
Garraiada
enche Coliseu
No
passado domingo, os estudantes de Coimbra encheram quase por completo o
Coliseu Figueirense, em mais uma edição da tradicional garraiada.
Apesar de simultaneamente se disputar o jogo decisivo para a subida da
Académica à primeira Liga, os universitários não perderam a
garraiada, mas mantiveram-se atentos a ambos os eventos.
As filas intermináveis nas bilheteiras apontavam para a grande afluência
que se confirmava no interior do recinto, mas nada na “festa brava”
os fez vibrar tanto como o primeiro golo da Académica. Esta era a
palavra mais ouvida no recinto mas, à parte desta, os gritos académicos
fizeram-se ouvir constantemente, vindos, na sua maioria, de vozes
femininas.
Provando que este continua a ser um momento importante na semana académica
coimbrã, as habituais irreverência e alegria foram os aspectos
dominantes de uma festa onde, no entanto, nem toda a irreverência foi
bem vista. À entrada dos cavaleiros, um estudante esgueirou-se e
desfilou pela arena, mas outro que tentou o mesmo foi de imediato
expulso da porta dos cavaleiros.
Assim que o garraio entrou em cena, os estudantes gritavam
fervorosamente “touro amigo, a malta está contigo”, mas as palmas e
ovações foram bem maiores quando as primeiras bandarilhas rasgaram a
pele do animal.
VSM
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Crise
na Scootwool
Hoje é o dia limite para serem pagos salários em
atraso
Os 150 trabalhadores da Scottwool
poderão entrar em greve na próxima segunda-feira, isto se até ao dia
hoje não forem pagos os dois meses de salário em atraso, referentes a
Março e Abril, assim como os subsídios de fé-rias e de Natal.
A empresa está a passar por uma crise financeira e, de acordo com Fátima
Carvalho, do Sindicato dos Têxteis, “existem
situações gravíssimas”, de viúvas, mães solteiras e casais cujo
vencimento que auferem da fábrica é o seu único sustento.
Os trabalhadores já recorreram ao Fundo de Garantia Social mas, até ao
momento, este ainda não foi disponibilizado pela Segurança Social.
Na passada segunda-feira, o Sindicato dos Têxteis manteve uma reunião
com Martins de Oliveira,
vereador da autarquia, um encontro que estava programado para ser com o
presidente, Duarte Silva.
De acordo com Fátima Carvalho, Martins de Oliveira prometeu o “total
empenho da autarquia” na resolução deste problema.
Entretanto, o administrador da empresa, Santos Pinguel, contactado elo
nosso jornal, disse que já foram “accionados todos os mecanismos
legais” para serem pagos os subsídios e o mês de Março aos
trabalhadores, através do Fundo de Garantia Social.
Para Fátima Carvalho, “é um crime encerrar uma empresa que tem uma
boa carteira de clientes e uma marca consolidada no mercado”, pelo que
é fundamental e “possível” a viabilização da empresa, que passará
pela procura de novos investidores.
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Trovas
eternas na Figueirense
A
Sociedade Filarmónica Figueirense continua a percorrer um caminho de
rejuvenescimento, levando a cabo eventos culturais e populares que têm
tido uma resposta adequada de quantos recebem a mensagem.
No sábado, a velha colectividade voltou a encher-se de entusiastas do
fado. À luz das velas, a canção nacional encontrou eco num público
que não regateou aplausos aos intervenientes.
Albertino Moura, um aveirense natural de Viseu... lançou o seu segundo
disco, este intitulado Trovas Eternas. O primeiro fora baptizado
com o nome de Encantos de Aveiro.
O espectáculo abriu com a actuação da Orquestra Black and White,
dirigida pelo jovem maestro Rui Alves. Um conjunto composto por alunos
do Conservatório David de Sousa, da Figueira da Foz.
Rosarinho, Luís Oliveira e outros, acompanhados pela guitarra de
Armindo Fernandes e as violas de Manelito e Humberto Neves, completaram
o espectáculo.
E a festa durou até as tantas ...
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Promovido
pelo grupo “Lightning”
Maiorca
“entre a música e a dança”
O
Grupo de Dança Moderna Pop “Lightning”, constituído pelo Pedro, a
Susana, o Carlos, a Catarina, o João, a Daniela, o Rui, a Diana, o
Ricardo, a Dora e o Marco, todos jovens de Maiorca, tem a paixão pela música
e pela dança. Surgiram há oito meses, na Casa do Povo de Maiorca, num
encontro de freguesias denominado Espanta-Vícios.
O projecto está a ir “vento em poupa”, e prova disso mesmo é que,
com apenas oito meses de existência, os Lightning já actuaram
no Clube Recreativo Atlético Santamarense ( três vezes); no Grupo
Recreativo Cultural Carvalhense (duas vezes), no Grupo Recreativo de
Arneiro de Fora, no Grupo Recreativo de Guadalupe, na Casa da Criança
de S. Julião, no Casino da Figueira, no Alambique Bar, e, como não
podia deixar de ser, inúmeras vezes na Casa do Povo de Maiorca, onde
tudo começou.
Uma das maiores dificuldades do grupo é ir “além fronteiras”, mas,
em breve, o grupo estará no
programa Acontece (RTP2). Quanto a outros programas, como Herman Sic,
Danza Café ou Domingo Fantástico,
entre outros, a agente do grupo, Daniela Dias, está confiante:
“Estamos à espera”.
Mas, enquanto a oportunidade de se mostrarem no pequeno ecrã não
chega, os Lightning não param. Assim, acontece, já a 17 de Maio, na
Casa do Povo de Maiorca, o espectáculo “Entre a música e a
dança”, organizado pelos próprios elementos dos Lightning. A partir
das 21h30, com Sofia Gaspar e Martinho Trovão como apresentadores, “Entre
a música e a dança” é a oportunidade para ver os Lightning, e ainda
Venga Dance, Flash, Shot girls, Novas Estrelas, Loucos da Dança e
Capoeira. Telmo Cavaleiro (vencedor do I Festival da Canção Praia da
Claridade), é o convidado da festa.
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O
Futuro da Gestão começa aqui!
Cumprindo
o que foi adiantado na transacta edição, começamos hoje a delinear o
processo de planeamento estratégico que poderá ser aplicado a qualquer
empresa, mas antes disso achei por bem dar uma introdução “histórica”
ao processo de planeamento.
No início do século 20 o
processo de planeamento tinha uma natureza puramente financeira que
consistia apenas em elaborar um orçamento de cariz anual que tinha por
base previsões sobre pagamentos/recebimentos durante o período de um
ano. O processo era arcaico pois apenas tinha intervenção do patrão
(normalmente o dono da empresa) e um colaborador. Mesmo para a data era
um processo já avançado pois havia já uma tentativa de planear um
futuro, se bem que muito próximo e apenas numa perspectiva financeira.
Poucas alterações houve até, mais ou menos, meados dos anos 50. Sem dúvida
que a maior alteração no contexto estratégico das empresas de então
se deveu a introdução do Marketing como sistema de orientação por
parte da gestão.
Foi a era das vendas por excelência
que se iniciou no pós-guerra e terminou por volta de 1973, aquando da
crise petrolífera. Neste “entretanto” de tempo os empresários
partiam da análise do ambiente (interno e externo) para definir a sua
estratégia. Os consumidores de então começavam a exigir determinados
requisitos, de tal forma que as empresas tinham que se adaptar
rapidamente às suas exigências. Dai também que tenha sido o “boom”
dos processos de Investigação & Desenvolvimento da maior parte das
grandes multinacionais. É aqui que surge de facto o planeamento estratégico
como função base da interligação das várias funções de gestão.
Como referi as empresas começaram a ter necessidade de conhecer a fundo
o ambiente em que estavam inseridas. Tentavam procurar conhecer a sua
evolução e com ele as ameaças e oportunidades e reflectir sobre
eventuais pontos fortes ou fracos, de modo a poder definir objectivos
coerentes e, no limite, delinear uma estratégia adequada ao cumprimento
dos mesmos.
Já temos aqui uma possível definição para planeamento estratégico,
que então tem as suas bases num processo de recolha e tratamento de
informação sobre o ambiente e a empresa tendo em vista a tomada de
decisões permitindo à empresa, com base nos dados obtidos, moldar o
seu comportamento para com o exterior. Envolve pois uma atenção
redobrada sobre o mercado e a concorrência, nomeadamente.
Em Portugal as coisas não corriam bem assim. Em plena ditadura só após
o 25 de Abril de 74 é que muitas das correntes liberais de gestão
puderam finalmente ser implantadas nas empresas portuguesas, se bem que
em muitos países da Europa de então muitas empresas estavam já em
estados avançados de planeamento estratégico. Daí a forte
competitividade de algumas empresas quando comparadas com as
“nossas”. O peso da experiência tem, de facto, relevância nas
comparações. No entanto, hoje em dia estas diferenças estão
ultrapassadas. A competitividade das empresas, que em Portugal deixar
muito a desejar comparativamente com outros países europeus tem, como
é sabido, outras variáveis que para já “não são para aqui
chamadas”... Mas é relativamente a este aumento da competitividade
nos mercados que leva o planeamento estratégico a assumir capital
importância dentro das empresas, sejam elas micro, pequenas ou médias
empresas. Planear é acautelar o futuro!
Mas ainda assim apenas o planeamento era insuficiente para
abordar a globalidade das ameaças externas (e algumas internas). Se por
um lado era um instrumento pouco participado, por vezes nem envolvia os
quadros de topo das empresas, a partir do choque petrolífero de 1973,
os mercados tiveram tamanhas mutações, principalmente ao nível tecnológico
e social, que a certeza das previsões viu-se de novo ameaçada pois os
prazos temporais reduziam-se face à velocidade “estonteante” das
transformações. Surge então a gestão estratégica como um processo
de formulação e implementação de planos que orientem a organização
na prossecução dos objectivos. A gestão estratégica engloba então o
planeamento estratégico (decisões a nível operacional e ao nível do
funcionamento da empresa), a formulação da estratégia, a implantação
e o controlo da mesma.
Com estes passos é colocada a máxima atenção na competitividade face
à agressividade concorrencial. Os gestores de topo começam,
finalmente, a envolver-se nas decisões mais sensíveis das empresas e
começam-se a criar valores únicos, identidades próprias para cada
empresa. São desenvolvidas estratégias flexíveis, trabalhos em equipa
e buscas constantes de horizontes, que são materializados por
objectivos bem definidos e aceites por todos. É neste ponto que surge a
formulação da estratégia que compreende a identificação da missão
da empresa, que por outras palavras quer dizer, o carácter, orientação
e forma de estar nos negócios; a definição dos objectivos que dão
corpo a essa missão; a análise do ambiente (interno e externo – Análise
SWOT, a ver posteriormente) e, finalmente a escolha da estratégia após
ter analisado a fundo todos os pontos anteriores.
Ao nível de implantação e controlo da estratégia existem três
componentes fundamentais que convém seguir passo a passo para que o
processo decorra com eficácia, ou seja, que produza os resultados
pretendidos, a saber: Adequar a estrutura da empresa às necessidades;
saber liderar e motivar devidamente os recursos humanos e por fim
controlar a estratégia. Este último é de alguma importância pois
permite-nos, ao comparar resultados com planos, corrigir determinadas acções
que estejam, por qualquer motivo a afastar-se dos objectivos iniciais.
Se este controlo for efectivo e periódico, sem dúvida, que existirá
tempo para pro-agir, em vez de reagir. Afinal a essência da Gestão
Estratégica é ser constantemente pró-activo.
Em última análise é antever
quase sempre os movimentos do meio ambiente, da concorrência, dos
gostos do consumidor etc... mas pressupõe, como foi dito em cima, uma
constante monitorização dos planos de negócio traçados.
Mas, para existir todo este processo tem que haver uma razão de ser. A
empresa existe, então o empresário, o sócio teve um motivo forte para
a criar e lançá-la no mercado. Refiro-me à Missão da empresa. Por
mais que alguns afirmem que nunca pensaram nisso, acreditem que sim.
Inconscientemente tem uma razão para estar no mercado. A missão
identifica uma visão do empresário, um cenário identificável com um
futuro previamente delineado. Deve constituir uma referência para toda
a organização, orientando os comportamentos e decisões e motivando
toda a acção. Por exemplo, a missão da Fiducial “é contribuir para
o sucesso dos seus clientes, ajudá-los a crescer e a prosperar através
de todo o tipo de serviço ligado à gestão de empresas, consultoria,
contabilidade, projectos de investimentos etc... Acompanhamos de perto
os clientes, com o objectivo do aumento dos seus lucros, eficiência e
organização.”
Esta definição é o princípio de tudo. Todas as referências
normativas do processo de planeamento como Objectivos, Estratégias, Políticas,
Procedimentos/Regras, Planos Operacionais e Orçamentos vem depois.
Quantos de vós leitores e empresários fizeram esta análise. É
extremamente importante parar um pouco no tempo para reflectir, de vez
em quando, se estamos a cumprir com o nosso objectivo inicial. Se não
temos que saber porquê e em que ponto do processo abandonámos o nosso
ideal. Nos tempos que correm, com uma potencial crise a bater à porta
todos os cuidados são poucos e o planeamento estratégico é A chave
para o sucesso de qualquer empresa. Não basta comprar e vender. Existe
um mundo complexo de “teorias“ e de “práticas” que foram
testadas e, se aplicadas com afinco podem ajudar empresas a refazer o
seu futuro. Será que o seu caso não se enquadra aqui? Pense bem...
Na próxima semana continuaremos, já com uma vertente mais prática a
analisar o processo de planeamento estratégico. Até lá... bons negócios.
António Durão
Director da Fiducial.
Consultor em Estratégia Empresarial. Especialista Balanced Scorecard.
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VI
Festival Infantil de Folclore
Realizou-se no passado domingo, o VI Festival Infantil de Folclore em
Ribas - Moinhos da Gândara, cuja organização esteve a cargo da
Associação Cultural, Recreativa e Desportiva da Gândara. Neste
festival participaram o Rancho Folclórico Infantil As Morenitas da Gândara,
rancho anfitrião; o Grupo Infantil de Moreira de Cónegos, de Guimarães;
Rancho Folclórico Infantil As Salineiras de Lavos; Rancho Folclórico
Infantil Os Camponeses da Raposa, de Almeirim e o Rancho Folclórico
Infantil 1º de Maio, da Tocha. Salienta-se que este evento contou com a
participação de 150 crianças, com idades entre os 5 e os 13 anos.
Este festival tem como objectivo “divulgar as danças e cantares, bem
como os trajes e cultura de cada uma das regiões”, referiu Alda
Ferreira, ensaiadora, apresentadora e cantadeira do Rancho Folclórico
Infantil As Morenitas da Gândara. Referiu ainda que o objectivo do seu
grupo “ é ser um viveiro para um grupo adulto”, ou seja, pretende
que não se perca a tradição do folclore na sua região.
Andreia Carvalheiro
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Estudantes
de Jornalismo
e
Comunicação
reúnem-se
em Coimbra
Foi em Coimbra que se realizou o
I Encontro Nacional de Estudantes de Jornalismo e Comunicação, cuja
organização esteve a cargo da Comissão de Curso de Jornalismo 2000/04
da Faculdade de Letras da Universidade da cidade. Oriundos das várias
universidades, institutos e escolas superiores, existentes de norte a
sul do país, alunos da Universidade do Minho-Braga, Universidade do
Porto, Universidade de Coimbra, Universidade Nova de Lisboa,
Universidade do Algarve, entre outros, fizeram parte dos cerca de 200
estudantes que participaram no evento. Este encontro tinha como
objectivo isso mesmo, reunir alunos de vários pontos do país, a fim de
se conhecer as diferentes realidades sentidas pelos estudantes. Na
abertura oficial do encontro, Emanuel Graça, presidente da Comissão
organizadora, referiu que o mais importante seria “o convívio, porque
este é um encontro de estudantes e estes não são só colóquios, há
que alargar horizontes”, já que há aqueles que consideram os
estudantes de Coimbra como boémios. Animação, jantares convívio,
socialização, actividades desportivas, partilha de ideias, workshops,
colóquios e uma excelente qualidade de oradores, compôs a ementa deste
primeiro encontro. “O ensino da comunicação social em português”,
“Jornalismo: opinião versus informação”, “Os media -
quarto poder?!...”, “Realidades de um estudante de jornalismo e
comunicação social”, “E agora? Saídas profissionais e futuro”,
foram os temas dos colóquios debatidos nestes três dias. A debatê-los
estiveram José Manuel Portugal, jornalista e docente da Universidade de
Coimbra; Eduardo Prado Coelho, docente da Universidade Nova de Lisboa; Mário
Frota, presidente da Associação Portuguesa de Defesa do Consumo;
Amadeu Homem Carvalho, historiador e docente da Universidade de Coimbra;
Bruno Paixão, presidente da Associação Nacional de Jornalistas;
Alfredo Maia, presidente do Sindicato dos Jornalistas, entre outros.
Este primeiro encontro terminou, mas os estudantes ficaram com a esperança
que muitos outros se realizem.
Andreia Carvalheiro
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Espectáculo
Musical na Chã
O Grupo Desportivo e Recreativo
da Chã apresenta amanhã, pelas 22 horas, um espectáculo musical que
contará com as participações da Banda Filarmónica Paionense e do
Grupo de Dança “Nice Dance”.
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Imperial
Neptuna no pódio
A Imperial Neptuna, tuna da
Figueira da Foz, ficou em segundo lugar no Festival Internacional de
Tunas da Queima das Fitas de Coimbra, do qual saiu vencedora a Infantuna
(tuna de Viseu).
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Tai
Chi Chuan no Caras Direitas
Amanhã, a partir das 17h00, na
sede do Grupo Caras Direitas (GCD), terá lugar uma sessão experimental
da modalidade “Tai Chi Chuan”, que é simultaneamente uma arte
marcial e ginástica terapêutica. Orientada por José Carlos Santos, a
esta sessão deverão seguir-se outras, a ritmo quinzenal, no mesmo
local. Inscrições e informações na secretaria do GCD.
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Futebol
de 5 no Quiaense
Até dia 22 deste mês, estão
abertas as inscrições para o XIX Torneio de Futebol de 5, promovido
pelo Grupo Instrução e Recreio Quiaense (GIRQ). O sorteio para os
jogos realizar-se-á no dia 23, pelas 22h00, na sede do GIRQ.
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“Pensar
as práticas de intervenção com Menores em Risco”
No ano em que comemora os seus 25
anos de existência, a Associação Fernão Mendes Pinto promoveu, desde
a passada segunda-feira e
até ao dia de hoje, a iniciativa “Cinco dias de Janela Aberta –
Pensar as práticas de intervenção com Menores em Risco”, que tem
como objectivo proporcionar momentos de reflexão/formação
relacionados com esta temática.
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“Sexualidade
e Doenças Transmissíveis”
Realizou-se ontem, no Centro
Social da Cova e Gala, uma sessão de esclarecimento subordinada ao tema
“Sexualidade e Doenças Transmissíveis”, destinada a todas as
adolescentes e mulheres.
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I
Jornadas de Profissionais Administrativos da Saúde do H. D. F. F.
Têm hoje início as I Jornadas
de Profissionais Administrativos da Saúde do Hospital Distrital da
Figueira da Foz (H. D. F. F.), jornadas estas que serão subordinadas ao
tema “Gestão Empresarial em Instituições Públicas de Saúde”. O
evento prolonga-se até amanhã e contará com a presença do Secretário
de Estado da Saúde.
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Curso de Ajudante de Apoio Domiciliário
Tem início no próximo dia 13 de
Maio o Curso de Ajudante de Apoio Domiciliário, promovido pela Misericórdia
– Obra da Figueira, com a duração
de 252 horas e que decorrerá até Setembro.
Entretanto, todo o pessoal do serviço de Aprovisionamento e Alimentação
da instituição participará, no dia 21 de Maio, numa acção de
sensibilização intitulada “Código de boas práticas de higiene para
a restauração”, orientada pela nutricionista Ada Rocha, da
Universidade do Porto.
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Bênção
de viaturas em Marinha das Ondas
A Junta de Freguesia de Marinha
das Ondas vai proceder à bênção das suas viaturas no próximo dia 18
de Maio, uma cerimónia que terá início
às 19 horas, no Centro Cívico de Sampaio, e que contará com a
presença do Presidente da autarquia, Duarte Silva.
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“Linha
Contra o Cancro”
A União Humanitária dos Doentes
com cancro acaba de inaugurar a “Linha Contra o Cancro”, uma linha
que pretende dar apoio ao doente oncológico, seus familiares e população
em geral.
A “Linha Contra o Cancro”, com o telefone 213 619 542, funciona de
segunda a sexta-feira, excepto ás quartas, das 14 às 17 horas.
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Karaoke
em Caceira
Realiza-se amanhã mais uma
actividade da secção cultural do Grupo Instrução e União Caceirense,
neste caso a grande estreia das estrelas do Karaoke de Caceira. O espectáculo
terá lugar na sede daquela colectividade, pelas 22 horas.
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Sessão
interactiva para diabéticos
Organizado pela “Associação
Viver em Alegria”, e com a participação de técnicos de saúde da
Figueira da Foz, vai realizar-se no próximo dia 25 de Maio, no Auditório
da Misericórdia – Obra da Figueira, uma sessão interactiva para diabéticos.
Os interessados têm de inscrever-se até dia 20 deste mês, na Associação
Viver em Alegria ou nos centros de saúde da Figueira da Foz. A inscrição
é gratuita.
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