolvia os quadros de topo das empresas, a partir do choque petrolífero de 1973, os mercados tiveram tamanhas mutações, principalmente ao nível tecnológico e social, que a certeza das previsões viu-se de novo ameaçada pois os prazos temporais reduziam-se face à velocidade “estonteante” das transformações. Surge então a gestão estratégica como um processo de formulação e implementação de planos que orientem a organização na prossecução dos objectivos. A gestão estratégica engloba então o planeamento estratégico (decisões a nível operacional e ao nível do funcionamento da empresa), a formulação da estratégia, a implantação e o controlo da mesma.
Com estes passos é colocada a máxima atenção na competitividade face à agressividade concorrencial. Os gestores de topo começam, finalmente, a envolver-se nas decisões mais sensíveis das empresas e começam-se a criar valores únicos, identidades próprias para cada empresa. São desenvolvidas estratégias flexíveis, trabalhos em equipa e buscas constantes de horizontes, que são materializados por objectivos bem definidos e aceites por todos. É neste ponto que surge a formulação da estratégia que compreende a identificação da missão da empresa, que por outras palavras quer dizer, o carácter, orientação e forma de estar nos negócios; a definição dos objectivos que dão corpo a essa missão; a análise do ambiente (interno e externo – Análise SWOT, a ver posteriormente) e, finalmente a escolha da estratégia após ter analisado a fundo todos os pontos anteriores.

Ao nível de implantação e controlo da estratégia existem três componentes fundamentais que convém seguir passo a passo para que o processo decorra com eficácia, ou seja, que produza os resultados pretendidos, a saber: Adequar a estrutura da empresa às necessidades; saber liderar e motivar devidamente os recursos humanos e por fim controlar a estratégia. Este último é de alguma importância pois permite-nos, ao comparar resultados com planos, corrigir determinadas acções que estejam, por qualquer motivo a afastar-se dos objectivos iniciais. Se este controlo for efectivo e periódico, sem dúvida, que existirá tempo para pro-agir, em vez de reagir. Afinal a essência da Gestão Estratégica é ser constantemente pró-activo.
Em última análise é antever quase sempre os movimentos do meio ambiente, da concorrência, dos gostos do consumidor etc... mas pressupõe, como foi dito em cima, uma constante monitorização dos planos de negócio traçados.
Mas, para existir todo este processo tem que haver uma razão de ser. A empresa existe, então o empresário, o sócio teve um motivo forte para a criar e lançá-la no mercado. Refiro-me à Missão da empresa. Por mais que alguns afirmem que nunca pensaram nisso, acreditem que sim. Inconscientemente tem uma razão para estar no mercado. A missão identifica uma visão do empresário, um cenário identificável com um futuro previamente delineado. Deve constituir uma referência para toda a organização, orientando os comportamentos e decisões e motivando toda a acção. Por exemplo, a missão da Fiducial “é contribuir para o sucesso dos seus clientes, ajudá-los a crescer e a prosperar através de todo o tipo de serviço ligado à gestão de empresas, consultoria, contabilidade, projectos de investimentos etc... Acompanhamos de perto os clientes, com o objectivo do aumento dos seus lucros, eficiência e organização.”
Esta definição é o princípio de tudo. Todas as referências normativas do processo de planeamento como Objectivos, Estratégias, Políticas, Procedimentos/Regras, Planos Operacionais e Orçamentos vem depois.
Quantos de vós leitores e empresários fizeram esta análise. É extremamente importante parar um pouco no tempo para reflectir, de vez em quando, se estamos a cumprir com o nosso objectivo inicial. Se não temos que saber porquê e em que ponto do processo abandonámos o nosso ideal. Nos tempos que correm, com uma potencial crise a bater à porta todos os cuidados são poucos e o planeamento estratégico é A chave para o sucesso de qualquer empresa. Não basta comprar e vender. Existe um mundo complexo de “teorias“ e de “práticas” que foram testadas e, se aplicadas com afinco podem ajudar empresas a refazer o seu futuro. Será que o seu caso não se enquadra aqui? Pense bem...
Na próxima semana continuaremos, já com uma vertente mais prática a analisar o processo de planeamento estratégico. Até lá... bons negócios.

António Durão

Director da Fiducial.
Consultor em Estratégia Empresarial. Especialista Balanced Scorecard.

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VI Festival Infantil de Folclore


Realizou-se no passado domingo, o VI Festival Infantil de Folclore em Ribas - Moinhos da Gândara, cuja organização esteve a cargo da Associação Cultural, Recreativa e Desportiva da Gândara. Neste festival participaram o Rancho Folclórico Infantil As Morenitas da Gândara, rancho anfitrião; o Grupo Infantil de Moreira de Cónegos, de Guimarães; Rancho Folclórico Infantil As Salineiras de Lavos; Rancho Folclórico Infantil Os Camponeses da Raposa, de Almeirim e o Rancho Folclórico Infantil 1º de Maio, da Tocha. Salienta-se que este evento contou com a participação de 150 crianças, com idades entre os 5 e os 13 anos. Este festival tem como objectivo “divulgar as danças e cantares, bem como os trajes e cultura de cada uma das regiões”, referiu Alda Ferreira, ensaiadora, apresentadora e cantadeira do Rancho Folclórico Infantil As Morenitas da Gândara. Referiu ainda que o objectivo do seu grupo “ é ser um viveiro para um grupo adulto”, ou seja, pretende que não se perca a tradição do folclore na sua região.

Andreia Carvalheiro

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Estudantes de Jornalismo e Comunicação reúnem-se em Coimbra

Foi em Coimbra que se realizou o I Encontro Nacional de Estudantes de Jornalismo e Comunicação, cuja organização esteve a cargo da Comissão de Curso de Jornalismo 2000/04 da Faculdade de Letras da Universidade da cidade. Oriundos das várias universidades, institutos e escolas superiores, existentes de norte a sul do país, alunos da Universidade do Minho-Braga, Universidade do Porto, Universidade de Coimbra, Universidade Nova de Lisboa, Universidade do Algarve, entre outros, fizeram parte dos cerca de 200 estudantes que participaram no evento. Este encontro tinha como objectivo isso mesmo, reunir alunos de vários pontos do país, a fim de se conhecer as diferentes realidades sentidas pelos estudantes. Na abertura oficial do encontro, Emanuel Graça, presidente da Comissão organizadora, referiu que o mais importante seria “o convívio, porque este é um encontro de estudantes e estes não são só colóquios, há que alargar horizontes”, já que há aqueles que consideram os estudantes de Coimbra como boémios. Animação, jantares convívio, socialização, actividades desportivas, partilha de ideias, workshops, colóquios e uma excelente qualidade de oradores, compôs a ementa deste primeiro encontro. “O ensino da comunicação social em português”, “Jornalismo: opinião versus informação”, “Os media - quarto poder?!...”, “Realidades de um estudante de jornalismo e comunicação social”, “E agora? Saídas profissionais e futuro”, foram os  temas dos colóquios debatidos nestes três dias. A debatê-los estiveram José Manuel Portugal, jornalista e docente da Universidade de Coimbra; Eduardo Prado Coelho, docente da Universidade Nova de Lisboa; Mário Frota, presidente da Associação Portuguesa de Defesa do Consumo; Amadeu Homem Carvalho, historiador e docente da Universidade de Coimbra; Bruno Paixão, presidente da Associação Nacional de Jornalistas; Alfredo Maia, presidente do Sindicato dos Jornalistas, entre outros. Este primeiro encontro terminou, mas os estudantes ficaram com a esperança que muitos outros se realizem.

Andreia Carvalheiro

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Espectáculo Musical na Chã

O Grupo Desportivo e Recreativo da Chã apresenta amanhã, pelas 22 horas, um espectáculo musical que contará com as participações da Banda Filarmónica Paionense e do Grupo de Dança “Nice Dance”.

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Imperial Neptuna no pódio

A Imperial Neptuna, tuna da Figueira da Foz, ficou em segundo lugar no Festival Internacional de Tunas da Queima das Fitas de Coimbra, do qual saiu vencedora a Infantuna (tuna de Viseu).

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Tai Chi Chuan no Caras Direitas

Amanhã, a partir das 17h00, na sede do Grupo Caras Direitas (GCD), terá lugar uma sessão experimental da modalidade “Tai Chi Chuan”, que é simultaneamente uma arte marcial e ginástica terapêutica. Orientada por José Carlos Santos, a esta sessão deverão seguir-se outras, a ritmo quinzenal, no mesmo local. Inscrições e informações na secretaria do GCD.

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Futebol de 5 no Quiaense

Até dia 22 deste mês, estão abertas as inscrições para o XIX Torneio de Futebol de 5, promovido pelo Grupo Instrução e Recreio Quiaense (GIRQ). O sorteio para os jogos realizar-se-á no dia 23, pelas 22h00, na sede do GIRQ.

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“Pensar as práticas de intervenção com Menores em Risco”

No ano em que comemora os seus 25 anos de existência, a Associação Fernão Mendes Pinto promoveu, desde a  passada segunda-feira e até ao dia de hoje, a iniciativa “Cinco dias de Janela Aberta – Pensar as práticas de intervenção com Menores em Risco”, que tem como objectivo proporcionar momentos de reflexão/formação relacionados com esta temática.

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“Sexualidade e Doenças Transmissíveis”

Realizou-se ontem, no Centro Social da Cova e Gala, uma sessão de esclarecimento subordinada ao tema “Sexualidade e Doenças Transmissíveis”, destinada a todas as adolescentes e mulheres.

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I Jornadas de Profissionais Administrativos da Saúde do H. D. F. F.

Têm hoje início as I Jornadas de Profissionais Administrativos da Saúde do Hospital Distrital da Figueira da Foz (H. D. F. F.), jornadas estas que serão subordinadas ao tema “Gestão Empresarial em Instituições Públicas de Saúde”. O evento prolonga-se até amanhã e contará com a presença do Secretário de Estado da Saúde.

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Curso de Ajudante de Apoio Domiciliário

Tem início no próximo dia 13 de Maio o Curso de Ajudante de Apoio Domiciliário, promovido pela Misericórdia – Obra da Figueira, com a  duração de 252 horas e que decorrerá até Setembro.
Entretanto, todo o pessoal do serviço de Aprovisionamento e Alimentação da instituição participará, no dia 21 de Maio, numa acção de sensibilização intitulada “Código de boas práticas de higiene para a restauração”, orientada pela nutricionista Ada Rocha, da Universidade do Porto.

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Bênção de viaturas em Marinha das Ondas

A Junta de Freguesia de Marinha das Ondas vai proceder à bênção das suas viaturas no próximo dia 18 de Maio, uma cerimónia que terá início  às 19 horas, no Centro Cívico de Sampaio, e que contará com a presença do Presidente da autarquia, Duarte Silva.

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“Linha Contra o Cancro”

A União Humanitária dos Doentes com cancro acaba de inaugurar a “Linha Contra o Cancro”, uma linha que pretende dar apoio ao doente oncológico, seus familiares e população em geral.
A “Linha Contra o Cancro”, com o telefone 213 619 542, funciona de segunda a sexta-feira, excepto ás quartas, das 14 às 17 horas.

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Karaoke em Caceira

Realiza-se amanhã mais uma actividade da secção cultural do Grupo Instrução e União Caceirense, neste caso a grande estreia das estrelas do Karaoke de Caceira. O espectáculo terá lugar na sede daquela colectividade, pelas 22 horas.

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Sessão interactiva para diabéticos

Organizado pela “Associação Viver em Alegria”, e com a participação de técnicos de saúde da Figueira da Foz, vai realizar-se no próximo dia 25 de Maio, no Auditório da Misericórdia – Obra da Figueira, uma sessão interactiva para diabéticos. Os interessados têm de inscrever-se até dia 20 deste mês, na Associação Viver em Alegria ou nos centros de saúde da Figueira da Foz. A inscrição é gratuita.

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